Pessoal

Sobre ser solteira

A gente lê tanto sobre relacionamento, como conseguir um partidão etc, mas sobre ser solteira e não achar isso um problema é pouco falado. As pessoas acham um absurdo ser solteiro e ainda gostar disso. Imagina, né? The horror, the horror. Para alguns esse estado civil é sinônimo de solidão, desamparo, parece que você deu errado na vida. Ou de devassidão e sinônimos. Vou tentar explicar como me sinto em relação a isso. Minha intenção não é fazer um textão com teor motivacional do tipo “ame sua própria companhia”. Isso é óbvio ululante. AME MESMO. Ou um post-poético-inspirador para angariar 54658 compartilhamentos ou likes. É apenas um relato pessoal.

Estou solteira já tem alguns anos. Posso dizer que nunca namorei mega sério. Isso não significa que eu não me relacione. Não. Vez ou outra conheço algum rapaz e geralmente as coisas não engrenam. Motivos? Alguns: 1) eu não estava a fim; 2) ele não estava a fim; 3) eu forcei uma barra; 4) ele forçou a barra; 5) eu estava em crise existencial; 6) ele estava em crise existencial e assim por diante. É falta de timing, interesse, amor e, pasmem, até RESPEITO.

timing
Romance é algo que não tenho muita proximidade. Alguns caras já fizeram coisas bem bonitinhas pra/por mim, é verdade. Eu também fiz. Mas sempre faltou um pouco de intimidade. Já brinquei que tenho um déficit no sistema amoroso. Mas na realidade tenho um problema com rejeição e um pouco de preguiça de relacionamentos. Provavelmente isso seja um fator relevante. Como percebo e aceito isso, logo tento melhorar.

Por conta desse desencontro todo, aprendi a ser uma boa solteira. Gosto dos meus momentos sozinha. Adoro minha própria companhia. Me divirto sozinha. Fui criada por uma mãe solteira e sou filha única. Fico mais incomodada em sair com um cara que está em conflito interno e não sabe o que quer (aka me fazer de trouxa) do que ficar sozinha. Tem gente que prefere viver num limbo “amoroso” do que ficar por conta. Me chamam de desistente, mas prezo muito meu estado mental. Acredito que ficar junto com alguém que suga sua energia – seja amor ou amizade – é perder muito tempo na vida. No decorrer da existência, a gente fica vacinado de bobagens e até frustrações das relações humanas. Vejo isso como uma evolução, não um problema. O que me incomodava com 15 anos, não me incomoda mais com 30.

samanta j love yrself

Obviamente – sem ser hipócrita – que ainda existem momentos que dou uma choramingada em não ter tido um amor mais profundo. Já me perguntei inúmeras vezes o que faço de tão errado; fiz terapia pra tentar dar certo num relacionamento (isso mesmo), já chorei muito por causa de bofe. Foi tanta “sofrência” que passei a valorizar minha própria companhia. Costumo observar o relacionamento de alguns conhecidos e de amigas. Alguns são legais, com uma boa sintonia, mas a maioria é um terror, abusivo. As pessoas costumam forçar apenas para não ficarem sozinhas. Cansativo e frustrante demais. A gente fica refém de convenções sociais que te forçam a encontrar um par na vida, já que ser solteiro, por mais que você não esteja preocupado com isso, seja algo constrangedor (???).

Algumas pessoas não são boas com relacionamentos amorosos. Não se saem bem ou não gostam. Tem outras pessoas que preferem ser solteiras. Se sentem bem e são felizes. Outras que precisam ter alguém pra se sentirem completos. Não dá para julgar o sentimento de cada um, por mais que não concorde ou não viva isso. É pessoal e intransferível. Lembrete: não estou citando a índole de ninguém. Seja bom e honesto solteiro, namorando ou casado. Ser solteira convicta ou não, é apenas um fato da vida. Ninguém precisa ter piedade por algo que é pra ser natural.

magritte

Pode ser que um dia eu conte por aqui que estou muito apaixonada e num momento amoroso de recíproca intensa. Pode ser que isso nunca aconteça e continue valorizando mais ainda meu estado civil como solteira. Pode ser, pode ser. Não sou o Nostradamus, não consigo prever o futuro. A partir do momento que percebi que sou uma boa companhia, minha vida melhorou muito. A gente vive numa pressão constante: se tá solteiro precisa arrumar um namorado. Se namora precisa casar. Se casou precisa ter filhos. Uau.

