Pensando

Feliz Dia dos Namorados

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É cruel, mas é verdade! Se ele não aparece, não liga, não faz nada, ele simplesmente não está a fim de você (ou morreu). Eu chorei pacas quando vi esse filme no cinema porque foi preciso entender o fato que não é todo mundo que vai correr atrás, ligar ou vai querer ficar sentado no sofá com você sem fazer nada.

Quantas vezes não dei conselho para amigas falando “ah, mas quem sabe a bateria do celular acabou, né” ou eu mesma acreditei nisso. Não, fia. A bateria não acabou, ele não foi roubado, ele só não vai te ligar mesmo. MOVE ON. Duro, mas é real. Por isso que estou em rehab emocional já faz um tempo. E, como estamos no mês do Santo Antônio, vamos conversar sobre relacionamento (já começando com um murro no estômago, sorry).

O problema real não é “arrumar um hômi”, o problema real é “arrumar um hômi interessado”. Um homem que te dê segurança, amor, reconhecimento, prazer e alegria (me deixa só falar das coisas boas, Araci). Viro um monstro quando me sinto insegura. Eu me fecho, fico agressiva, ciumenta (que não é bonitinho, acredite), choro quando vou dormir e crio cenários dignos do The Rains of Castamere, s03x09 de Game of Thrones. NOT COOL, MAN! E desde quando isso vai dar realmente certo? Né. Tenho plena consciência que a confiança vai sendo moldada a partir do tempo, porém, te garanto que não tive oportunidade nem para isso. Eu não gosto de incomodar, não gosto de sentir que pareço ser uma carga, um adendo para a pessoa. É tanto “não” numa frase só… Talvez isso tenha ajudado nos desastres amorosos que já passei. OLHA ARRUMANDO DESCULPAS.  Além do mais, acredito que quando um não quer, dois não brigam. É o 8 ou 80 de um relacionamento. Me corrija se estou errada. Minha terapeuta vai me matar depois dessa.

Hoje é Dia dos Namorados e o Joel do  Brilho Eterno de uma Mente sem Lembrança, já diria “today is a holiday invented by greeting card companies to make people feel like crap”, o que não deixa de ser verdade, né? Mas pra quê ficar de mimimi se é tão legal celebrar algo que está dando certo? Acredito na pessoa certa, na hora certa, naquele momento que PÁ, as coisas se encaixam e você entende porque tudo era tão errado antigamente. Eu acredito que uma hora ou outra, esse meu momento vai chegar e, que antes de tudo, EU preciso ser a pessoa mais importante da minha vida do que achar que o outro tem obrigação de me fazer feliz.

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O texto ficou meio bizarro. Começa do mal e termina do bem. Mas era essa a intenção mesmo.

L’amour e signos

superinteressante: amor

Finalmente achei essa edição especial que a Superinteressante fez sobre “Como as pessoas funcionam”: amor (tem o da “ansiedade” e “por que você assim”). Tinha comprado a versão online pela IBA, mas não curti ler pelo PC, sou old school e prefiro papel (se alguém quiser ler, cobro R$ 2,50 para ter acesso HAHA).

Sendo uma boa libriana, Vênus  no sol e na lua, sou chegadíssima nessas coisas sobre amor, apesar de ser meio FAIL nesse departamento (na prática é outra coisa). Cheguei a gastar quase R$ 50 para comprar o livro “Amor Líquido” do maravilhoso sociólogo polonês Bauman e é um tapa na cara da sociedade (ainda não o terminei porque comecei a ler mais dois livros na mesma época).

Estava analisando os meus relaciomentos ou incidentes amorosos – como ando chamando – e percebi que o único rapaz que realmente considerei como ~namoradinho~ foi justamente um libriano. Eu era nova na época e não tava muito aí para essas coisas e, mesmo assim, ele me proporcionou muitas lembranças bonitinhas e românticas (aka vergonhosas <3), além da primeira dor de cabeça e chororó também. Esse rapaz – que era mais velho do que eu – hoje em dia já está casado e espero que seja muito feliz. Além disso, está perdoado pelo que fez no finalzinho da nossa ~ relação~. Digo perdoado porque tenho escorpião como segundo signo e guardo mágoa fácil (tô aprendendo a vomitar essas coisas da minha alma). E sim, eu acredito na influência de sol, lua e o caralho a quatro, não venha de mimimi para cima de mim que não liga pra essas coisas e respeite quem acredita /escorpiana mode on.

Enfim, eu tô numa fase da vida que não quero mais saber de MOLEQUE. Aliás, nunca fui chegada em bad boys, sempre gostei mais dos bonitinhos, sonhadores e parceiros. Não acho legal homem cafajeste (tem mina que curte, acredite) e nunca cheguei a ser de fato mulher de malandro (pulo fora antes). O lance que tenho o dom de transformar todos esses indíviduos em grandes pendejos ou eles são excelentes atores e me enganam direitinho. E sabe, glr? tô bem de saco cheio de relaciomento mediano/mimizento, me incomoda, sou chorona, sofredora, me encho de ruga de preocupação, Deus me livre e guarde. Vejo tanta mina CHATA bagarai com bofes bem legais e gente, de boa, eu não sou tão pentelha assim. Talvez neurótica e sem paciência para aturar tanta babaquice. Quem nunca? Tô fazendo terapia não é à toa (e me ajuda muito).

Mas o lance é que ainda tenho fé que terei um super encontro nesta vida com um bom  e fiel ser (espero que barbudo) que irá me entender, amar e respeitar MUITO, sair tomar uns gorós comigo (eu racho conta, SEMPRE), ficar sentado no meio da rua rindo das pessoas (é possível, acredite, no meio da rua mesmo), ir na zombie walk comigo e com minha mãe, viajar muito (isso é meu verdadeiro casamento, vamos casar na Romênia HAHA). E entre outras coisas que acontecerão por conta própria, sem ser apenas meus sonhos se tornando realidade, mas os dele também. Se eu não achar também, paciência. Eu adoro minha própria companhia, sem falsa modéstia. Mas do jeito que o amor me interessa, espero ter sorte nesse “indomável sentimento”. Heh.