Seriados

Chi Chi DeVayne: my respect

Então que a oitava temporada de RuPaul’s Drag Race está quase acabando e tenho que falar sobre a Chi Chi DeVayne. Quando o show começou, postei o seguinte na fanpage:

dragqueeen

O que mudou de março até agora? Fiquei triste quando a Acid Betty saiu (pois é) e comecei a gostar da Naomi Smalls. Também nunca comemorei tanto em uma eliminação como foi o caso de Derrick Barry. Beleza que você é impersonator, temos a linda Chad Michaels que foi um deslumbre, mas né, MELHORE. E é isso que a Chi Chi nos deu: uma melhora significativa com um avanço pessoal e artístico a cada episódio.

chi chi

Chi Chi entrou pra dar uma balanceada nas drag queens luxo (tipo Miss Fame, Violet, Pearl – todas da 7ª), chegou vestida com um saco de lixo e contando sobre os tiros e facadas (reais) que levou na vida. Veio com seu sotaque caipira e com mais vontade de aprender e evoluir do que gongar a amiga ao lado. Inclusive, essa temporada foi um mix interessante de participantes: Kim Chi com um talento absurdo com os principais fatores de uma drag queen (maquiagem, roupa, criatividade), porém, com dificuldade no palco. Já Bob veio com uma bagagem incrível no quesito humor e militância, mas com uma montação mais de boa. Ou seja, todas com um ‘porém’, mas não menos talentosas.

Eu apostava muito na Chi Chi e fiquei BEM feliz em vê-la na edição das quatro melhores. Não é qualquer uma que chega com carão num saco de lixo. E veja bem, ela eliminou até drag bem cotada: Thorgy Thor (amo tanto). Chi Chi mostrou que pra ser drag queen precisa ter muito mais amor, boa vontade, respeito e talento do que um arsenal de perucas baphonicas, maquiagens de marca e vestidos de grife. E o mais interessante vai ser acompanhar a evolução dela pós-RuPaul. Se a danada já mostrava competência com perucas e vestidos simples, e maquiagens que foram dadas (eu quase morri quando ela contou isso), imagina agora que poderá investir em um material mais potente?

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Vá lá e arrase, bicha <3

Série supimpa: Orphan Black

Teve uma época na minha vida que eu era muito viciada em seriados. De assistir cinco ou mais ao mesmo tempo, ter um blog com uma amiga sobre o assunto e a coisa toda. Desde que Dexter começou a ficar ruim, virei uma pessoa super relaxada: demorei quase um ano para terminar Breaking Bad, estou atrasada duas temporadas com Game of Thrones, não vi finale de How I Met your Mother, 30 rock e tantos outros que acompanhava. Também virei uma tapada com novidades. Até hoje não vi House of Cards, Orange is the new Black, Homeland, entre outros hits da sociedade. Claro que assisti umas séries nesse meu recesso por aí, mas não me empolgava como antes. ATÉ QUE NO FINAL DE AGOSTO ’15 TUDO MUDOU:

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Um dia tava vendo um vídeo da Jout Jout em que ela fazia a maior propaganda do Sense8, fui toda empolgada assistir o piloto (porque ela convence mesmo, né) e apenas ODIEI. Chato, chato e chato, arrastado, confuso, blé.  Fui para o meu grupo predileto no whats dar uma xingada e meu bff Pedro disse mais ou menos assim: – fia, esqueça Sense8 e assista Orphan Black que é tão inusitado quanto, porém, mais amarrado e cheio de aventuras mirabolantes. Ok, segui o conselho do meu amigo porque ele é tão bom lábia quanto a Jout Jout e posso dizer que estou num caso de amor maravilhoso com essa série. Arrumei uma nova paixão, meu Brasil maravilhoso!!!1111

E SOBRE QUE É ESSE TAL DE ORPHAN BLACK, HEIN? HEIN?

