Tudo sobre (meus) finalizadores de cabelo

O correto seria fazer um post inicial sobre shampoo e condicionador que utilizo, mas sou meio doidona com esse tipo de produto e tenho alguns (vários) para cabelos loiros, alisados etc. Um dia, quando tiver coragem e paciência, faço um post bem bonito sobre tudo isso! Para dar um gás, resolvi mostrar os produtos que utilizo depois da lavagem. Não é muita coisa, mas me ajuda muito:

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Vamos por parte para eu explicar a função de cada um:

Sprays

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Juro por Deus que comprei esse do Crazy Users mais pela embalagem e preço (já tem um ano e foi coisa de 9 reais). Apesar de ter comprado sem conhecer, gostei muito. É um reparador de pontas em forma de spray com um cheiro muito gostoso. Ele é fácil de usar e tira aquela aspecto vassourinha das pontas. O Spray de Brilho de  Argan da Charming também é MUITO amor. Realmente deixa o cabelo brilhoso e cheiroso.

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Esses são os meus “laquês”. Herdei o amor por este produto da minha vó – grande fã em deixar o cabelo intacto. Quem passava o tal do laquê  na parte de trás do cabelo dela era eu. Meu spray fixador favorito é o Vital Care Extra Super Firm. Ele é cheiroso e deixa o cabelo com um aspecto “estou ajeitado, pergunte-me como”. Não fica aquele duro horroroso, sabe? O preço é meio salgado, uns R$ 30 (no máximo), mas rende bastante. Comprei recentemente o Hair Spray Fixação Extra Forte da Charming só para ter uma segunda opção em casa. Estou gostando bastante dele: tem cheiro bom e baixa aquele cabelo sararazinho que fica no cantinho da testa. Comprei a versão menor que custou R$ 15. Queria muito comprar o Elnett e o Infinium da L’oreal.

Leave In

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Esses são os produtos que passo antes de secar, escovar etc. São todos da linha Advance Techniques da Avon. O primeiro é um restaurador intenso tridimensional (saiba mais aqui) e realmente senti que trata o cabelo. Como vou intercalando com Anti-Volume (gosto bastante dele também), então dura bastante. O meu protetor térmico é o do meio (saiba mais aqui) e em spray também. Sempre borrifo na palma da mão, esfrego e passo no cabelo. Dura bastante e sinto que dá uma ajudada no frizz. Apesar disso, estou procurando uma outra opção de protetor térmico e aceito sugestões.

Óleos para pontas

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Óleo para a ponta do cabelo é necessário. Depois que comprei esse Semí dí Lino da AlfaParf meu cabelo melhorou muito mesmo. Também gostei bastante desse Óleo Extraordinário da L’oreal. Vale o custo-benefício. Depois que seco o cabelo sempre passo o da L’oreal, não tenho dó e bezunto mesmo o fuá. Já o da AlfaParf, passo sempre depois da chapinha. Eles ajudam a baixar o frizz também. Esse da Avon pode desconsiderar porque joguei fora (tava vencido)  e nunca gostei dele.

Adendos

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Amooo essa pomada da Revlon! Tenho já faz um tempão, venceu ano passado e simplesmente tenho pena de jogar fora. O cheiro é de perfume gostoso masculino. Já o grampo é sempre necessário, né não? Adoro essas embalagens lindas, tenho umas três diferentes (duas ficam no quarto). E, por fim, o Bepantol Solução que ouvi dizer que é ótimo passar nas pontas do cabelo e não vi nada demais, achei até que ressecou.

Letícia Fashion Week; Looks do Pinterest

Ultimamente ando viciadinha em pinnar looks lindos no Pinterest. Separei umas lindezas para inspirar, já que bom gosto NUNCA é demais, né? Quer dizer, bom gosto para mim… para você pode ser cafona! Decida-se:

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Look mais perfeito do mundo pela Atlantic-Pacific.

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Olha a perfeição desse sweater, por favor! Todo trabalhado na lindeza. Eu AMO o Stockholm StreetStyle, por ali tem muito look bárbaro.

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Para que ser linda desse jeito com esse turbante perfeito? Camisa  branca também é bacana.

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Adoro um shortinho! O blazer e a espadrille Chanel deram um toque refinado.

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Look total black? PARA SEMPRE! Amo muito, assim como preto/cinza. Preto/Vermelho. Preto/Amarelo. Melhor cor do mundo: preto.

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Regata podrinha, look meio boyish? SIM, please. Tenho mil regatas podrinhas, acho que ficam perfeitas com quase tudo. E essa sacola e o óculos deram o tchan.

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Denim + Denim = <3 Jaqueta jeans, um bom lenço e tênis são coringas para o dia que você tá com pregs da sociedade.

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Mira Duma sendo linda e fina como sempre.

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Acho pertinente usar t-shirt engraçadona com um maxicolar digno.

