Pessoal

ROTAROOTS: O que é independência para mim?

Taí um tema que achei super válido e se encaixa perfeitamente neste mês da independência. O que foi mais interessante é que, semana passada, me falaram um lance que fiquei pensativa a respeito e conclui que estou na minha melhor fase de estilo, me encontrei mesmo.

O que é independência para mim?

Independência para mim é ser exatamente o que sou hoje. Sim, clichê detected, porém, quantas pessoas ainda se escondem por aí só para agradar a multidão? MUITAS! Pois bem, antes de tudo: devo dizer (e já disse por aqui) que fui uma adolescente com baixa autoestima, me sentia muito feinha, me escondia numa franja enorme, mas apesar disso, me vestia como achava conveniente: toda de preto e com camisetas de bandas. Naquela época eu já queria fazer tatuagem porque sempre achei essa arte incrível, comprava aquelas revistas cafonérrimas de tattoo para admirar e a coisa toda. Comecei a fazer uma “lavagem cerebral” na minha mãe com 14 anos e ela me prometeu que iria comigo aos 17 para eu tatuar de uma vez. E ela cumpriu, amigos. Foi lá, assinou o termo e ainda ficou de bate papo com o tatuador, enquanto eu suava frio (detalhe que era um desenho pequeno, haha).

mae desculpaaa

Devo dizer que minha mãe é uma das minhas grandes inspirações justamente por isso: NUNCA me tosou e sempre deixou ser o que eu queria. Exemplos: Sempre estudei em colégio de freira e padre, minha tia era professora de catequese e, apesar disso, não fiz crisma. Mary O. nunca me obrigou e realmente eu não queria, pois não me identificava. Eu preferi fazer evangelização espírita e foi ok porque mami também frequentava.

ÓBVIO que na minha fase “gótica”, ela preferia ter uma filha mais tranquila e até patricinha, só que nunca negou em comprar minhas camisetas de bandas. Quando escolhi o curso da faculdade (jornalismo), ela deu força e me bancou para eu estudar na cidade vizinha. Na realidade, ela queria eu estudasse TI (sim! haha) ou Direito e, mais uma vez, me deixou aberta para fazer o que tinha desejo.

Quando resolvi fazer pós-graduação em Relações Internacionais (sim, eu fiz), mamãe também não se opôs. Na verdade, ela queria que eu continuasse no interior do Paraná porque conseguiria emprego mais fácil. Só que ela sempre soube que nunca fui muito fã de cidades interioranas, já que não me identifico e muito menos me encaixo.

Digo tudo isso e cito minha mãe porque todo filho tem essa vontade em agradar aos pais. Eu tenho até hoje, não vou mentir. Parece que é um dever, ô coisa chata! E eu acho muito triste que muitos se escondem numa casca só para fazer a linha me-aceite-por-favor. Veja bem, todas as minhas escolhas não eram o que minha mãe realmente almejava para mim e, apesar disso, ela me apoiou em todas, todas mesmo e nunca me obrigou a nada (conheço dezenas de pessoas que estudaram exatamente o que os pais queriam). E isso me fez ter mais firmeza nessa busca constante de ser o que sou. Confesso que 50% já foi devidamente encontrado e obviamente ainda falta muito, caso contrário minha existência não faria tanto sentido se fosse 100% completa. Ainda sou confusa em relação à carreira, por exemplo. Devo continuar? Devo me aposentar e passar logo num concurso público? Devo sair do país? Vááárias perguntas.

Independência no estilo

Muito do meu estilo de adolescência ainda está comigo, fato. 90% do meu armário é resumido em roupas pretas e cinzas, sendo o resto em acessório de estilos que também me identifico como: anos 80, gangsta (amo correntonas), Lauryn Hill (brincos e lenços), rockabilly etc. É isso, essa mistura do Brasil com Egito. No começo do texto disse que comentaram algo que depois fiquei pensando: me falaram que não tenho cara de tatuada. Mas o que é ter cara de tatuada? EU NÃO SEI! Não sabia que tinha parâmetro para isso, de verdade.