Resumidamente é sobre clones só que sem o Dr. Albieri. Tá, vou contar rapidim: uma mina orfã chega de uma viagem de trem e vê uma outra mina se jogar nos trilhos. O susto, além do suicídio em si, é o fato que as duas são idênticas. Como a que chegou é vida loka, pensa rápido e resolve roubar os documentos da sua doppelgänger para pegar o dinheiro e refazer sua vida com o irmão adotivo Felix (<3) e sua filha, Kira. Daí que começa a treta porque a sósia suicida é da polícia e, pra piorar, ela descobre que tem outras meninas IGUAIS a ela. Daqui não posso contar muito mais do que isso porque teria muito spoiler e acabaria com o fator “wow” que cada episódio proporciona. O que mais gostei na série, apesar do enredo meio maluco é o fato de não ter muita enrolação. Tudo é resolvido rápido e já aparece outro problema, então não fica boring. É tipo sci-fi-suspense-drama-comédia-ação.

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Sarah – british accent

Além disso, a interpretação da atriz canadense Tatiana Maslany é fodástica. Ela faz com maestria múltiplos papéis sem dar pinta em nenhum. Cada personagem tem um trejeito especial e ela passa por todos muito bem, jamais você confunde ou acha uma parecida com a outra. Desde característica física (cabelo e estilo, no caso) ao sotaque, olhar, Tatiana consegue equilibrar bem a personalidade de cada uma. Ah, ela foi recentemente indicada ao Emmy como melhor atriz de série dramática e tamo na torcida desde já. You go, girl!

EM QUAIS PERSONAGENS DEVO PRESTAR MAIS ATENÇÃO?

Todos são bem interessantes, mas obviamente cada um tem seu clone predileto. Todas as mulheres na série são maravilhosas, empoderadas e chutam bundas loucamente. Tem para todos os gostos também: Sarah é a orfã rebelde que só faz merda;  Alison é uma mãe de família meio descompensada; Helena é assassina fanática religiosa ucraniana; Beth era a detetive suicida; Cosima é cientista nerd lésbica; Rachel é a clone boss(y) e parece que tem uma trans também (ainda não conheci). Outra sensacional é a mãe de criação de Sarah e Fee, a Miss S.

#CloneClub – as que mais gosto: Sarah e Alison, porém a Helena me conquistou recentemente (e finalmente):

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mexe ca Helena, rapá

Alison é mãe de família, toda ~certinha~, mas por dentro é muita explosão. Gosto dela justamente por isso. Ela e o Felix são tipo yin-yang, <3

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Admiro a força de vontade nerd da Cosima, mas a acho meio sonsa vez ou outra, então ela é a clone água com açúcar

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Daí a Rachel tem aquela cara de insuportável, mas a bicha é danada e manda na porra toda dos clones, então a gente respeita

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QUEM MANDA AQUI, BIG DICK PAUL?

Mas meu amor, minha vida nesse seriado é o irmão de criação da Sarah, o Felix. Ele é parceiro demais (tipo MUITO mesmo), faz boa dupla com todas, é divertido, cachaceiro, artista, bichona louca e ainda sabe se maquiar. FELIX, VENHA SER MEU MIGO TAMBÉM! Merece dois gifs:

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Ainda não se convenceu em assistir essa maravilhosidade? Então vamô falar sobre o elenco masculino:

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falou, tá falado né Paul! mais aqui

E aí? Vai assistir? Espero que sim, pois é para o seu bem e não fiz um post com uma chuva de gifs estilo Buzzfeed pra nada, néaaaam? Eu e Helena oramos para você ter bom senso e gostar de Orphan Black.

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can i get an amen here? opa, confundi.

