Dia desses citei o Instagram de Ilona Royce Smithkin como grande inspiração. Pois bem, um de seus diferenciais, além da parte visual são os conselhos que a mesma oferece no #AskIlona. Sabe aquela sua amiga mais velha ou até mesmo sua vó mega divertida e sábia (afinal, ela tem 97 anos) que sempre tem algo bom para falar? Então, a Ilona é assim e ainda tem um livro com seus pensamentos, o Joy Dust. Resolvi traduzir algumas respostas que valem ouro dessa artista maravilhosa!

P: Como você sente sobre envelhecer?

I: Eu nunca me preocupei em ficar mais velha e nunca celebrei meu aniversário até os 90 anos quando meus amigos fizeram uma festa surpresa. Eu não tenho sentimento algum sobre envelhecer. Sempre será um outro dia. Quando eu realmente penso a respeito, eu fico maravilhada com o tempo que já passei na Terra.

P: Como você começa o dia?

I: Eu tomo banho todos os dias, realmente gosto. E coloco um pouco de perfume, um pouquinho de guloseimas, isso é meu luxo. Depois disso, coloco meus cílios e estou pronta para o mundo!

P: Como você mantem a mente tão afiada?

I: Eu não me preocupo mais comigo mesma. Eu estou mais aberta para o mundo e para as coisas. Eu rejeito a feiura, isso encurta sua vida ao pensar negativamente ou ser vingativa. Você tem dois amigos maravilhosos em você: sua mente e seu corpo. Os dois são fascinantes e precisam estar unidos. Quanto mais próximo os dois estão, será mais respeitoso e melhor ficará. Quando você é mais velho, sua mente precisa proteger o seu corpo ou você não tem nada e logo sumirá.

P: Ilona, como você mantem sua boa forma?

I: Querida, eu faço mais exercícios do que o Kama Sutra!

P: O que você diria para a Ilona de 27 anos?

I: Eu não teria como conversar porque ela não estaria aberta para me escutar, mas eu tentaria dizer a ela para nunca se comparar com mais ninguém. Você precisa achar o que é melhor para você, desenvolver isso e fazer acontecer. Como deseja ser como alguém, quando você tem coisas incríveis [dentro de você] para usar? Eu sei quem sou agora e não dependo de mais ninguém. Onde quer que eu vá, eu sinto que pertenço por lá.

P: Diga algo que você aprendeu e melhorou sua vida

I: Realizar que, na verdade, não somos muito importantes. Nós somos pontinhos quase que invisíveis na totalidade. Nós fazemos de tudo para sermos tão importantes e sérios. Ás vezes nós precisamos deixar pra lá esse perfeccionismo profundo que as pessoas sentem, pois é perder um tempo precioso e tornar-se escravo disso.

P: Como mudou sua perspectiva de vida ao envelhecer?

I:  Tudo o que eu fiz quando era mais nova foi me estressar muito porque eu nunca me dei crédito e sempre achei que os outros eram melhores do que eu. Agora faço as coisas com muita alegria e não me preocupo mais se irão gostar. Minha arte tornou-se mais clara e mais focada, pois eu sou minha própria amiga e não me preocupo mais com o que as pessoas pensam.

P: Você tem algum conselho em aceitar cada estágio da sua vida e buscar equilíbrio entre crescer e mudar?

I:  Se você está passando por um tempo difícil em sua vida, descanse por um tempo; sente e relaxe consigo mesmo. Não force você mesmo a ter uma opinião imediata ou surgir com uma resposta pronta. Dê a você a chance de digerir a situação. Nós vivemos numa época em que todos esperam resultados instantâneos.  Se as pessoas fossem mais pacientes, nós teríamos uma relação melhor uns com outros. Desenvolva sua mente. Tudo leva tempo.

Espalhe por aí:

Deixe seu comentário

Seu endereço de email não será publicado. Os campos obrigatórios estão marcados com *

Comentário *