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Já falei da Peony Lim aqui e fiquei apaixonada por esta saia de QUERO-SER-SEREIA.

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Essa jaqueta é algo

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Mais um look total black. A fia é a ex-modelo plus size Crystal Renn que tá magérrima.

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Que saia babado é essa? MUITO ÔRO INSHALÁ

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Para fechar com brincos de ouro <3

Dê um lar para o bichinho bondoso Ulisses

A campanha continua! Eu resolvi só um detalhe da vida do Ulisses, o cachorro que peguei no Passeio Público. No momento ele está no Hotel Manosso, já está vermifugado e estamos esperando dá uma engordadinha para vacinar e castrar.

ulisses adote curitiba

Porém, o meu amoreco ainda não tem um lar e gostaria MUITO de encontrar um dono(a) para ele. Ele é um amor, dócil que só… quando estávamos o levando, o danadinho simplesmente encostou a cabecinha perto da minha e ficou quietinho a viagem inteira. Ah se ele fosse menor, viu? Já era MEU. Como ele é de porte médio, o ideal seria encontrar uma casa para que fique mais à vontade e corra por aí. Só Deus sabe como fiquei feliz quando o vi correndo todo pimpão no hotelzinho.

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Além disso, também gostaria de pedir ajuda para o Hotel Manosso da Larissa. Ela, o pai e o marido estão construindo canis com muito amor e carinho, mas falta material como telhados, por exemplo. Será que nessas construções que sobram tantas coisas não poderiam doar? O Hotel fica em Curitiba/PR.

Para falar a verdade: ainda estou me sentindo meio perdida a respeito disso tudo. Não sei como ajudar de forma EFETIVA. Sei mais ou menos para quem pedir ajuda, mas não sei se vai acontecer de fato. Preciso ajeitar um lar para o Ulisses, isso eu sei. MAS COMO? Ninguém quer, ninguém pode. Muito triste isso.

Para dar uma animada vou mostrar todos os bichinhos que já peguei nessa vida. Quem sabe a galera não se anima a adotar:

ADOTE ANIMAIS

Pela ordem: Cometa, o boxer cego de um olho que eu e minha mãe adotamos (era da minha tia); Salina e seus filhotes, gatinha que apareceu no fundo da minha ex-casa (essa foi a segunda, o primeiro foi o Cinzento Sininho que peguei com 10 anos e não tem foto); Narciso Schneider – filhote que a Salina abandonou e tinha mil probleminhas gastrointestinais, morreu na cirurgia e, por fim, Eros Ben-Hur que peguei com 14 anos e morreu em 2011, xodó da minha mãe. Todos viveram muito bem até a morte. Só não sei a Salina, pois a danada se mandou depois de dar a luz.  Vamos dar um final digno para os bichanos que estão em ONGs e hotéis??

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Só para fechar o post com um “awwwn”. Esses são os filhotinhos da Salina! Consegui doar todos e fiquei com um, o Narciso, que faleceu ainda bebê (fiquei com o certo, já que duvido que alguém iria levá-lo no vet). Eu sou total catdog lady. #SelinaKyle #CrazyDogLady #AdotePorFavor.

A dor de uma crazy dog lady

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Eu sou dessas que vai fazer caminhada e volta com um cachorro sem olho. E aconteceu de novo: fui sair para encontrar uma amiga na Vinada Cultural e voltei com um cachorro de porte médio. O lance (surreal) foi o seguinte: eu estava saindo do evento de gordos que amam salsichas quando vi um senhor com um cachorro. Obviamente fui fazer um agradinho no bichano e o velho, com bafo de pinga, começou a falar muita besteira do tipo que tinha o achado na rua e batido em vários moleques, pois os mesmos queriam matá-lo (o cachorro), que ele era grego e do exército não-sei-o-que-dos-infernos etc. Sem sentido nenhum mesmo.

Vi que o cachorro estava meio perdidaço em Cristo com um semblante WTF e meio judiado. O tal senhor disse que não poderia ficar com ele o largou comigo (com coleira e ração que ele havia conseguido). E eu o peguei. Peguei sem pensar mesmo, peguei porque, julgando todas essas ONGs existentes, pensei que seria fácil deixá-lo em lugar mais tranquilo.

Mas as coisas não funcionam assim, meus queridos. Fui em um petshop perto de casa e me passaram dois números de abrigo para cachorros abandonados. De todas as ONGs que liguei nenhuma poderia ficar com ele. Estavam superlotadas e não tinham ninguém para indicar (sério?). Os tais abrigos só aceitavam cachorros vacinados (que tal ter um veterinário voluntário para ajudar nisso?).  Resolvi postar no Instagram, Facebook e Twitter para pedir ajuda. Graças a Deus muita gente começou a compartilhar e encontrei a Andrea – amiga da Cooperativa de Jornalistas – para dar um super duper help aqui em Curitiba.