Quando mudei para Curitiba, comecei a realizar a minha vontade em fazer tatuagens old school. Encontrei tatuadores maravilhosos e de três tatuagens pequenas, passei pra 16. Só um adendo: minha mãe não gosta mesmo, só que né, não vou deixar de fazer. E nem me sinto mal porque gosto demais disso! Quando comecei a fazer tatuagens maiores também escutei críticas a respeito (“muito grande”, “não vai achar emprego”, “não vai achar namorado”), bitch, please. Acho que por isso posto tanta coisa sobre essa arte que é para inspirar e incentivar aqueles que gostam.

marilyn tatuada

Acho que ninguém tem noção real como o corpo é importante, é um templo, pertence somente à uma pessoa. Eu prefiro minha pele coloridinha mesmo, acho tão lindo. Sou muito feliz por cada desenho que tenho estampado no meu couro. Me sinto tão Letícia sendo assim, sabe? Se eu tenho cara de tatuada ou não, pouco me importa, eu sou assim, com meu delineado nos olhos, meu batom vermelho, meu cabelo difícil de lidar e loiro.

Eu ainda quero emagrecer porque me sentirei mais confortável ainda, não gosto de me sentir pesada. Meu ideal de beleza física é dos anos 50/60 e sempre vai ser. É minha referência e o que vou alcançar PORQUE SIM, PORQUE EU GOSTO, PORQUE ME SINTO BEM. E não vou deixar de ir na Cold Stone por causa disso, desculpaí. Vou voltar a fazer exercício e o resto é consequência.

Em suma: me visto exatamente como gosto e realmente não tenho um estilo definido ou marcante. Gosto do retrô, mas também gosto do visual meio punk, meio gangsta, meio gótico e misturo tudo isso até estar feliz. Isso faz com que eu consiga engradecer minha autoestima e me sentir confortável na minha própria pele. Por isso, acredito que estilo é muito mais do que modismo, é uma forma de você mostrar, por meio de vestimentas, quem é você (não que você deva satisfação para alguém, mas é divertido, venhamos e convenhamos). Ah, um quadro de estilo pinnado por mim aqui.

Todo tipo de independência é válida! Ser independente socialmente, amorosamente, financeiramente, enfim, em qualquer quesito, é algo que valorizo muito e busco sempre.

Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Para ler todas as blogagens coletivas do Rotaroots, clique aqui. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

Protège moi: o retorno de Saturno

art Jenny Holzer
It’s that disease of the age
It’s that disease that we crave
Alone at the end of the race
We catch the last bus home

Não sou muito de escrever coisa pessoal neste blog, mas here we go. Eu sempre fui inquieta e ansiosa, mas este ano – especialmente – está pior ainda. Para ajudar, eu acredito nesses lances de astrologia SIM e, portanto, estou passando pelo temível RETORNO DE SATURNO.

Para quem não entende bulhufas disso, vou explicar: o Planeta Saturno, senhor do tempo, demora cerca de 29 anos para completar um ciclo em volta do Sol e “se encontrar”. Nesse período, ele ainda aparece em grandes etapas da vida de sete em sete anos (primeira fase da infância [07], adolescência [14] e maturidade [21]). Aqui tem tudo mais detalhado a respeito das fases.

Com 29 anos o Saturno vem dar um hadouken na pessoa que, além de estar chegando aos 30, ainda precisa passar (ou não, depende de cada um) por um crise existencial completa. Ele chama atenção para cada falha cometida e decisões erradas. É a lei do retorno, é a fase mais madura chegando e te cobrando. AI AI QUE SACO. Apesar de na terra eu ser quase uma balzaca, ainda sou um baby em Saturno, pois dei minha primeira volta completa. Ou seja, a vida tá começando.