Maratona RuPaul – Fiz e recomendo

Quando estava em São Paulo me sentia um pouco sem inspiração e resolvi fazer uma maratona de RuPaul’s Drag Race bem como citei aqui e aqui. Sempre achei o mundo das drag queens muito fascinante e fico bem feliz com aceitação geral que esse programa tem. O mundo ainda precisa ser educado que existe diferença entre drag queens, crossdresser, travestis e transexuais. Por ter algumas classificações é normal se perder, mas é importante se informar e respeitar. Antes de falar sobre cada temporada, vamos assistir um vídeo maravilhoso e bem educativo sobre essas diferenças:

[youtube:http://youtu.be/-rjhiwffVwI&w=500%5D

APRENDEU? Ok, bora lá falar sobre cada temporada. Como tem spoilers vou dar um corte

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(more…)

Categoria Berger: fuja!

O post de hoje é de um blog antigo que tinha com a Dani sobre seriados. Eu era bem mais viciada em séries do que hoje em dia, tendo em vista que gostava de escrever a respeito. Naquela época – 2009 – escrevi sobre um dos namorados da Carrie Bradshaw, de Sex and the City, o jornalista covarde Berger. As meninas adoraram, lembrei disso e resolvi resgatá-lo por aqui com algumas modificações:

Olha, nem posso falar que Sex and the City aqui jaz, porque volte e meia estão fazendo filme e parece que vai sair o terceiro, de acordo com indiretas da Sarah Jessica e da Jennifer Hudson no Twitter. Darren Star & cia gostam de ouro, não são bestas. Enfim.

Na real, eu queria falar de um personagem do seriado. Jack Berger, o namorado mais bunda mole que Carrie Bradshaw teve em toda existência da série (seis anos). O rapaz foi realmente uma armadilha: bonitinho, bom papo, good kisser, jornalistinha (erm), parecia a cara metade da Carrie. Tudo estava muito legal até o bendito se transformar num exu caveira virado ao avesso dando pulo no mar pra Iemanjá!

oi, sou otário

A carreira dele ia de mal a pior, enquanto Carrie estava no auge. Machista desgraçado que era, se sentia diminuído com o sucesso da namorada, e resolveu picar a mula na calada da noite deixando apenas um post-it escrito I’m sorry / I can’t / Don’t hate.

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Carrie teve de fumar unzinho pra esquecer. quem nunca? heh

É de quebrar as pernas, hein? Um ~~~homem~~ se prestar a isso… tsc!

I’m sorry (Desculpa ae) – Cara, depois de 15 anos todas as mulheres vão lembrar dessa patifaria. Mágoa de caboclo elevada na 52256ª potência.

I can’t (não posso) – NÃO PODE O QUE, MOTHAFUCKA? Terminar feito homem?

Don’t hate (Não me odeie) – ????? Até Madre Teresa pularia de ódio ao ver um negócio desse, e Mahatma Gandhi falaria “Honre suas bolas, meu filho, isso sim é o caminho da felicidade, tiodd em nome dos homens com colhões”.

E é por conta desse babaca que inauguro formalmente, a categoria Berger. Você, colega dona de casa moderna, coloque na situação que bem entender: homem mal resolvido, de rolo com ex, que não sabe o que quer, que não sabe brincar, que é enrustido, que não é engraçado etc, ou que é tudo isso junto e misturado (que triste, mas existe), categoria Berger nele. Acho que não tem insulto melhor do que isso.

Dica da Márcia Goldschsajdhjsd: Prestem atenção no que vocês estão se metendo, pelamor. Até porque mulher também é bicho burro quando quer e quando aparece um Aidan dá pé bunda do coitado. Presta atenção! Jack Berger tá cheio por aí. Ew! Ah, relação Big também não vale, aqui tem um post bem digno falando sobre isso. Vamos nos conservar, mulherada. Ninguém precisa ficar sofrendo com um mala ao lado só para não ficar “sozinha”. Antes uma boa hora de diversão com as amigas do que com um moço mal resolvido que só dá dor de cabeça.

