Direto de Bangkok – Sundae Kids

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A designer de Bangkok Pratchaya Mahapauraya criou um universo paralelo onde humor, romance, desilusão e fofice andam juntos. Também conhecida como Sundae Kids, sua fanpage com 151k de seguidores está repleta de ilustrações divertidas e facilmente identificáveis. Com apenas 24 anos, a ilustradora independente fez sua primeira exibição solo chamada “The Kid Within” e conta que tudo começou durante a universidade – quando não achava que suas ilustras eram suficientes para as matérias do curso. Logo, criou a página e virou um sucesso. Suas maiores inspirações são de acontecimentos reais dela mesma ou de amigos, além de filmes ou conversas escutadas por aí.

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As capas de livros de Johan Deckmann

Com um misto de ironia e autobiografia, o artista dinamarquês Johan Deckmann produz capas de livros com um apelo visual por meio de títulos bem humorados (ou não).

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O objetivo principal de Deckmann – como não poderia deixar de ser – é provocar e aconselhar. Títulos como “To avoid thinking of death, I dance”[Para evitar o pensamento na morte, eu danço] ou “How to forgive but not forget but still forgive” [Como perdoar, mas não esquecer, porém, ainda perdoar], provocam um certo incômodo e, é claro, uma risadinha interna. O artista já teve outros projetos e começou há um ano com as capas de livros antigas onde escreve os títulos com caneta permanente. Segundo o próprio para o site Cool Hunting, esse tipo de expressão visual foi uma forma natural em dar continuidade aos seus pensamentos. Além das capas, ele também cria esculturas sem rosto vestidas com terno e pretende criar ilustrações em telas com frases de seu humor negro cotidiano. Suas obras são vendidas em seu site oficial e geralmente vêm com as molduras. Vale a pena segui-lo no Instagram e no Facebook.

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Entrevista: Luiza Florenzano

Hoje tem uma entrevista muito maravilhosa com uma das minhas amigas de internet, a Luiza Florenzano. Já tem anos que nos conhecemos, quando blog ainda era diário e escutávamos A Perfect Circle e Rasputina. Eu e a Lu nos formamos em jornalismo quase na mesma época, mas em faculdades e cidades diferentes; e cada uma seguiu um rumo distinto dentro da profissão. A Luiza virou uma fotógrafa mega competente e tem um portfolio de respeito no meio. Resolvi chamá-la para falar um pouco sobre seus projetos. Vale a pena conhecer, morro de orgulho em ver minhas amigas – distantes ou não – arrasando por aí.

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1- Nós cursamos jornalismo em um momento que a fotografia não era uma opção fácil, já que as câmeras digitais eram muito mais caras e com menos funções do que as de hoje. Foi uma paixão instantânea por essa matéria e você já via como ganha-pão?
Foi paixão instantânea mesmo. Eu estava bem broxada com a faculdade, pensando até em largar, e no terceiro ano de curso essa matéria chegou como um presente. No começo era mais como um hobby: os momentos mais legais da semana passaram a ser as aulas de fotografia, em que eu fotografava com filme e depois ia pro laboratório revelar. Começar a enxergar a fotografia como ganha pão foi só no quarto ano da faculdade, conforme a formatura se aproximava eu tinha cada vez mais certeza de que era a única coisa pela qual eu me interessava fazer (tanto que me formei em Santos e no ano seguinte me mudei pra São Paulo pra estudar fotografia e começar como assistente de fotógrafa). Sobre as câmera digitais: sim, mesmo uma semiprofissional era (e ainda acho que é) bem cara, mas eu tive a sorte de poder começar sendo “paitrocinada”, então na realidade esse não foi bem um problema. Sem falar que, pra quem tá começando, qualquer câmera que te dê a possibilidade de fotografar completamente no manual, é uma puta câmera. A gente vai pegando as frescuritchas de câmera e, principalmente de lente, quando começa a entender melhor o funcionamento de cada uma e quando começa a entrar mais no mercado de trabalho mesmo. Mas acho que todos sabemos que é possível fazer trabalhos lindos com qualquer câmera e qualquer lente. (Mentira, tem aqueles que não sabem e não tem vergonha nenhuma de soltar o clássico: com essa câmera, até eu. rs)