É como se existisse uma nova chance em fazer a coisa certa, afinal, você foi um leso safado durante 28 anos, então está na hora de tomar tento. Uma das coisas que esse “retorno” está me ensinando é parar de reclamar tanto, ser mais reflexiva e ter mais calma. Isso precisa fazer parte da minha fase adulta para que exista equilíbrio em todos os setores. Passei por mudanças este ano por conta de decisões equivocadas, mas que foram necessárias para encerrar outro ciclo. As coisas vão se encaixando. Eu não me arrependo em ter trocado de área (sou formada em jornalismo, mas trabalho com publicidade/mkt online) e tenho certeza que fiz a coisa certa, apesar de ter em mente que ainda é uma profissão desvalorizada. Mas as coisas vão se encaixando e as boas oportunidades vão surgindo.

As coisas sempre vão se encaixando, é um tetris… o da vida. No final das contas, a vida é um eterno retorno de Saturno em que a gente precisa sempre estar alerta, não importa se tem 14, 21 ou 28 anos. Deixo com vocês um mantra que aprendi ano passado em um local completamente abençoado e gostaria de repassar:

Desatando nós e criando laços

Desatando nós e criando laços

Desatando nós e criando laços

Merry xmas, you filthy animal

leticia natal
eu natalina, afff

Eu confesso que não sou muito fã do Natal, mas respeito a data. Sempre fico nervosa quando a família inteira está reunida, pois quase sempre dá algum ~problema~~ e tenho preguiça. Evitando a fadiga desde 1458 a.C., amém. Porém, depois do meu último Natal com minha vó passei a valorizar, já que foi tudo muito agradável e feliz. Já tem 3 anos que passo somente com minha mãe e o Caolho, e isso me dá um certo alívio por mais bizarro que seja. Acredito que quanto menos gente, melhor. E sobra mais comida também, VAIGORDINHA.

Inclusive, até acho que gosto TANTO do filme “Esqueceram de mim” porque sempre me senti meio Kevin McCalister: meio perdida, meio zoada, meio esquecida (o que sempre foi exagero da minha parte).  Enfim, queria fazer uma listinha de coisas boas que me lembram o Natal:

Chocotone

Cacilds, como chocotone é amor! De café da manhã com uma margarina ou você dá uma esquentadinha com a manteiga derretida, YUMMY. Ou com doce de leite. Ou com banana. Com tudo, menos com frutas cristalizadas (aka panetone, ew).

natal-choco

Esqueceram de mim

Por favor que chegou dezembro lá vou eu desenterrar meus DVDs Home Alone 1 and 2. AmoAmoAmo, não tem um Natal que não assista. E se passar na TV assisto de novo, fo’sho’. Tradição total.

natal-kevin

Simplesmente Amor

Um filme, uma tristeza, um amor cagado etc. Todo ano passa na Universal e tô lá assistindo. Fico meio deprê, mas adoro o ~núcleo~ do Colin Firth, do Hugh Grant e do Liam Neeson <3.

natal-love1natal-love11

Seinfeld

Eu AMO episódios de Natal de qualquer seriado. Tudo é mais legal do que na vida real, né? Eu choro de rir com a família do George Constanza e o Festivus. Para quem não entendeu e/ou nunca viu, vá aqui. Nada como inventar o próprio feriado ;)

natal-festivus

Friends

Como disse acima, adoro natal em seriados/filmes porque é tudo muito americanizado, tem neve e altas confusões da pesada. Eu acho muito fofo o Ross ensinando sobre judaísmo pro Ben e muito divertido o Joey e o Chandler atrapalhando tudo.

giphy

Carol of Bells

A única música de natal que adoro. Escuto até fora de época, pois acho incrível a voz da piazada. Ah, lógico que conheci essa música por meio de Esqueceram de mim (na cena que ele sai da igreja onde o neto do véio da pá está cantando, hehe).