(Originalmente postado aqui em 1º de outubro de 2009 e modificado pela própria autora, euzinha, no caso)

Análise dos personagens de Friends

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Tive a ideia em fazer este post numa manhã chuvosa de terça-feira, enquanto escutava Roxanne (The Police) na Mundo Livre FM. Na hora lembrei do ROSS CAAAAN e percebi que não havia falado desse seriado tão amado por mim e por 99% da humanidade. Lembrando que já comentei sobre Six Feet Under e Sex and the City.

Bom, é  minha visão ATUAL de cada um dos seis amigos. Começando pelas meninas e por ordem de preferência:

Phoebe

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A Pheebs é definitivamente a minha pessoa favorita de Friends. Eu adoro o lado esotérico e meio pirado dela, a acho autêntica e com tiradas ótimas. Acredito que sua  personalidade excêntrica é uma válvula de escape por tudo o que ela já passou na vida. Em alguns momentos me identifico com ela: achar que tudo tem um teor “espiritual”, o fato de nunca ter tido um relacionamento super duper sério e entrar em uma crise existencial por conta disso, e não ter medo de passar vergonha. Às  vezes ela se faz de tonta, mas no fundo Phoebe é muito esperta. Afinal, ela sempre teve de se virar de uma forma ou de outra. Podem perceber que os conselhos meio descabidos dela sempre fazem sentido no final das contas. Gosto muito quando ela e o Ross interagem, pois um é o oposto do outro (um mais racional e outro mais passional). E AMO a amizade dela com o Joey.  Sem contar que Phoebe foi muito generosa em ser barriga de aluguel do irmão. Não é para qualquer um não! Love you, Pheebs <3.

Phoebeando: Quando eu morava em Maringá, fazia caminhada pelo Parque Ingá e uma vez resolvi correr igual a Phoebe (estava acompanhada). Super divertido!

Rachel

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Eu gosto bastante da Rach por sua evolução durante a série: de patricinha sem noção a profissional competente da Ralph Lauren. Ela também tem tiradas excelentes, é sagaz e sofisticada. É divertida e não tem vergonha de fazer certas palhaçadas. Acredito que o grande erro dela (e da série) foi o relacionamento com o Joey. Eles não tinham química nenhuma e ficou tudo muito perdido. Ainda bem que os produtores perceberam e encerraram o caso a tempo. Sobre ela e o Ross: sim, ela era a lobster dele e vice-versa, mas ao mesmo tempo dava para perceber que era algo que não ia para frente. O que me identifico com ela: ter saído da zona de conforto e trabalhado com algo nada a ver só para começar (ela foi garçonete, eu já vendi curso para duas escolas de inglês), se danar um pouco no amor e ficar sofrendinho olhando a chuva cair na janela (quem nunca hahaha), perdoar exes que foram malandros e gostar de moda. Rachel Green rocks.

Monica

MonicaBoob

Com certeza a pessoa mais chata de Friends. Monica sofre de TOC severo, é neurótica, competitiva e mandona. Não justifica, mas é compreensível: a mãe dela também é uma chata de galocha que coloca o irmão no pedestal, sem contar que a mesma era obesa na adolescência e sofria bullying na escola. Ela precisa de aprovação imediata. O que adoro na Monica é sua persistência (foco):  emagreceu e conseguiu manter o peso, batalhou para ser uma chef de sucesso, é ética (quem lembra do Jon Favreau?) e sempre buscou ter um amor bonitinho. Ela tem um senso de humor afiado e isso conta pontos também.

Explicando porque tenho ~problema~ com a Monica:  minha terapeuta me diagnosticou com princípio de TOC e  fiquei meio assustada. Salvo o Melvin Udall, tenho um certo pavor de pessoas que sofrem desse transtorno. Eu tive que quebrar vários rituais que poderiam me levar a algo mais sério e melhorei bastante. O que acho triste é que a maioria desse povo não procura ajuda ou não quer mudar, prefere ser insuportável (por isso que citei o Melvin, ele quis mudar e fez a declaração de amor mais linda ever). Em suma, pessoas com TOC são chatas bagarai e Monica assim o é, sorry. Chandler e Monica: achei O máximo quando eles começaram a sair, mas a fia conseguiu anular o bobão. Ela mandava e desmandava, e ele atendia. Ficou um casal bem boring. Ela combinava mais com o Tom Selleck (daddy issues). Apesar de tudo, gosto dela :)