Nunca tive planos em casar de véu e grinalda, ou ter filhos. Meus planos são basicamente ter oportunidade em viajar sempre e ser feliz comigo mesma. E te digo, viajar é caro e nem sempre a gente tá feliz/positiva/gratidão/loveyrself. Amor, aquele romântico, é legal sim, claro! Deve ser gostoso sentir a reciprocidade do ser amado, se entregar, declarar etc. Mas amor próprio é muito mais necessário. Afinal, você tá por conta nesse mundão.

15 acontecimentos pessoais de 2015

Confesso que quando tive ideia em fazer em post, já imaginei o coitado como rascunho eterno. Aquele que você começa a escrever e fica 15 anos incompleto/esquecido etc. A princípio seria apenas cinco acontecimentos – bem mais fácil e rápido – só que me propus em analisar o ano e tirar 15 coisas legais dele. NUM É POSSÍVEL, NÉ? Viver 365 dias e não conseguir fazer na-da? BITCH, PLEASE.

1- Mudança de profissão

Esse foi para começar os dois pés no peito de 2015. Não foi nada planejado, mas tá indo. Ainda é difícil, cada dia de uma vez, um cansaço físico maior, porém, o amor por deixar as pessoas bonitas é bem grande. Eu estou como maquiadora no momento, pode ser que vá pra outra função. Mas tenha em mente: melhor decisão de 2015.

2- Ter passado um mês direto em SP

Meu lance com São Paulo é antigo. É uma cidade que é ame-a ou deixe-a, sabe? Eu amo, eu viveria lá, apesar daquele corre louco. Fui pra fazer meu curso de maquiagem e foi uma dor imensa ter a deixado. Teve um dia que estava voltando pra casa (Bela Vista) e comecei a chorar no meio da rua porque meu dinheiro estava acabando e não havia conseguido emprego lá.

3- Ter voltado para Curitiba e conseguido um espaço num salão

Quando voltei pra Curitiba começou a acontecer várias coisas interessantes: já no primeiro dia ganhei convite pra ir na inauguração do Hard Rock Cafe (comi e bebi de graça); no segundo dia fui em um desfile todo alternativo (haha) e no terceiro consegui um emprego no primeiro salão alternativo da cidade.

4- Fui ao show do Interpol e ainda vi Smashing Pumpkins

5- Completei 30 anos em Amsterdam em um coffeeshop (feat. minha mãe)

Queria muito passar meu aniversário fora da rotina. Nem que fosse em uma viagem dentro do Brasil, mas tinha de ser algo bem diferente. Bom, finalmente fiz uma viagem longa pra fora! Sim, não fiz os posts que havia prometido… Quem quiser dicas, infos etc, entre em contato. Fiquei mega deprê desde que voltei, minha vida deu até uma estagnada, logo passa.

6- Fiquei uma semana em Berlim

Vivi praticamente como uma local: fiquei numa casa pelo airbnb, andava apenas de metrô, trem ou a pé. Além disso, finalmente conheci minhas amigas da internet, Bruna e Bianca. As conheço faz 15 anos e elas foram incríveis comigo e minha mãe. Vou guardar essa viagem no coração.

7- Conheci o Siegessäule

12112249_10156212204650584_8516358693925186241_nMDDC! Pra mim era importante conhecer esse monumento pela razão: ASAS DO DESEJO. Foi um momento incrível: estávamos eu, minha mãe, Bibs, Bruna e Fabian. Depois de visitar feirinhas locais, fomos pra lá e fiquei super emocionada. Para chegar perto, é necessário passar por um ‘túnel’ e tinha um músico tocando a 9º sinfonia do Beethoven. Enquanto o pessoal andava, eu parei pra dar uma gorjeta pro cara e dançamos juntos.

8- Conheci a casa do Mozart

15-2015-4Fiquei devidamente apaixonada por Viena. Muito mesmo. Assim, DEMAIS. Cidade linda, bem cuidada, alegre, pessoas educadas, sorridentes. Realizei o sonho em visitar uma das casas do Mozart – que virou museu (fui em 18 museus no total, haha). Fiquei emocionada diversas vezes, pois cresci o escutando (e isso foi uma das razões pra ter tido Áustria como um dos destinos), então pisar na casa dele foi mega especial.

Só um adendo: além de conhecer todas essas cidades maravilhosas, finalmente vi as árvores de outono. Sou apaixonada pelas folhas laranjas desde criança.

