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Oscar 2016 – Só os lindos

Habemos post sobre o Oscar 2016. Desde 2014 faço um geralzão do que me comoveu nesta grande festa do cinema e não vai ser diferente dessa vez. O grande “tchan” desse ano foi a torcida pelo Leonardo DiCaprio que, finalmente, ganhou o prêmio como melhor ator e gerou memes divertidos. Acredito que ele deveria ter recebido quando atuou em Gilbert Grape, mas enfim, a academia não deixou passar batido dessa vez. Tô com a Glória Pires e não assisti nada ainda. Porém, já fiz minha lista do que me chamou a atenção: Garota Dinamarquesa (quero muito assistir esse); O Quarto de Jack, Spotlight e O Regresso.

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HIGHLIGHTS

Lady Gaga

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Depois do fiasco da apresentação do Grammy, Lady Gaga tirou o fôlego de geral ao cantar a música “Til it happens to you”, do filme “Hunting Ground”. Para fechar a apresentação que foi intensa, algumas vítimas de violência sexual subiram ao palco. A música foi indicada ao Oscar de melhor canção original e infelizmente perdeu para o Sam Smith. Já disse 13145x que não sou fã da faceta over dela. Morro de preguiça, acho forçado e parece que ela se esconde naquela piração toda. Não vejo como algo natural, estilo David Bowie, Freddie Mercury, Madonna e outros artistas que são/foram inovadores. Essa versão atual dela é bem mais interessante, sabe? A mulher é talentosa e não precisa daquele circo bizonho. Para quem perdeu, veja aqui.

Leonardo DiCaprio

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Nem vi “O Regresso” e estava na torcida pelo Leozinho. Em verdade vos digo: o Eddie Redmayne era um concorrente de peso, sorte que levou ano passado e seria uma baita injustiça da Academia não passar o prêmio para o DiCaprio. Ele sempre foi um excelente ator, fato. Mesmo em filmes fiascos como “A Praia”, por exemplo, o menino tem seu charme. Sem contar que temos todo um carinho de crush juvenil, né? Eu sempre salvava um dinheirinho pra comprar aqueles posters da Atrevida. Além do prêmio em si, o ator fez um discurso louvável sobre o meio ambiente. E não foi só bláblá porque ele é mega engajado nas questões ambientais. Para quem não assistiu, veja aqui.

Jenny Beavan

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Mad Max foi o grande campeão da noite. Pensei que o filme de Alejandro González Iñárritu iria bombar, mas fuén. Um dos prêmios foi para Jenny Beaven que é uma figurinista bem requisitada. Para você ter ideia: já foi indicada 10 vezes! Confesso que nem tinha reparado no look dela, não sei se era sono ou se sou apenas uma mongolona que não ligou para o fato dela estar de jaqueta. Geralmente não boto reparo nos ganhadores das áreas técnicas, fico de olho mesmo nos atores e atrizes, hahaha. Vi no meio da tarde de ontem (29) que estava o maior auê por causa disso. GENTE, POR FAVOR! A mulher TRABALHA com FIGURINO HOLLYWOODIANO e é um dos MAIORES NOMES da área. Você acha mesmo que ela vai estar preocupada com dresscode de festa de bacana? NÃO. Segundo li no site da Lilian Pacce (que a defendeu também), ela disse: “Estou muito feliz em falar sobre isso. Não sou de vestidos e absolutamente não sou de saltos, tenho problemas nas costas. Fico ridícula em um vestido lindo. Essa foi uma homenagem a ‘Mad Max’ (…). [Essa jaqueta] é Marks & Spencer com [bordado] Swarovski nas costas. Tive um problema no sapato e o glitter caiu. Estou me sentindo confortável e, até onde percebo, estou realmente arrumada!”. Eu queria ter essa personalidade porque se fosse comigo, ficaria meses passando fome para me sentir desconfortável e julgada na premiação (com um vestido Chanel). Pra quê, né? Tava nem aí e ainda levou um Oscar.

Amy Winehouse

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Minha grande torcida era para o documentário “AMY”. Realmente me desgraçou a cabeça e achei bem mais honesto do que da Nina Simone que deu palavra para o marido abusador e a filha recalcada. O doc da Nina foi muito bem produzido, mas mancha a alma dessa mulher incrível. Aqui tem um texto sobre o insulto à memória da artista onde está bem explicadinho e que concordo MUITO (vou fazer a Glória Pires de novo). Já o da Amy Winehouse humaniza a cantora, mostra os altos e baixos sim, porém, deixa bem claro que o pai e o ex namorado foram manipuladores e cruéis. Amy não tinha nenhum personagem no palco, era ela mesma e pronto. Não tinha preparo para ser mundialmente famosa (apesar de merecido), não fazia tanta questão em ser milionária. Mas sem a fama, como iríamos conhecê-la?