Meninos

Ross

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Ross sempre foi o meu favorito entre os garotos, fato. O tipo físico dele me atrai, bem como o jeitinho nerd. Porém, ele é super inseguro em suas relações e, por isso, tem um caráter meio questionável. O cara casou 200 vezes em 10 anos e traiu a Rachel, o amor de sua vida. Sim, para mim aquilo foi traição porque não deu duas horas que ela tinha pedido “um tempo” e o lindão já foi para cama com outra mulher. Pô, espera pelo menos uma semana, né amigo! Outra coisa que me incomodou: mesmo gostando da Rachel, ele casou com a chata da Emily e ainda deu o bola fora em falar o nome da ex no altar. Caramba, que mula! Vá se resolver primeiro, mermão… odeio homem frouxo. Gosta da menina e fica sofrendo porque não tem colhões para chegar na amada.

Tirando isso, Ross ganha como o ser mais atrapalhado de Friends, me identifico muito. Melhores momentos: teclado thanks New York; clareamento nos dentes; o talco e a calça de couro; bronzeamento; celebration good times; chateado e bêbado com Rachel e Joey. Ele AMA o que faz e isso é muito digno, apesar de ser chato quando corrige a galera ou insiste em contar algo que ninguém tem interesse. O caráter questionável que comentei acima é a respeito do seu comportamento amoroso mesmo, pois ele tem um bom coração e é sensível. Uma das cenas mais fofas de Friends foi quando ele deu uma bicicleta para Phoebe (depois que ela contou que nunca teve). Aliás, a história em que a Pheebs rouba o Ross (Science Boy) na infância é muito boa. Ross, apesar de tudo, você é meu favorite guy.

Chandler

chandler

Poxa, quem não gosta do Chandler, né? Ele é o favorito de MUITA gente. Eu o adoro e só não é meu favorito porque o acho cansativo com aquela sarcasmo todo para se defender. Sabe aquelas pessoas que não conseguem interagir sem falar bosta? É o Chandler (e eu, hah). Ele tem uma certa dificuldade com relacionamentos, o que me identifico. A Janice o manipulava e a Monica também, sempre achei isso uó porque ele nunca se impunha. Chandler é muito sensível e desesperado para alguém amá-lo.

Ele teve um infância bizarra, já que a mãe escrevia contos eróticos e o pai era travesti (Viva Las Gaygas <3), o que o deixou muito complexado (inseguro, meio misantropo e sarcástico). Obviamente ele tem vários momentos excelentes. Acho legal relembrar a dancinha dele aqui. Chandler, we love you!

Joey

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O Joey é aquele tipão clichê bonito/burro/pegador, porém adorável. Como ele foi criado em uma família italiana cheia de mulheres, obviamente sabe o que uma mulher gosta de ouvir.  Assume que é canalha e não está a fim de compromisso, mas quando desenvolve crush em alguém é arrebatador. Às vezes ele parece que tem algum tipo de retardo mental pelas perguntas que faz, mas acho que isso foi resultado de superproteção (a pessoa fica meio infantilizada). Gosto da batalha dele para ser reconhecido como ator, uma pena que ficou meio chatinho quando conseguiu subir na vida. Uma das cenas mais engraçadas dele é a da Gladys. Do Ichiban também. Ele é tipo brother das meninas, principalmente da Pheebs! O que me identifico é a comilança do queridão. Também odeio dividir comida, Joey. Ah, acho linda a amizade dele com o Chandler, o verdadeiro bromance.

Ai ai que saudades de Friends…  mas sou contra em ter reunião ou filme ou que for deles. Vamos deixar em nosso imaginário como sempre foi.