Música

Top 5 – Meus cantores favoritos

Eu sou muito fiel aos meus cantores e minhas bandas prediletas. Com Interpol, por exemplo, tenho um relacionamento sério há 11 anos (completou este ano <3) e escuto quase todo dia. Esta banda me liga a mudanças e acho isso interessante. Sou muito fã da voz masculina e gostaria de apresentar meus 5 cantores prediletos (depois faço de cantoras).

1- Frank Sinatra

O Frank é muito especial na minha vida, já que o escuto desde criança. Minha mãe tinha alguns discos dele (vinil mesmo) e colocava para eu escutar. Inclusive, comecei a aprender inglês com ele. Quando surgiu o CD na sociedade, o New York, New York foi um dos primeiros que comprei e o tenho ainda hoje. Eu o amo tanto que tem quadro dele no meu quarto, heh. O Frank era uma artista muito completo, excelente intérprete e bom ator. Ele realmente merece o apelido de “The Voice”.

Se eu pudesse escolher uma música para casar seria essa:

Uma das minhas prediletas (tenho esse vinil):

http://youtu.be/v3WAGYfLNbk

 

2- Freddie Mercury

Está para nascer alguém tão maravilhoso como o Farrokh Bulsara, fato. Cantor, compositor, pianista, showman, maravilhoso, conselheiro e príncipe da suuuuruubaaaa. Eu acho incrível o fato que ele era uma pessoa super tímida e se transformava no palco, sabe? Se libertava mesmo. Ele era talentosíssimo em todos os sentidos, sendo que a logo do Queen foi feita por ele (era designer gráfico). Para vocês terem noção da potência da voz deste hómi, escutem isso aqui, por favor. De nada. Eu sou completamente fascinada pelo Queen e, é claro, pelo Freddie Mercury. Esse medley da carreira solo dele é amor. Minhas favoritas (apesar que a segunda não é bem da carreira solo dele):

I don’t have no time for no monkey business

Acho essa música muito fofa! Você sabia que “Love of my life” foi feita para a primeira namorada dele? ;)

http://youtu.be/pt2iz1Tc8EY

3- David Bowie

Eu tenho algo na minha mente muito claro: não confio em gente que não gosta do David Bowie (nem que seja pelo estilo, sei lá, te vira). O cara é uma referência eterna no meio musical e fashion, um camaleão, um Deus, um feiticeiro, ele é demais (HAHA). Também já fez filmes incríveis como Labirinto e The Hunger, parcerias musicais inesquecíveis (Trent Reznor, Brian Molko, Freddie Mercury etc) e tem uma carreira para lá de consolidada. Impossível não pagar pau para esse ser maravilhoso.

Glam Rock na veia, bitches!

Esse comercial da Louis Vuitton é bem recente e tem participação do muso. Sou totalmente apaixonada pela produção, como ele olha para ela, o clima meio Labirinto, os mascarados, Veneza, “I’d rather be high” versão cravo, a bolsa linda, enfim, tudo perfeito! Well done, LV.

4- Paul Banks

Mas é claro que o vocalista do Interpol estaria aqui. Óbvio ululante. Desses músicos mais novos, o Paul Banks é o que tem 100% do meu respeito. Ele é um compositor muito incrível, tem uma voz de barítono deliciosa, uma melancolia enrustida (pero no mucho) e uma carreira solo (como Julian Plenti ou Paul Banks mesmo) bem promissora. No começo do ano cheguei a ir ao show de sua carreira solo e fiquei muito feliz, a qualidade do som do cara é notória. Para quem gosta de um bom post-punk, Interpol e a carreira solo do vocalista são essenciais. Amo para sempre!

Eu chorei tanto ano passado quando descobri esse cover que ele fez do Frank Sinatra (escutem da Billie Holiday também). Socorro, viu? Uniu tudo que amo num só. Até minha mãe curtiu :)

Take me back, I love you 
…I need you 
I know it’s wrong, it must be wrong 
But right or wrong I can’t get along

Without you 

Be great, but know the strength,
Be brave and show your teeth with your peace.

 

5- Morrissey

Morrissey não poderia faltar na minha listinha, é claro! Fiquei bem contente em ter tido a oportunidade em ir ao show desse ícone em 2012. Infelizmente não foi bom por questões de localização e acústica, mas né, cantei “Everyday is like sunday” de olhinho fechado. Gosto muito dele, apesar de achar que algumas declarações feitas são do tipo “attention whore”. Amo The Smiths e adoro a carreira solo do Moz :)

Minha predileta que não tocou no show, heh :/

Why do you come here?
And why do you hang around?
I’m so sorry

Minha segunda predileta (também não tocou, fail)

I’m not naturally evil
Such things I do
Just to make myself
More attractive to you
HAVE I FAILED ?

