Conheça Alisha Huskin aka scoobtoobins

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Você pode encontrar Alisha Huskin de diversas formas na internet com o sobrenome Murray, por exemplo ou como Scoobtoobins – apelido de seu cachorrinho que acabou virando seu username artístico nas redes. Ilustradora freelance para o Metro Detroit Michigan, ela retrata tudo que a interessa de uma maneira bem única. Por ser extremamente tatuada, a artista sempre faz referência a este mundo maravilhoso (heh) com temas como sexo, amor, morte, desilução, entre outros.

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Conheça Lady Weird

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Atenção fãs de tudo relacionado ao vintage sleaze: hoje é dia de conhecer Lady Weird que tem um material diverso com ilustrações próprias. Diretamente do Japão, a designer começou em 2014 decorando pratos de porcelana com pin-ups e, ao postar em seu Instagram, logo recebeu diversas notificações de pessoas interessadas em comprar. Com o sucesso imediato e algumas colaborações internacionais, Lady Weird acabou virando uma marca e cria bordados, ilustrações a joias de resinas. Claro que tudo é no maior estilo anos 40-50-60 que é grande fonte de inspiração. Além das décadas citadas, outras influências da artista são os hots rods, filmes B, burlesco, lowbrow art, rock’n’roll, monstros e tiki. Vale a pena conhecer o trabalho dela!

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Meme 3 coisinhas e feliz ano novo

2017 chegou e ainda não tinha dado as caras por aqui. Fiquei meio atribulada com o final de ano (o que foi bom), logo não fiz mais nada por aqui. Continuo postando muito na fanpage, então não é um total descaso. Pra tirar o atraso de leve, vou postar um meme que achei no blog da mig Raquel sobre 3 coisas que….

3 coisas que me dão medo
gente mal intencionada
ódio gratuito
ignorância alheia

3 coisas que me dão preguiça
falar ao telefone
posers
chuva

3 coisas que eu gosto
dormir
viajar
assistir bons filmes, séries e shows

3 coisas que eu sei fazer
ter ideias para outras pessoas
organizar coisinhas
um draminha básico

3 coisas que eu não sei fazer
dirigir
dieta
comida

3 assuntos preferidos
filmes
tatuagens
maquiagem

3 assuntos que eu não curto discutir
religião
gosto musical
politicagem

3 cheiros preferidos
chulé de pata de cachorro ou gato
quando cai a chuva e deixa aquele cheiro característico
da granado

3 cheiros que eu detesto
suvaco
comida podre
água sanitária

3 melhores comidas
sorvete
macarrão
hambúrguer vegetariano ou vegano

3 piores comidas
todo tipo de carne
espinafre
rúcula

3 piores redes sociais
facebook
snapchat
twitter

3 melhores redes sociais
pinterest
instagram
tumblr

3 melhores bebidas
vitamina de banana
suco de laranja
cappuccino e chás gelados

3 piores bebidas
cerveja aguada e quente
tequila
bebidas quentes demais

3 coisas que me acalmam
dormir
comer
caminhar

3 coisas que levam todo o meu dinheiro
maquiagem (material de trabalho)
acessórios
bares

3 coisas em que eu detesto gastar dinheiro
consertos de qualquer coisa
academia
comida ruim

3 coisas que me estressam
pessoas ruins
conversa desinteressante
verão

3 coisas que eu vou fazer essa semana
fazer caminhadas
organizar minha agenda pra trabalho
tentar postar mais no blog

3 coisas que eu fiz na semana passada
comecei uma reeducação alimentar
voltei a caminhar diariamente
assisti documentário

3 coisas que eu quero fazer em breve
viajar para alguma praia que seja perto
economizar mais dinheiro pra viajar pra fora de novo
mais posts pro blog

3 coisas que eu deveria fazer em breve
parar de pesquisar coisas que não posso comprar haha
andar com o camões
parar de procrastinar

3 coisas que eu não quero fazer
sair hoje de casa
arrumar meu quarto
sair da frente do computador

