tamaraDesde o final de janeiro, ando meio obcecada com o trabalho da Tamara de Lempicka. Resolvi apresentar por aqui também: nascida como Maria Górska em uma família abastada da Polônia, a artista estudou em um colégio interno na Suíça e logo casou-se com o advogado Tadeusz Lempicki. Durante a Revolução Russa em 1917, seu marido foi preso, fazendo com que o casal partisse para Paris. Maria adotou o nome Tamara de Lempicka e começou seus estudos na arte com Maurice Denis e André Lhote.

Por volta de 1923, Tamara teve uma grande evolução artística e já participava de exposições em galerias renomadas. Seu estilo era único e ousado para a época, considerado por alguns como cubismo suave com toques do modernismo de vanguarda da art déco. Para sua primeira grande exposição em Milão, no ano de 1925, a pintora trabalhou em 28 obras em seis meses. Depois disso, tornou-se uma referência de sua geração e membros da nobreza europeia encomendavam retratos com ela.

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Além disso, a artista vivia intensamente sua vida social, sendo famosa por sua beleza física e pelos seus casos bissexuais. Por conta disso, seu marido pediu o divórcio em 1927. Tamara via muito pouco sua filha Kizette que foi retratada em vários quadros.

Tamara de Lempicka morreu no México nos anos 80 com 81 anos muito bem vividos. Suas mulheres com olhares lânguidos, hipnotizantes e cores fortes estão vivas até hoje graças ao seu trabalho. Aqui é possível conhecer mais sobre sua vida e obra.

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