Plus: De brasileiro posso citar imediatamente o Chico Buarque :)

As ilustrações de Paul X. Johnson

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Se você é de Curitiba e tem bom gosto musical, já deve ter escutado a Mundo Livre FM. Eu deixo sintonizada na 93,9 FM (hahaha) toda manhã, enquanto me arrumo para ir trabalhar. A programação é perfeita e toca até o trabalho solo do Paul Banks. Adoro mesmo. Dia desses tocou uma música que achei muito bacana e, como estava com pressa, só tirei a letra e procurei no Google depois. Descobri que era a banda britânica The Courteeners com Lose Control:

Daí que fui atrás e me encantei com a ilustração do terceiro álbum deles, Anna.  Pesquisei mais um pouco e descobri que era do Paul X. Johnson. Já tinha visto o trabalho desse ilustrador inglês no Pinterest da vida e realmente é muito incrível.  Ele já fez trabalhos para a Adidas, The Times UK, The Guardian, ELLE, GQ Magazine, entre outros. Vontade de pedir para ele me ilustrar, viu?! HAHA E quase comprando esse aqui. Ó só:

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Paul X Johnson himself. JÁ CASEI!

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Você conseguiu, leticia_kiedis@hotmail.com

Ai, ai. Nem sei como iniciar esse post, mas vou tentar de forma bem jacu: imagine uma menina de 14 anos que adorava Red Hot Chili Peppers, mas morava no interiorrr do Paraná e trocava um ovo de páscoa por um CD da banda (Californication). Essa mesma garota, ainda com 14 anos, ganhou de presente  de 15 anos uma viagem pra Disney (awwn, que legal!) e resolveu gastar um pouco do seu dinheirinho contado em um CD chamado Blood Sugar Sex Magik, pois sabia que não iria encontrar na cidade em que morava. Depois de um tempinho, finalmente ela teve acesso a internet discada e seu primeiro e-mail era leticia_kiedis@hotmail.com. E ela entrava em fã clubes do Yahoo e tudo era legal, só que ela não tinha idade em ir aos shows etc etc etc. Tá, chega!

voce-conseguiu-leticia_kiedishotmail-com_0Eu cresci (pero no mucho), mudei de cidade e hoje em dia consigo pagar meus shows na medida do possível. Então que eu e minha amiga de trabalho Gabi (beijos, gata!) resolvemos ir para São Paulo, dia 07 de novembro, para ver Yeah Yeah Yeahs e Red Hot Chili Peppers.

Fomos na excursão do Curitiba Underground que recomendo altamente pela organização, preço e facilidade. Foi um bate-volta bem cansativo, mas valeu a pena. Adendo importante: por favor, pessoal de Curitiba, parem de utilizar o serviço de táxi do LigTáxi (3333cu3333) porque fui atendida por um taxista MUITO grosso  às 5 da manhã e ninguém merece, right? Utilizem esse aqui que é mais negócio.

Ok, voltando: eu juro por tudo que é mais sagrado que não estava ansiosa para esse show. Não sei o que rola comigo, mas só surto no dia mesmo. Tanto é que esqueci de contar para o pessoal que tinha comprado o ingresso (que peguei no dia). Só quando cheguei no Anhembi que realmente me dei conta que estava prestes a ver meus ídolos de adolescência e soltava um gritinho nervoso de meia em meia hora.

O triste mesmo foi entrar no estádio e deparar com o espaço entre o palco, pista premium e a pista comum. Eu estava na pista normal e a distância era imensa, ridícula mesmo. E o mais triste ainda foi ver que sobrou um senhor espaço na pista premium que poderia ser dado para os pobres da pista normal como eu. Igualdade de pistas, KD?? Isso me murchou de um jeito que só a Gabi (minha parça) entende. Tentei abstrair esse fato e fiquei esperando a entrada do Yeah Yeah Yeahs que é uma banda que sempre quis ver ao vivo porque adoro a Karen O.

They don’t love you like i love you

A pontualidade foi bonita: desde a abertura dos portões, do primeiro show ao principal foi tudo bem britânico. Na hora do show do YYYs comecei a ir mais para frente e consegui assistir bem pelo TELÃO. Antes isso do que nada. Karen O. sempre exótica e parecendo o Marilyn Manson, já o som estava meio ruim e a setlist foi marromeno. Eu tenho testemunha ocular (Gabi again) desse lance que aconteceu: eu era a ÚNICA na pista que estava realmente curtindo o show aka cantando e dançandinho. Quando começou a tocar Runaway,  dei um gritinho e todo mundo olhou para mim, WHAT. Eu cantei a música inteira sozinha. Foda, mas nem aí, viu? Achei nada a ver essa banda abrir RHCP porque não tem muita ligação e o público principal nem conhecia. O interessante foi o respeito da galera: ninguém cantou, mas não ficou apavorando com gritos pedindo para sair ou algo do gênero. Todo mundo estava ciente que eles abririam e a banda é muito boa, então…

I’m a low brow but I rock a little know how

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Bem, depois que terminou YYYs, já começaram a desmontar o palco e em uma hora estava tudo pronto para os cacuras entrarem. Às 21h04, entra Anthony Kiedis e sua trupe, e eu comecei a ficar toda emocionada. Confesso que não escutava os caras como antes, porém é inevitável não ter um carinho especial. A setlist foi bem democrática e teve desde do antigão, hits a atuais. Eles estavam bem simpáticos, teve muito jam, o Flea entrou plantando bananeira e conversou bastante (não entendia metade, haha).

