jonfen

Senta que lá vem história: Eu sei que é infantil, babaca etc, mas já tive síndrome de underground com o Gogol Bordello. Depois de ter assistido “Uma vida iluminada” , em 2006,  fui atrás de mais informações sobre o Eugene Hütz (que tinha amado), logo descobri que o moço tinha uma banda. Naquela época, eles disponibilizavam o download completo do Underdog World Strike e fiquei in love pelo tal gypsy punk. Eu me achei demais por ter descoberto uma banda foda que ninguém conhecia, aquelas coisas de quem tem 20 anos e acha que é gente, sabe? Uó. Se ninguém conhece fica meio difícil da banda vir ao Brasil, DUH.

Enfim, só conhecia uma pessoa que sabia da existência do Gogol, a colega de LiveJournal Tetê Glitter. Ela organizava a Go East Orkestar, uma orquestra especializada em música dos Balcãs. BÃO, já tem um tempinho que tenho um certo amorzinho pelo Leste Europeu, então quase tudo que puxasse para esse lado – principalmente musicalmente – me interessava (foi assim com Beirut também – outro show muito legal que já fui).

Felizmente a banda começou a aparecer mais. O Eugene foi convidado para tocar com a Madonna e estourou. Eles iam direto para o Rio de Janeiro (a Tete sempre contava algo) e nunca dava certo para eu ir aos shows (nem no Rio, nem em festivais etc). Eu sempre tive certeza absoluta que iria me divertir muito, que dançaria para caramba, que cantaria feito doida.

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Até que em 2013 anunciaram a vinda deles para Curitiba. Poxa, fiquei TÃO feliz, parecia uma recompensa por nunca ter ido ao show deles, sabe? Felicidade pura. Senti a mesma coisa quando teve show do Prodigy aqui. Eu ia sozinha no show, mas tive a sorte em encontrar uma colega de trabalho que também gosta da banda e até comprou o ingresso uma semana antes do evento (e ainda levou um casal super legal junto).

E eu estava certa: me diverti muito, dancei pra caramba, entrei numa roda de pogo (oi?) e cantei feito doida. Que bonito ver a alegria de cada músico da banda, a vontade de se divertir de todo mundo (músicos e público), a multiculturalidade dos membros e tudo mais. A Elizabeth representa o girl power, a fia é demais! O Sergey botou pra quebrar (ele é mais badass ao vivo), Pedro agitando a galera, o Pasha sendo galã com seu acordeon (crush total). A vibe foi muito boa. O público era muito bom também: tinha de pessoas mais velhas a moço com muletas. Vi uma flâmula da Ucrânia sendo erguida (na plateia). Apesar disso, senti falta de várias músicas (Illumination, Dogs were barking, American wedding etc etc. setlist aqui). Mas ok ok ok (Nelson Rubens) foi demais!

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Espero que voltem sempre :D

2 Comentários em Oh no! Cultural revolution just begun!

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