[youtube:http://youtu.be/YVGKfDoANRA&w=500%5D

Luzes de Curitiba

Este ano (2013) não teve, infelizmente, mas acho belíssimo essas luzes de natal em Curitiba. Por incrível que pareça, nunca fui escutar as crianças cantoras do HSBC. Sempre estou de passagem e em algum lugar ruim, então só fico 5 minutos e saio fora. Tenho pavor de multidão, ainda mais quando tem muita criança. A foto é do ano passado:

natal-ctba

Presentes e comida, ihuuul

natal-presents

e um dia hei de passar o Natal em Nova York, algo muito clichê e amado:

natal-ny

FELIZ NATAL ;)

20 fatos sobre minha pessoa

2394d3a0945559cdd6f31d05b4f3617a

Está rolando uma brincadeira no Facebook que sempre foi de praxe na internet e resolvi fazer aqui, já que não escrevo muito sobre minha pessoa. Me taguearam duas vezes com 18 questões, mas vou colocar dois extras. Boa sorte (duvido que alguém vai ler tudo, haha).

1- Sou viciada em Trident (ou qualquer chicles sem açúcar) desde os 13 anos. Acho um absurdo quem pede chicletes para mim, masca por 15 minutos e joga fora. Quem assiste Nick and Norah’s Infinite Playlist sempre vai lembrar de mim, hahaha;

2- Fiquei quase 2011 inteiro de luto pela morte da minha amiga de infância, Rosamaria. Éramos muito parecidas e fiquei bem sentida. Escutei o ano inteiro Lacrimosa do Preisner por causa disso. Só comecei a ficar feliz de novo em novembro/11 porque minha mãe mudou-se para Curitiba (mas não foi em razão disso) e fui em 4 shows (Interpol, Prodigy, Chico Buarque e Pearl Jam). Assisti um filme francês em 2012 sobre amigos e um deles morre (nem sabia que tinha isso) e fiquei arrasada, tive que disfarçar para não chorar uma cachoeira no cinema;

3- Se eu pudesse teria uma vida cigana, ficaria um mês em cada cidade e adiós;

4- Minha memória olfativa é bem forte. Eu ligo cheiro a pessoas, lugares, músicas e até filmes;

6- Eu arrumo doppelganger para quase todo mundo, mas sempre fico com medo quando dizem que pareço “tal pessoa”, ainda mais se for alguém ~comum~ (o medo é que a pessoa parecida comigo faça alguma merda homérica e achem que fui eu);

7- Eu também adoro analisar a fisionomia alheia. Fico tentando descobrir a descendência da pessoa. Porém, me sinto total vira-lata e não me acho parecida com nenhuma nacionalidade;

8- A primeira coisa que comprei com meu primeiro salário foi um microondas (me nego a colocar hífen), pois o gás de casa tinha acabado e achei uma boa ideia ter um micro, né? Fiquei endividada por dois meses. E sim, eu morava sozinha, heh;

9- Eu amo tudo que é coisa esotérica. Leio Tarot de Crowley de 6 em 6 meses, recebo Personare por e-mail quase todos os dias e às vezes entro no astro.com (um dos melhores). Ah, não leio Susan Miller porque acho que dá azar. ps:- sempre pergunto o signo das pessoas;

10- Sou total people watcher. Não confunda com voyerismo que é bem diferente. Eu adoro observar – discretamente – trejeitos, vestimentas etc e gosto de perceber coisas legais e bonitas nas pessoas. Quando era desempregada, vivia na XV observando as pessoas (principalmente os artistas de rua) e analisando os looks, HAHA. Apesar disso, odeio quando ficam me encarando;

(more…)

Minhas inspirações de beleza

Annex - Russell, Rosalind (Women, The)_NRFPT_01

Conhece aquele ditado que “Gosto, amor e cor não se discutem”?. Pois é! Concordo em número, gênero e grau. Graças a Deus o que é bonito para você, não será bonito para mim e, apesar de existir um padrão “x” de beleza ditado por revistas/sites/blogs/publicidade, não é todo mundo que concorda e segue. Caso contrário o mundo seria bem chatinho, não é mesmo?