Fiquei tão feliz em cantar Otherside junto com uma galera e fiquei MUITO emocionada com Under the Bridge, escorreu até lágrima. Foi um show meio egomaníaco porque fiquei pensando o tempo todo da minha mocidade até agora (hahaha). Nada muito complicado, é claro, nunca passei fome, nem nada… mas consegui caminhar bem e meu objetivo atual é ganhar mais para comprar um apartamento e ser a rainha da pista premium, HAHAHA.

Enfim, eu adorei a vibe desse show, a animação, as músicas escolhidas (colocaria Scar Tissue, Suck My Kiss, Breaking the girl, Apache Rose Peacock, Knock Me Down e o JOHN FRUSCIANTE).  Voltei para casa muito feliz, rouca e esperando próximo show.

Oh no! Cultural revolution just begun!

jonfen

Senta que lá vem história: Eu sei que é infantil, babaca etc, mas já tive síndrome de underground com o Gogol Bordello. Depois de ter assistido “Uma vida iluminada” , em 2006,  fui atrás de mais informações sobre o Eugene Hütz (que tinha amado), logo descobri que o moço tinha uma banda. Naquela época, eles disponibilizavam o download completo do Underdog World Strike e fiquei in love pelo tal gypsy punk. Eu me achei demais por ter descoberto uma banda foda que ninguém conhecia, aquelas coisas de quem tem 20 anos e acha que é gente, sabe? Uó. Se ninguém conhece fica meio difícil da banda vir ao Brasil, DUH.

Enfim, só conhecia uma pessoa que sabia da existência do Gogol, a colega de LiveJournal Tetê Glitter. Ela organizava a Go East Orkestar, uma orquestra especializada em música dos Balcãs. BÃO, já tem um tempinho que tenho um certo amorzinho pelo Leste Europeu, então quase tudo que puxasse para esse lado – principalmente musicalmente – me interessava (foi assim com Beirut também – outro show muito legal que já fui).

Felizmente a banda começou a aparecer mais. O Eugene foi convidado para tocar com a Madonna e estourou. Eles iam direto para o Rio de Janeiro (a Tete sempre contava algo) e nunca dava certo para eu ir aos shows (nem no Rio, nem em festivais etc). Eu sempre tive certeza absoluta que iria me divertir muito, que dançaria para caramba, que cantaria feito doida.

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Até que em 2013 anunciaram a vinda deles para Curitiba. Poxa, fiquei TÃO feliz, parecia uma recompensa por nunca ter ido ao show deles, sabe? Felicidade pura. Senti a mesma coisa quando teve show do Prodigy aqui. Eu ia sozinha no show, mas tive a sorte em encontrar uma colega de trabalho que também gosta da banda e até comprou o ingresso uma semana antes do evento (e ainda levou um casal super legal junto).

E eu estava certa: me diverti muito, dancei pra caramba, entrei numa roda de pogo (oi?) e cantei feito doida. Que bonito ver a alegria de cada músico da banda, a vontade de se divertir de todo mundo (músicos e público), a multiculturalidade dos membros e tudo mais. A Elizabeth representa o girl power, a fia é demais! O Sergey botou pra quebrar (ele é mais badass ao vivo), Pedro agitando a galera, o Pasha sendo galã com seu acordeon (crush total). A vibe foi muito boa. O público era muito bom também: tinha de pessoas mais velhas a moço com muletas. Vi uma flâmula da Ucrânia sendo erguida (na plateia). Apesar disso, senti falta de várias músicas (Illumination, Dogs were barking, American wedding etc etc. setlist aqui). Mas ok ok ok (Nelson Rubens) foi demais!

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http://youtu.be/DY66lJifut

Espero que voltem sempre :D

Música que dá força no horário comercial

Segunda-feira, esta cretina maldita. Por mais que eu goste de fazer o que faço, chega uma hora que é preciso dar um recarregada na bateria. O que me dá gás é a música. A música é meu café. Sério, quando coloco o fone pode me esquecer. Fico tinindo no teclado (e no word). Fiz uma lista do que ando escutando bastante:

Adam and the Ants

Fiquei mais de um mês falando dessa banda, sorry. Só que escuto muito, muito mesmo. e não conheço ninguém que curta também. então vamos lá, escute:

http://www.youtube.com/watch?v=_dRhAixydF0=500

David Bowie

Amor da vida! Não confio em gente que não gosta de David Bowie, fato. Teve um dia que escutei Velvet Goldmine umas 10x. Eu tenho esse problema com repeat, como já contei aqui.

http://www.youtube.com/watch?v=DTzCQlkBKJM

The Police

Pode me chamar de cafona, mas gosto deles. É bom para fazer postagens em blogs.

http://www.youtube.com/watch?v=SmX4SfYt0Ns

 

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