Top 5 – estilistas gringas sensacionais

Esse top 5 é muito pessoal, pois se eu tivesse grana vestiria as mulheres citadas (mesmo Comme des Garçons).

Coco Chanel

Gabrielle “Coco” Chanel é uma das estilistas mais lembradas e amadas da história da moda. Foi nos anos 20 que Mme Chanel nos libertou de muitas amarras da moda convencional e nos deu o direito em usar calças para facilitar o movimento e o conforto. O colete que até então era somente para homens foi questionado e desde então usamos. O cabelo mais curto que foi algo acidental também foi criação dela e leva seu nome até hoje, além do uso da bijoux com cara de joia, a jaqueta tweed, a bolsa a tiracolo e ele, o vestido pretinho básico. Afinal de contas, “a moda passa, mas o estilo fica”. Chanel era apaixonada pelo o que fazia e fez bonito até o final de sua vida. Aqui falo mais dela.

 

Elsa Schiaparelli

Elsa Schiaparelli foi uma estilista italiana mega conceitual pela qual tenho paixão. Nos anos 30, em parceria com Christian Bérard, Man Ray, Jean Cocteau e Salvador Dalí, Elsa entrou na onda do surrealismo e criou diversas peças lembradas até hoje como o chapéu-sapato de 1936, o vestido lagosta inspirado nas obras de Dalí e o uso do zíper sem ser escondido. Ela era o oposto da Chanel e muitos dizem que eram “rivais”. Isso realmente não importa porque cada uma fez maravilhas pela moda, cada qual com seu estilo e genialidade.

 

Vivienne Westwood

Quem curte um punk da silva, certeza que já viu o nome da Vivienne Westwood por aí. Ela e seu marido Malcom McLaren se conheceram em 1971 e juntos abriram uma loja inspirada nos anos 50 chamada Let it Rock onde criavam roupas para a periferia de Londres. Depois de problemas na justiça, mudaram o nome da loja para SEX. Malcolm virou produtor da banda Sex Pistols e Vivienne ajudou a criar grande parte do look dos músicos, sendo conhecida como a rainha dos punks. Até hoje, Vivi continua explorando sua excentricidade e sempre faz críticas sociais por meio da moda, sempre usando preto, vermelho, correntes, temas eróticos etc.

 

Anna Sui

Originalmente Anna Sui é de Detroit, EUA, mas seus pais são chineses que se conheceram na França. Segundo pesquisas, descobri que a estilista cidadã do mundo é descendente de uma dinastia nobre chinesa de estudiosos (filósofos, poetas, engenheiros etc) e desde os quatro anos já sabia que seria designer de moda. Graduada pela prestigiada Parsons The New School for Design, em NY, já morou na França onde teve Elizabeth Taylor e Richard Burton como sócios. A moda de Anna Sui é divertida, vibrante e chique. Adoro o IG que ela faz com muitas referências interessantes.

 

Rei Kawakubo

Uma coisa é fato: Rei Kawakubo não é para qualquer um. Precisa ter a ousadia certa para vesti-la. Digo certa porque não adiantar pagar de diferentão (e endinheirado, no caso) e não segurar o look, sabe como? A estilista japonesa fundadora das Comme des Garçons e Dover Street Market foi homenageada este ano no baile de gala do MET (Metropolitan Museum of Art). Sua mostra, que foi a segunda a homenagear o estilista vivo (YSL foi o primeiro em ’83), fica em cartaz até o começo de setembro desse ano. A rainha do ‘anti-moda’ sempre foi visionária desde que criou sua marca em ’69, mantendo a assimetria e aparência punk destroyed em quase todas criações.

Mas não vamos esquecer de outras deusas da moda como Sonia Rykiel, Carolina Herrera, Vera Wung, Kate Spade, Donna Karan, Stella McCartney, Diane von Fürstenberg etc.

Design de interior anos 70

O post que vou fazer hoje não é nenhuma novidade do mundo dos blogs, mas resolvi fazê-lo porque acho incrível a decoração dos anos 70, principalmente as cores e texturas que eram utilizadas. Sou fã de tudo com cor, com muitos objetos, meio kitsch como contei aqui. Era uma misturada alucinada de plástico, azulejos com elementos gráficos (op art) ou com cores complementares do círculo cromático com uma pitada de design espacial (vide a pod chair), veludo, entre outros. Ah, sabe esse “rosa millennal” (Rose Quartz) blabla? Já era utilizado faz é tempo. Separei algumas referências dessa década:

quem lembra? o quarto do Alex DeLarge!

Aguardem que mais para frente, irei fazer um post somente com banheiro e cozinha dos anos 80 e apartamentos de filmes que eu moraria.

Coco Pink Princess, a menina fashionista

Se você se acha cool e super da moda com seus #looksdodia é porque ainda não conheceu Coco Hamamatsu, a pink princess. A menina de apenas seis anos, mostra em sua conta com 122k de seguidores sua facilidade em criar um street style de respeito. Sim, tudo é criado por ela que é filha de Misato, dona de uma butique vintage chamada Funktique, em Harajuku, Tóquio.

O amor pelo mundo fashion, segundo sua mãe, começou aos três anos quando ela a ajudava nas compras e escolhia sua própria roupa. Hoje em dia ela continua montando seus looks cheio de peças interessantes e sobreposições. Em um vídeo do VICE, a pequena Coco mostra seu dia a dia tirando fotos para o IG e contando que nenhuma amiguinha se veste como ela. Um belo exemplo de FRUiTS mirim.

Para seguir aqui.

Tattoo das minas: Megan Wilson

A californiana Megan Wilson começou no mundo da tatuagem aos 15 anos – quando foi tatuada pela primeira vez. Nascida e criada no norte da Califórnia, em Bay, ela ia regularmente para São Francisco aos 18 anos para se tatuar. Aos 19, começou a trabalhar como secretária em um estúdio na sua cidade. Depois de dois anos, colocaram uma máquina de tattoo em suas mãos e foi um caminhos sem volta. Como aprendiz, Megan desenhava bastante e absorvia tudo o que podia de seus colegas tatuadores. Com muita disposição e talento, Megan começou a participar de convenções e como convidada em alguns estúdios pelo mundo.

Hoje em dia ela mora em São Francisco e trabalha no Analog Tattoo Arts Kolectiv,um estúdio bem reconhecido na cidade. Os tatuadores que mais a inspiram são seus colegas: Matt Shamah, Adrian Lee, Jim Miner, Ron Earhart e André Malcom. Já seu estilo é o old school e o p&B bem inspirado.

Capas de vinis maravilhosas

Dias desses encontrei um perfil maravilhoso no Pinterest com as melhores pastas do universo. Era do americano Todd Skelton, um entusiasta da estética nipônica, do horror, low brow e uma sorte de assuntos que adoro. A curadoria dele é muito bem feita e um álbum em especial me chamou a atenção, o das capas de vinis: todas dos anos 50, 60 e 70 com o teor kitsch, de terror, humor etc. Todd fez uma seleção digna que tem John Waters, Serge Gainsbourg, Surf music, satanismo, Divine e até do mordomo da Família Addams.