Fotografia maravilhosa: Horst P. Horst

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Como foi a Black Friday de 2016? Sempre aquele migué absurdo, né não? Pois tive sorte mesmo foi no sábado, mais precisamente na FNAC do Shopping Barigui, em Curitiba. Encontrei promoções dignas como um livro de receitas vegetarianas por 0,90 (!!), DVD Dr Fantástico por 9,90, entre outros achadinhos. O que mais fiquei feliz foi com um livro da Taschen chamado Photo Icons – The Story behind the pictures (Vol.2) por apenas 9,90 – custava 50 reais. Nele – como o próprio nome sugere – vem recheado de fotografias icônicas entre 1928 a 1991 tiradas por grandes nomes como Robert Capa, Henri Cartier-Bresson, Robert Mapplethorpe, Helmut Newton e até Sebastião Salgado. Fiquei inspirada e irei falar sobre um deles, Horst P. Horst.

Nascido em Weißenfels-an-der-Saale, Alemanha, no dia 14 de agosto de 1906, Horst Paul Albert Bohrmann veio de uma família abastada e teve oportunidade em estudar em Hamburgo no Kunstgewerbeschule (Escola de Artes Industriais) quando jovem. Mais tarde, ele foi transferido para Paris onde estudou arquitetura com Le Corbusier. Na sua fase francesa, Horst conheceu gigantes da vanguarda cultural da época, sendo um deles o Barão George Hoyningen-Huene, nobre nascido em São Petersburgo e fotógrafo da revista Vogue. Esse encontro resultou em uma parceria forte tanto profissionalmente como amorosamente.

Em 1931, um ano depois de ter conhecido seu mentor, Horst fez sua primeira parceria para a Vogue França onde publicou sua primeira foto, sendo um anúncio de página inteira. Mais um ano se passou e o fotógrafo já havia avançado bastante, fazendo sua primeira exposição em Paris, em 1932, quando recebeu críticas positivas da revista The New Yorker. Com isso, adquiriu fama internacional e começou a fotografar estrelas reconhecidas de Hollywood como Bette Davis, Marlene Dietrich, além de nobres e socialites. Sua maior conquista foi em 1937 quando encontrou a estilista francesa Coco Chanel – de qual era fã – em Nova York e passou a ser seu fotógrafo oficial, parceria que durou três décadas.

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Foi no fim dos anos 30 e início dos 40 que Horst teve grande êxito em sua produção artística, tornando-se um nome requisitado. Sua vida pessoal também estava próspera, pois conhecera o diplomata britânico Valentine Lawford (em ’38) e juntos adotaram Richard J. Rogers. O casamento durou até a morte de Lawford, em 1991.

Nos anos 50, o fotógrafo dedicou-se a uma série de ensaios de design de interiores e lifestyle, onde foi encorajado nos anos 60 pela editora-chefe da Vogue americana, Diana Vreeland a dar continuidade. O empurrão deu certo e a série durou 10 anos (de 1961 a 1971). A parceria com a Imperatriz da Moda foi um grande acerto e Horst fotografou o estilo de vida dos nobres, socialites, atores, estilistas, modelos, artistas e outros famosos. O sucesso foi imenso e a série deu mais uma esticada até os anos 80.

Nesse meio tempo, Horst continuou produzindo e nos trouxe uma fotografia elegante, erótica, misteriosa e clássica. Um misto que fez muita diferença na época. Sua técnica era marcante com um jogo de luz único onde suas séries sobre nudez ficavam de extremo bom gosto, charmosas e sensuais. No livro que citei no início do post, a fotografia icônica citada dele é a Corset Mainbocher que foi feita em um estúdio na Champs-Élysées para a Vogue Paris, em 1939. A modelo na foto está de cabeça abaixada com o espartilho Mainbocher semi-laçado. A foto foi recriada até pela Madonna no clipe Vogue de 1990.

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O fotógrafo morreu em 1999 aos 93 anos de idade, em Palm Beach Gardens, na Flórida.