A menina só queria se expressar da maneira mais honesta possível: compondo e cantando. Esse documentário é muito cruel, pois do início ao fim, nos coloca na cabeça da própria Amy. Destrincha algumas músicas partindo de suas memórias mais íntimas. Dói no peito vê-la tão insegura, sendo explorada pela indústria musical, seu pai, namorado etc. Dói mais ainda, relembrar uma artista tão completa em momentos tão frágeis. Fiquei muito tocada quando mostra o dueto com o Tony Bennett. Ela o escutava desde criança e é visível seu nervosismo ao gravar com o ídolo. Foi o grande retorno dela depois de meses de recuperação. Tony, com seu zelo e conhecimento artístico, deixou Amy à vontade e a fez perceber o quanto era incrível (talvez ela nem tenha sacado). Fiquei MUITO emocionada. Fico mais triste ainda em não ter ido ao show dela em Floripa, já que foi na época que minha grande amiga de infância havia morrido de acidente e fui ao velório dela. Ou seja, ligações dolorosas. Amy, te respeito.

RED CARPET

Nunca vi um tapete vermelho mais sem graça como este de 2016. Tinha vestidos bonitos, é claro, mas sem nenhuma emoção. Em 2014 teve Lupita como princesa, Cate Blanchett como uma fada etc. O que tivemos? O mais do mesmo e outras breguices como da Heidi Klum, Kate Winslet e Alicia Vikander, por exemplo. Fiz uma montagem com os que gostei mais, outros aqui:

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Brie Larson de Gucci – amei o cinto; Margot Robbie de Diane von F.; Rooney Mara foi minha predileta e nada óbvia de Givenchy; Naomi Watts de sereia Armani; Jared Leto diferentão de Gucci e Lady Gaga com Brandon Maxwell

Para não matar a tradição neste bloguinho, bora ver as fotos lindas que Mark Seliger fez este ano para festa da Vanity Fair:

O que acho mais incrível na festa da Vanity Fair? Geralmente os vestidos after party são bem mais bonitos.

¯\_(ツ)_/¯

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Nina Dobrev foi de Elie Saab que é sempre um acerto; Elizabeth Banks toda deusa com Ralph and Russo; Diane Kruger sempre impecável foi de Reem Acra; Alicia Vikander trocou o vestido cafona Louis Vuitton por outro belíssimo da mesma grife; Jessica Biel ficou chic de Tom Ford e a grávida linda Anne Hathaway foi estilo 60s Naeem Khan.
aqui é assim mesmo: tá bacana. desempenho joia <3
aqui é assim mesmo: tá bacana. desempenho joia <3

 

Oscar 2015 – Só os lindos

Este ano vou dar continuidade ao Oscar Só Lindos. Assisti até metade da premiação e vi o melhor momento de todos que foi o discurso da Patricia Arquette sobre a igualdade de direitos para mulherada do United States of UNIVERSE. Daí teve Meryl deusa-do-cinema Streep e a gata J.Lo vibrando horrores na plateia a fim de nos representar – o que foi algo.

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“A cada mulher que deu à luz cada cidadão e contribuinte desta nação, nós lutamos para os direitos iguais de todos. É hora de haver igualdade salarial de uma vez por todas e direitos iguais para todas as mulheres nos Estados Unidos da América”. daqui
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YES SISTA

Como eu estava cansadona resolvi nanar e no dia seguinte soube que teve outro momento lindo: a apresentação da Lady Gaga e o abraço emocionado com Julie Andrews no final. Não sou fã MESMO de musicais, mas Noviça Rebelde fez parte da minha infância e até sei umas musiquinhas, logo fiquei arrepiada. Foi bonito, veja aqui.

É CLARO que não posso deixar de mencionar os vestidos mais belos (na minha opinião), afinal, o red carpet também é um evento interessante.

Prediletas do Oscar 2015

Achei as escolhas de 2014 bem mais cativantes, mas a Jennifer Lopez, Margot Robbie e Lupita Nyong’o representaram bastante. Cate Blanchett estava deslumbrante com o maxicolar Tiffany turquesa. E simplesmente amei o vestido da Laura Dern porque me lembrou uma armadura medieval chique. Ah, aqui tem post sobre cabelo e make.