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Ela foi até a minha casa e ligamos para protetoras sérias que nos deram uma ajuda inestimável com nomes e telefones de locais que poderiam nos ajudar. O bichano vai passar a noite na casa da Andrea. Infelizmente não teria como ficar aqui porque 1) eu moro em apartamento; 2) eu tenho o Camões Caolho e eles podem brigar e/ou passar doencinha um para outro; 3) minha mãe quer dar uma de Chico Picadinho para cima de mim (se bem que ela me ajudou bastante depois).

Apesar de tudo, da correria, da minha aflição, tristeza e decepção, a vida do Ulisses ainda não está resolvida. Ele ainda não tem um lar. Ainda iremos levá-lo em um veterinário, vaciná-lo e dar um banho. Levaremos em um abrigo que custará R$ 150 por mês, mas ele ainda não tem um dono(a). O que para mim é mais do que necessário.

Estou triste por muitos motivos, segue em tópicos:

1) despreparo das ONGs mais “fodelonas” que, simplesmente, não me ajudaram em nada. Eu sei da dificuldade e do custo que elas devem ter SIM, mas quando alguém liga desesperado, o mínino que se espera é uma ORIENTAÇÃO. Nenhuma, digo, NENHUMA, até mesmo uma que super respeito (não vou citar nomes), não me orientou em NADA. Apenas falaram que não havia mais lugar ou que só pegam cachorros castrados, beijosnãomeliga. Quando pedi contato de alguém que poderia ajudar era o mesmo que nada;

2) ignorância alheia, principalmente da minha própria mãe, achando que largá-lo na rua seria uma solução OK para o cachorro. Não, não é uma solução, acredite. Como eu resgato um cachorro e simplesmente o jogo na rua de novo? CADÊ O BOM SENSO, MINHA GENTE?;

3) ver claramente que o ser humano julga de forma equivocada e acredita que a galera que pega cachorros na rua é “louca”, “inconsequente”, “retardada”, “doente mental”. Brasil, de boa, eu ali vendo que o velho que estava com o Ulisses era completamente transtornado iria deixar o cachorro com ele? HOJE NÃO, MÁRCIO;

4) a coisa que mais me deixou triste de todas não irei citar aqui, mas doeu como se tivesse levado uma facada no olho (entendedores entenderão haha). Talvez eu tenha pagado todos os meus ataques por impulso que já tive nessa vida, HOJE.

Quando estava o levando para casa com a Simone e seu namorado (que me ajudaram mesmo achando o meu comportamento bizarro, haha), comecei a ficar zonza e não estava acreditando que tinha aceitado ficar com o cachorro. Eu passei 5 horas desesperada e triste em busca de um lugar para ele e,  nas primeiras duas horas,  me senti tão desamparada quanto o Márcio (o chamei assim e ele obedecia) Ulisses (por causa da música do Franz Ferdinand mesmo). Quando fiz uma propaganda no Instagram, Facebook e Twitter, me senti mais acolhida. Sei claramente da importância e força das redes sociais. Graças aos meus posts consegui a ajuda fundamental da Andrea e muita força dos amigos que estavam compartilhando a foto dele (e dando apoio moral).

Não me arrependo de ter o pegado e agido de maneira “inconsequente” como alguns falaram. Inconsequente é quem deixa um cachorro com um velho louco ou quem abandona um animal de estimação na BR. Eu posso ter agido de maneira impulsiva, é verdade, mas foi simplesmente pensando em ajudar um ser que não sabe pra onde vai ou veio.

No mais, vamos achar um lar pro Ulisses!!

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Repeteco, quem nunca?

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Desculpa aí, mas quando eu realmente gosto de uma música posso ficar um dia inteiro escutando em loop. A doida do repeat, né Brasil! Algumas eu escuto quase todo dia e por mais de um ano. Sei lá que raios acontece, mas vicio mesmo.

Vou fazer uma lista das músicas que mais ouço e qual a sensação (ou associação) que cada uma me dá:

–  seize the day, wax tailor

Essa eu conheci no final de 2011 em um filme chamado “Paris”. Para mim, a cena que toca essa música é uma das mais bonitas e singelas do cinema contemporâneo francês. É o Romain Duris (<3) a escutando numa vitrola e olhando fotos de infância. COISA MAIS LINDA! Eu adoro trip-hop e downtempo, acredito que este estilo musical é perfeito para relaxar, entre outras coisas. E admiro a simplicidade da letra, algo que realmente deveria levar a sério. A sensação que essa música me passa é muito boa. Eu sempre imagino coisas bacanas, como eu e o Romain sentados no Largo, tomando cerveja e reparando nas pessoas. Tem de ser ele porque fica mais fácil e simples. Detalhe: eu a escuto quase todo dia desde que a conheci.

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