9- Chorei dentro de uma Igreja, porém foi na Baby Jesus em Praga

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Trívia: tenho medo de igrejas pomposas. É muito santo grande e isso me incomoda MUITO. Minha mãe ama visitar igreja e nossa viagem foi parceria pura. Ela queria muito conhecer a Igreja do Menino Jesus de Praga, e fiz questão de conseguir chegar lá. Quase nos perdemos, porém deu tudo certo. Foi bonito porque estava tendo missa (era num domingo) e chegamos no finalzinho, quando o coro começou a cantar Amazing Grace. Tinha uma Nossa Senhora Aparecida e um padre que falava português. Lembrei da minha vó também, enfim, foi um monte de sensação bonita que nunca tinha sentido em uma igreja e acabei chorando também. Loco.

10- Fiquei bêbada em Munique ao meio dia

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Munique é a Disney dos adultos. Nem pensava em ir, mas o voo pro Brasil por lá era mais barato. Que cidade maravilhosa! Vegetariano não sofre, viu? E a cerveja, meu povo? QUE COISA DELICIOSA. Eu perdi a noção lá, virava tudo as canecas sem sentir porque era delicioso (e o grau alcoólico alto). Amei e quero voltar.

11- Não participei de amigo secreto

12- Beijei a Sharon Needles e vi um show da Latrice Royale

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Aqui tem mais.

13- O Camões completou 10 anos comigo

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O meu amor caolho completou 10 anos desde o nosso encontro na rua. Aqui conto sobre como o achei.

14- Tive momentos interessantes e surreais como maquiadora

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15- Consegui fazer uma lista com 15 momentos pessoais que me marcaram em 2015

Quero luxo

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O blog está parado mesmo, eu sei! Em novembro eu volto para contar o motivo do sumiço e dar vááárias dicas do que vai rolar nesse hiato. Eu mereço, nós merecemos. Tinha feito um post pro dia 14 – o dia que completo 30 anos – mas achei melhor guardá-lo porque sim. No mais, você pode seguir a fanpage do blog, já que deixei um monte de coisa agendada. Beijos e até daqui a pouco.

>> https://www.facebook.com/mais20minutos

Vida de maquiadora em Curitiba

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Acho que estou devendo um post para contar como anda minha mudança de profissão, né? Dia 20 de maio fiz o anúncio e de lá pra cá muita coisa aconteceu. 5 meses como maquiadora e confesso que estou feliz. Ainda não realizei nem metade e estou batalhando para isso. Continuo no Lolitas, porém de sexta e sábado. Já durante a semana fico como freela para editorial, produção, sobrancelha e o que surgir de legal.

A vida como maquiadora é interessante pelo seguinte: o horário é mais flexível, a alegria em deixar a pessoa satisfeita é algo de outro mundo e meu lado criativo está mais aflorado. Existe o lado ruim também, é claro: o dinheiro no início é muito pouco, às vezes sua agenda fica vazia e isso dói na alma and no bolso. O lado ruim basicamente é o dinheiro, haha. Tenho focado no seguinte:

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Eu estava acostumada com um salário fixo, de poder gastar um pouco mais durante o mês e agora o dinheiro é contado. Apesar disso, acordava infeliz, achava tudo um saco e hoje em dia vou bem alegre fazer meus jobs, mesmo quando preciso acordar às 4h30 da madrugada. Também estou explorando meu lado profissional com mais afinco, algo que não fazia quando era social media. Sai mesmo da minha zona de conforto no quesito “exposição”. Ainda não faço post de automake ou vídeo no youtube, mas penso a respeito – principalmente na primeira opção. Vou comentar sobre alguns jobs interessantes que fiz durante este período:

COMERCIAL

Este tipo de job é bem cansativo e corrido, porém achei deveras interessante fazê-lo. Geralmente são duas diárias em que você precisa estar na locação às 5 da matina e não tem muito horário para acabar. Também demora para receber. Do Passatempo, por exemplo, maquiei grande parte das crianças (super educadas e fofas) e é gratificante ver o comercial na tevê. Já da Conti eu maquiei algumas meninas e quase todos os atores. Como consegui os jobs? Uma conhecida fez um post perguntando se alguma maquiadora poderia ser assistente e me candidatei na hora. Redes sociais, né mores? Álbum de cada um: Passatempo, Cerveja Conti e Bradesco.