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J.LO com Elie Saab sonho; Margot Robbie de Saint Laurent divo; Lupita vestiu Calvin Klein; Cate Blanchet estava de Margiela; Siena Miller de Oscar de la Renta; Rosamund Pike de Givenchy e Laura Dern de Alberta Ferreti

A festa da Vanity Fair e a Annual Elton John AIDS Foundation bombaram horrores também. As fotos do Mark Seliger para a VF continuam belas:

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Adam Levine apaixonado
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Borat, Isla Fischer e baby
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Jennifer Aniston com esse vestido lindo e seu boy magia Justin Theroux <3
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Oprah rainha da tv
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Lady Gaga tombando
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Mindy amada
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ESSE CASAL
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ESSE OUTRO CASAL

Prediletas da festa Vanity Fair

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Kat Dennings vestiu Lawren Sample. AMEI
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Jane gata Fonda de Diane von Furstenberg; Lily Collins e Sofia Vergara de Zuhair Murad; J.Lo também estava de Zuhair Murad e errou só nessa pele desnecessária. Ensinando os boy: TOM FORD <3 Fotos daqui

Para encerrar com muito amor

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ROTAROOTS – 5 Filmes para o Oscar da vida

Um meme do ROTAROOTS para fechar a semana. A brincadeira é: indicar cincos filmes novos ou velhos para Oscar – que está chegando, inclusive. São filmes que marcaram a vida e prometi que não iria colocar Amadeus, A Liberdade é Azul, Scarface e outros que sempre cito. Vou diversificar um pouco, ok?

Melhor é Impossível

Oscar de melhor evolução de personagem

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Já perdi a conta de quantas vezes assisti este filme e só posso dizer que o amo muito! Adoro ver a evolução do personagem do Nicholson que tem TOC severo e é um escroto de carteirinha. Tirar alguém da misantropia não é fácil e precisa muita paciência. Eu nem precisaria indicar este filmaço pro Oscar porque o Jack Nicholson ganhou como melhor ator e a Helen Hunt como melhor atriz. Se você ainda não assistiu, não perca mais tempo!

Ghost World

Oscar de melhor filme que ninguém dá valor

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Outro filme que assisti diversas vezes e, para minha surpresa, foi indicado para Oscar de Melhor roteiro adaptado em 2001. Não sabia mesmo e achei MUITO legal. Esse filme é sobre pessoas que não conseguem se encaixar direito na sociedade por “n” motivos, mas possuem empregos e vidas normais. Vale a pena, pessoal!

O Iluminado

Oscar de melhor terror psicológico

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Um clássico, um sucesso, um amor do meu coração. Lembro que assisti pela primeira vez com uns 13/14 anos e nunca mais larguei desse maior terror psicológico cinematográfico. Tenho camiseta, um DVD antigaço, já pendurei uma foto do Jack Torrance atrás da porta (quando morava sozinha) e me borro de medo do Overlook Hotel. Só não li o livro, shame on me. Merecedor do Oscar eterno.

Gritos e Sussurros

Oscar de melhor filme intimista

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Teve uma época que assisti vários filmes do Bergman e fiquei chocada com a ousadia e beleza da direção desse sueco. Ele era muito fora do tempo dele, muito mesmo. Gritos e Sussurros é um dos meus prediletos. É um filme pesado sobre morte, sofrimento, amor fraterno. E é bem colorido, apesar de tudo. Fui pesquisar se ele tinha sido indicado ao Oscar na época (1972) e descobri que foi como melhor filme e não como melhor filme estrangeiro, o que foi algo inédito.

Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças

Oscar de melhor filme mimimi

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Jamais fujo do clichê, né? Mas esse filme é muito importante para mim. Toda vez que fico chateada por causa do coraçãozinho, dou uma (re)assistida pra chorar um pouco com esses dois (Joel e Clementine). Ele realmente ganhou o Oscar por Melhor roteiro original.

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Oscar 2014 – Só os lindos

A premiação do Oscar por si só é super movimentada, o Red Carpet então… bomba horrores! Para ajudar, tem mil festas pós-Oscar: Elton John AIDS Foundation Academy Awards, Vanity Fair etc. A segunda é a mais top, pois reúne quem estava por lá e outras celebridades de primeira (e segunda também). As vencedoras e concorrentes mudam de vestido, sem contar as entrevistas que são dadas depois de toda a emoção.

Além disso, a revista costuma fazer ensaios belíssimos com convidados e graças ao Instagram já dá para ver alguns shoots feitos por Mark Selinger:

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Posso entrar no meio? Paul Rudd e Adam Scott <3
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Sofia Vergara gatíssima
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Esses lindos! Mindy Kaling e B.J. Novak
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AMO esse casal: Leslie Mann e Judd Apatow
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Naomi Watts tarra a cara da Sharon Stone
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O lindíssimo Jon Hamm com sua mulé sem sal Jennifer Westfeldt
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Lady Gaga e Donatella Versace
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O casal indinho Portia de Rossi e Ellen Degeneres
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English, motherfuker, do you speak it? Samuel L. Jackson <3
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Bill Murraaaay
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Casal fashionista – Diane Kruger e Joshua Jackson