bettie

Sei que está na moda a tal da geração whey e isso realmente não me atrai, pois não acho bonito corpo talhado e quadrado. Também não acho bonito ficar neurótica com comida e exercício físico. O ideal para mim é: comer de forma saudável, regulada e não matar meu prazer em comer uma barra de Snickers no final de semana ou na quarta-feira mesmo. Também não me vejo magrela, sou do tipo mama italiana (peitão, braço de polenteira etc) e me acharia estranha sem toda essa “sustança”. Uma coisa que me incomoda muito é a barriga. Ah, essa NOJENTA! Qualquer roupa que eu coloco, a fia tá lá atrapalhando e querendo aparecer mais do que deveria. Uma exibida e molenga! Realmente me incomoda MUITO. Eu uso um creme da Vichy (esse aqui) e ele é bom, acredite, mas para mim já não está funfando mais. Sabia que a gordura abdominal é a mais perigosa? Essa praga pode desencadear diversas doenças péssimas como diabetes, hipertensão, entre outras (leia aqui). Então me preocupo duplamente: saúde and estética.

ENFIM, todo esse bláblá para mostrar o tipo de corpo feminino que EU acho bonito e gostaria de atingir (sim, não vou mentir). Minha maior inspiração de beleza é basicamente dos anos 50/60. Maquiagem (olhos delineados, sobrancelhas arqueadas, boca vermelha, pele uniforme), roupa (acinturado), cabelo (com movimento), corpo (com curvas e  cintura de pilão). O triste mesmo é que não importa a época: a mulherada sempre sofre de alguma forma ou outra…

skinny bitch

d3a697007ec0ce24780a1020c96c731e

max factor
Max Factor com o aparelho-monstro para medir proporções: numéfácil

doll

antigam
That’s life!
marilyn_mon
Você vai chamar a Marilyn Monroe de gorda? Meu corpo é mais ou menos assim, mas acho que tô mais redonda, hehe
betti
Acho lindo o corpo da Bettie Page
anita
Se fosse magra, estaria mais para Anita Ekberg
sophia
Ou Sophia Loren

Porém, para mim, a mulher mais perfeita de rosto, corpo e personalidade é a Ava Gardner. Ela era completamente LINDA e irretocável (na minha opinião, é claro): rosto simétrico, não era magrela e nem muito mulher fruta, além de elegante. Nunca vou esquecer quando assisti A Condessa Descalça com 14/15 anos e fiquei revoltada de como uma pessoa poderia ser tão bonita. O meu padrão máximo de beleza é a Ava Gardner! PRESIDENTE DA LINDEZA!

ava

Claro que faltaram várias: Cardinale, Bardot, Kelly, Taylor, Hayworth etc etc. Nos dias atuais, gosto da Monica Bellucci e, pode rir, da Kourtney Kardashian. Bellucci é musa de homens e não de moleques (a não ser em Malèna):

monica_2

Vamos combinar que das Kardashians a mais proporcional é a Kourtney. A minha favorita é a Khloé e sei que ela sofre para emagrecer. O corpo da Kim é horrível: bunda enorme para o resto do corpo. Já a Kourtney é da minha altura, a mais fashion e tem o corpo mais bonitinho:

kourt

Agora se eu pudesse escolher uma barriga – sim, voltando à minha odiada -, não pensaria duas vezes e escolheria a da Dita von Teese:

dita_von

Bom, magra, gorda, gostosona ou não, o importante é se aceitar, amar e ter saúde. Clichê, mas verdade! Acredito que se eu conseguir emagrecer uns 8/10 kg ficarei mais confortável com meu próprio corpo e mais saudável também. Isso é uma escolha só minha. O que eu quero não é inatingível, porém exige esforço/boa vontade. Espero chegar lá!