[youtube:http://youtu.be/-e-2LdwmuHk&w=500%5D

[youtube:http://youtu.be/ncnonSFh4MM&w=500%5D

EDITORIAL

Milho Guerreiro é uma loja que tem na frente do Lolis e a Fran Morbis – dona da marca – me chamou para fazer a make do editorial Primavera/Verão. Amei! Já o YUF (marca de streetwear de Curitiba) foi super recente e indicação da mig e cabeleireira Grazi Ribeiro (que já virou dupla).

maquiagem yuf
YUF
milho guerreiro
Milho Guerreiro

PRODUÇÃO CULTURAL

Todas as quartas de Julho, eu e Michelle Kelly formávamos uma dupla dinâmica e embelezávamos artistas maravilhosos no Dizzy Cafe Concert para o evento Amantes de Chico. Foi suuuuper legal e muito bacana para o Lolitas! Tem um álbum aqui.

producao dizzy

VIDEOCLIP

Lembra da banda The Shorts que falei aqui? Pois bem, a vocalista Natasha Durski me convidou pra fazer a make para o primeiro videoclipe delas! A Grazi fez o cabelo. Foi muito good vibe e tem álbum aqui. Quando lançar o clipe, postarei.

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SOBRANCELHA

Eu sabia que minha neurose com sobrancelha desde muito cedo não era à toa. Em agosto me formei como designer de sobrancelha pelo Senac. Faço henna e modelo os pelinhos alheios. É um trabalho minucioso e de extrema atenção.

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Henna
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Apenas modelagem

Cursos de automake

Só dei uma aula até agora, mas foi bem enriquecedor ensinar vários truques, dar dicas de produtos e tudo mais.

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Tem outros trabalhos na fanpage e no IG! Meu objetivo agora é entrar em uma equipe legal de maquiadores para que possa aprimorar minhas técnicas, fazer mais cursos e aumentar minha renda com meu trabalho. Quem sabe mudar de cidade? Se alguém precisar é só entrar em contato que faço tudo com muito amor, respeito, dedicação e boa vontade! Ah, minha logo LINDA foi feita pela Bia do Bramare.

Para acompanhar meu trampo, siga: 

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5 coisas que não dou a mínima

Dia desses que postei no meu perfil do Facebook que não curtia Hanson e umas três amigas fãs dos loirinhos se manisfestaram a respeito. Nunca achei graça na música, no estilo deles e não tinha crush porque eram bem meninotas (nada contra, até porque eu amava o Brian Molko e taí um ser andrógino). Hoje vou falar de 5 coisas que realmente não dou a mínima. Fui salva pelo gongo mais uma vez pela Raquel que postou isso e é um assunto pra cá.

Bandas como Iron Maiden, Hanson, Los Hermanos e alguns hypes alternativos

iron maiden bruce

Queria muito gostar de Iron Maiden porque adoro a identidade visual deles, o Eddie é maneiro. Porém, jamais usaria algo que não curto (não faz sentido) e fico só olhando as camisetas. Acho Iron Maiden MUITO chato, a voz do Bruce Dickinson me irrita um pouco. Hanson já falei acima. Los Hermanos? Prefiro estar morta. Algumas bandinhas dos alternativos também dou uma bela cagada em cima.

Tatuagem aquarela

tattoo aquarela credo

Acho um horror. Parece um cagado de pombo colorido. Você tem noção que tatuagem estica e desbota, e esse hype vai ficar bem feio na pele depois de um tempo? Pois deveria saber. Não dou a mínima e jamais faria.

Tinder

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Eu tentei usar três vezes aquela paçoca e graças a ele tive uns dates BEM chatos. Não dou a mínima para quem usa a fim de arrumar transas ou namorados, mas sou old school e prefiro conhecer pela vida mesmo. Eu preciso ENXERGAR a pessoa, sentir o cheiro, paquerar etc. Nesses apps eu fico totalmente travada, tenho muita preguiça daqueles papos “oi, como vai? e aí? o que faz aqui?”. Acho mais honesto a pessoa gostar de mim de imediato e vice-versa (e papo chato ser ao vivo).

Seguir to-das tendências

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Capaz mesmo que vou ficar comprando peças horrendas só porque as it-girls estão usando, né amor? Meu estilo é exatamente usar o que faz sentido pra mim, sem ficar afetado e fazer parte da minha essência. Para inspirar uso o Pinterest.

Futebol

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Que preguiça disso, dear god. Eu torço pro Palmeiras e não faço a mínima ideia de quem é o treinador. Zagallo? Felipão? E a quarta-feira? Inferno da vida com o pessoal postando sobre seus times. Só gostaria de ver um jogo de futebol ao vivo porque nunca fui num estádio e queria saber qual a sensação. Quem sabe começo dar atenção, né?