Agora vamos falar das mais belas da noite. Os três vestidos mais lindos no Oscar foram da Lupita, Cate Blanchett e Kate Hudson. Estavam belíssimaaaas! A Hudson estava inspirada e o vestido na festa da Vanity Fair também era lindo.  Eu confesso que a Lupita é minha nova girl crush, ela é esguia, tem um rosto lindo e abusa das cores como ninguém. O vestido Prada escolhido para ocasião a deixou num mood princesa perfeito! Gostei muito das escolhas de Angelina Jolie – que pode usar volume sem medo e da minha predileta forever, Sandra Bullock. Para quem ama maquiagem, a Vic Ceridono fez um post legal a respeito. Aqui tem fotos da festa pós-Oscar e aqui tem da premiação.

Prediletas do Oscar 2014

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Kate com Atelier Versace; Lupita de Prada; Cate de Armani; Sandra com Alexander McQueen e Angelina de Elie Saab

Prediletas da festa Vanity Fair

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Kate vestiu Zuhair Murad
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Diane Kruger de Valentino; Jennifer Lawrence vestiu Tom Ford; Emilia Clarke de Balenciaga; Evan Rachel Wood vestiu Elie Saab e Taylor Swift de Julien MacDonald

Para finalizar:

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Anjelica Houston e Tom Ford

Os figurinistas de Marilyn Monroe

Depois de falar um pouco sobre a equipe de beleza da Marilyn Monroe aqui, hoje é dia de mostrar alguns dos estilistas que fizeram bonito junto com a bombshell e assinaram looks icônicos em alguns de seus filmes:

JEAN-LOUIS 

Jean-Louis nasceu em Paris, no dia 05 de outubro de 1907 e foi um designer renomado em Hollywood, tendo assinado diversos figurinos para os filmes de Marilyn Monroe, Rita Hayworth, Judy Garland, Marlene Dietrich etc. Começou sua carreira como ilustrador na casa francesa Drecol e depois mudou-se para Nova York, sendo empregado pela empresária austríaca Hattie Carnegie. Suas criações ficaram famosas e a atriz Irene Dunne acabou tornando-se sua cliente. Outra cliente foi Joan Cohn, esposa de um dos produtores da Columbia Pictures. Com seu trabalho reconhecido, Jean-Louis começou a trabalhar em 1944 na produtora de filmes e ficou como chefe do departamento de figurino até 1960, chegando a vencer o Oscar de melhor figurino pelo filme The Solid Gold Cadillac.

Além de ter criado o famoso vestido de cetim preto que Rita Hayworth usa em Gilda (1946), ele também criou o caríssimo (e pesado) vestido nude que Marilyn Monroe usou no aniversário de John F. Kennedy, em 19 de maio de 1962, na Madison Square Garden. Na realidade, o vestido foi criado para Marlene Dietrich, mas acabou indo para Monroe. Jean-Louis também assinou o figurino dos filmes Something’s Got to Give e Misfits, um dos últimos de Marilyn. O estilista faleceu em 20 de abril de 1997, deixando a atriz Loretta Young, viúva.

WILLIAM TRAVILLA

William “Bill” Travilla nasceu no dia 22 de março de 1920, em Los Angeles e foi um figurinista consagrado na época de ouro de Hollywood. Seu encontro com Marilyn Monroe aconteceu em 1951, quando ele a vestiu com o polêmico saco de batata com franjas de Idaho. Antes disso, ele estudou na Chouinard School of Art, em Los Angeles, onde mostrou seu talento precoce para criar croquis. Ainda com 16 anos, Travilla ganhava dinheiro vendendo seus sketches para showgirls em casas burlescas, tema que ele era obcecado.

O estilista trabalhou em centenas de filmes americanos entre 1941 a 1980, sendo reconhecido pelos figurinos de Marilyn Monroe em oito de seus filmes. O mais icônico é o vestido branco esvoaçante do filme “O Pecado Mora ao Lado” (1955) que foi vendido em 2011 por US$ 4,6 milhões no leilão realizado pela Profiles in History. O vestido de lame dourado para Os Homens Preferem as Louras (1953) e o de cetim rosa para Como Agarrar um Milionário (1953) também tornaram-se inesquecíveis. Ele e Marilyn foram grandes amigos, tanto que o figurinista a via como uma filha.

Travilla também desenhou figurinos para a televisão, entre 1960 a 1986 e, durante sua carreira, foi nomeado ao Oscar quatro vezes, recebendo um de Melhor Figurino por As Aventuras de Don Juan (1948). Também foi nomeado ao Emmy por seis anos (1980-86), ganhando duas vezes por Moviola – The Scarlett O’Hara War e Dallas.