em Beauté

A beleza da M•A•C no Fast Forward Dubai

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Muito burburinho no mundo da moda por esses dias, huh? Despedida da Gisele Bündchen no SPFW ’15, desfiles e mais desfiles acontecendo pelo mundão. Além de SPFW e Fashion Rio por aqui, também está rolando o Fast Forward no Oriente Médio. Dubai é super importante e considerada a capital fashionista dessa região. O FFW é bienal e está na Season 5. A M•A•C foi patrocinadora oficial de maquiagem no evento. No Instagram e Tumblr, a marca de cosméticos canadense soltou algumas fotos do backstage dos desfiles em Nova Déli, Seul, Tókio, Xangai, Praga etc. As belezas estão sensacionais, mas me apaixonei por todas de Dubai. Ó só:

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Backstage da marca Aiisha Ramadan

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MINHA PREDILETA – BS da Zareena

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BS da Taller Marmo

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BS da Amato Couture

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Mais uma do Amato Couture

Todas as fotos são daqui.

em Cinema

Filmes que destruíram meu coraçãozinho

Este final de semana assisti a um filme lindo, porém cruel, triste e verdadeiro. Doeu meu coração mesmo, sabe? Queremos finais felizes pelo menos na ficção e quando encaramos um lance mais real no cinema, ficamos chocados e chateados. Eu sabia que o filme (logo irei falar dele, calmae) em questão era pesado e bem dramático, então estava meio que preparada pro pé no peito. Mas, né? Nem quando você está preparado para o pior, atenua o susto e a tristeza. Fiz uma lista de filmes que partiram meu coração:

Dançando no Escuro

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O Lars von Trier adora fazer o telespectador sofrer, não é mesmo? Pois Dançando no Escuro foi um dos filmes que mais chorei na minha vida. Lembro que o assisti pela primeira vez na faculdade e era em VHS (haha), sai arrasada pra minha casa e fiquei chorando até dormir. É um filme pesadíssimo, de injustiça, ganância, traição, filhadaputagem mesmo. Mas também tem amor, amizade e uma beleza trágica. Depois de um ano que o assisti, não sei porque cargas d’água, resolvi assisti-lo novamente no telecine. Para ter noção: eu CHORAVA na chamada. Na realidade sei sim porque assisti de novo: queria testar se iria sentir a mesma tristeza da minha primeira vez. Sim, senti e me babei toda. Lars sádico e Letícia masoquista, apenas. Bom, o filme é um drama musical e minha vontade em assisti-lo foi por causa da Björk e a Catherine Deneuve. Para saber sobre ele, leia aqui.

Amor

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Um filme que fugia horrores porque tinha consciência que era drama puro. Pois bem, ano passado o Telecine Play o liberou de graça e resolvi assistir. Fiquei chocada, triste, chorei e procurei o post que fiz no meu facebook depois de ter o assistido:

Eu convivi com minha vó dos meus sete aos 20 e poucos anos. passava muito tempo com ela e a vi envelhecendo, perdendo a visão, dando uma leve caducadinha (foi muito rápido, logo ela ficou lúcida). então, em algumas cenas em que Madame Riva (sensacional) fica frustrada por estar naquele estado, instantaneamente lembrei da Dona Santa. Tivemos momentos tensos juntas (nunca vou esquecer quando a vi chorando porque não conseguia colocar a linha na agulha – sendo que ela era uma costureira, bordadeira etc de mão cheia). Meu peito deu um nó gigante ao assistir esse filme, mas realizei o quanto amei (amo) minha vó, tendo em vista que sentia um imenso prazer em cuidar dela. graças a Deus ela ficou lúcida até o fim e teve uma morte muito leve (dormindo), ela merecia. E é isso que você deseja para quem você mais ama: que a morte seja boa, já que é inevitável.  No início de “Amor” meu lado libriana foi muito aflorado, mas logo minha percepção mudou e começou a ficar tudo muito bizarro e tenso. o Amor dessa película é agonizante, não é fácil, mas existiu e muito (do fato que ele cuidou dela SIM e fazia o que podia e não podia). O resto não vou comentar por aqui porque é spoiler, mas vale a conversa. ah, a cena do álbum de fotos me fez suspirar.

Alabama Monroe

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Este é o filme que me refiro no início no post. Ele já começa com um momento mega frágil, onde a filha do casal (Elise e Didier) está em tratamento da leucemia. A narrativa não é linear (confesso que adoro isso) e mostra como o casal se conheceu, quando ela engravida sem querer, a descoberta da doença da criança etc. Tudo isso embalado ao som de um belo bluegrass. O filme é de uma intensidade emocional fortíssima e mostra de forma crua, brutal e realista sobre temas como amor, dor, fé, religiosidade, superação e sexo. É belíssimo, tem uma fotografia de tirar o fôlego e um enredo pra você ficar arrasado. Aqui tem uma crítica bem legal.

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chorei mesmo

 

em Tattoo

Agulha no couro: Tatuagens espalhadas

Acho lindo quem começa um trabalho de tatuagem mais definido e cobre o braço (meia manga ou inteira) com um tema, assim ó. Porém, quando você tatua aos poucos seu braço, ele fica com pedaços em branco – o que é algo comum, mas sempre gera perguntas. Exemplo: lá no Lollapalooza um rapaz que estava cuidando do stand da Ray-Ban perguntou se eu ia cobrir a parte branca do meu braço ou iria deixar (ele disse que achava mais bonito deixar, haha). Minha mãe diz que meu braço não faz mais sentido e parece poluído. Mas né? Mary O. não é parâmetro porque nem curte este xaxado e diz preferir algo temático. O lance é: super mega blaster normal você completando aos poucos. E não pretendo cobrir a parte em branco, pelo menos por enquanto. Meu braço direito só tem tatuagens p&b (temas variados) e o esquerdo só entra colorida com tema old school. Separei alguns braços que possuem diversos desenhos espalhados:

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me apaixonei por esse braço! meu objetivo é deixar o meu assim

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eu AMO esse buquê! e gosto como a pessoa está completando os espaços :)

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