Morando seis anos na gélida Curitiba, já consigo falar com espontaneidade os termos “piá”, “djanho” e, mais recentemente, “guria”. Nunca falarei “vina” (salsicha) e muito menos “penal” (estojo) por ser incrivelmente bizarro (e feio).

Das cidades que já morei, Curitiba é a que mais gosto. Quando cheguei aqui achava que minha relação era completamente amor de malandro, mas consegui me entender e cá estou escrevendo sobre essa linda.

Uma das coisas que mais tenho prazer – desde pequena, já que vinha de 6 em 6 meses para cá -, é passear pelo Centro. Principalmente pela XV. Ali você já reconhece as figuras de praxe e sempre se surpreende com algo diferente. Gosto muito do Largo São Francisco também, se eu pudesse moraria por lá.

Por conta disso, acho interessante registrar algumas coisas da cidade (tudo tirado com câmera de celular):

Alguns detalhes na XV

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Edíficio Garcez foi o primeiro arranha-céu de Curitiba
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Praça Zacharias – que sempre está acompanhado de pombos

Paço da Liberdade

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Passeio Público

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Busão – XV/Paulo Gorski ou Jd. Social/Batel

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Largo São Francisco

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Street Art

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Detalhes e realidades

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Depois vou fazer uma parte 2 com a Ruy Barbosa, Ed. Asa, Osório e tantas outras coisas que fazem  Curitiba ser tão legal!

4 Comentários em A minha Curitiba

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