2- Sei que você faz uma fotografia onde o ser humano realmente é o centro. Você tem alguma preferência entre seus trabalhos (parto, casais, ambientes etc)?
Olha, eu tenho dois amores dentro da fotografia: partos e festas infantis.
Confesso que eu demorei um pouco a gostar de fotografar festas infantis, principalmente porque eu não levava o menor jeito com crianças. Nem com as mais fáceis de lidar. Foi um tema que eu comecei a fotografar por necessidade e hoje faço por paixão. De verdade: hoje eu AMO crianças. E não só isso: amo ter que entrar nas piscinas de bolinhas com elas, e ir na tirolesa, no escorregador, conversar e fazer elas interagirem comigo e com a câmera…
Sobre os partos: eu amei desde o primeiro que fotografei. Isso porque nele eu me torno invisível: é só entrar no centro cirúrgico, observar e fotografar. Eu não preciso dirigir absolutamente nada. Sem falar que, né? É um momento muito lindo. Queria eu que o meu parto tivesse sido fotografado!

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3- Me conte como você começou no Histórias de Casa! É um projeto grande e interessante. Como você enxerga a casa das pessoas?
Antes de começar a fotografar para o site eu já acompanhava o trabalho há alguns meses e adorava. Eis que um belo dia de 2015 eu fiquei sabendo através do instagram do Histórias de Casa que elas estavam buscando por fotógrafos. Mandei um email, conversei com a Bruna e Paula via Skype, fiz umas fotos da minha casa como teste e elas me chamaram! Fotografar ambientes era algo completamente diferente do que eu fazia até então e as duas me ensinam muito sobre esse tipo de fotografia até hoje.
Entrar em casas desconhecidas, onde os moradores também são desconhecidos, é muito bacana porque é um exercício de constante observação. Hoje em dia até os tipos de móveis que um lar possui já me conta um pouco sobre o morador, mas os detalhes são os mais legais de observar. Tem aqueles lares em que a gente entra e percebe marquinhas de mãozinhas nas paredes, tem outras em que são os pelos e brinquedos de animais pelo ambiente (me identifico demais com essas), tem aquelas casas em que grande parte dos objetos decorativos foram feitos manualmente, tem as que são repletas de plantas, tem as das flores artificiais. Enfim, é a ideia que o site abraça mesmo: “Toda casa tem uma história pra contar”.

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4- Por fim, qual a dica que você dá para quem quer começar carreira como fotógrafa?
Eu não me vejo em posição de dar muitas dicas ou dizer o que é certo e errado a se fazer, mas o conselho que eu sempre dou pra quem está começando é fotografar tudo o que der na telha e, principalmente, todo o tipo de trabalho que aparecer. Mesmo que pareça chato. Mesmo que tenha medo. Vai com medo mesmo e com a consciência de que muitas vezes o resultado final vai ser frustrante a ponto de fazer com que você ache que não nasceu pra isso. Isso acontece comigo até hoje e eu acredito que vai acontecer ainda por muito tempo, se não pela minha carreira toda. Foi através da insistência e da curiosidade que hoje eu trabalho com temas que amo e que eu jamais imaginaria trabalhar quando eu comecei a fotografar. E espero que eu descubra ainda alguns outros mais.

Não deixe de curtir a fanpage da Lu!

As ilustras de Patrick Nagel

Se você é dos anos 80 ou adora essa época, provavelmente já viu alguma obra de Patrick Nagel por aí. O artista americano ganhou notoriedade com suas ilustrações pop-art que misturavam grafismo, Art Deco e um pouco da estética nipônica, mas sempre minimalista e enaltecendo mulheres sedutoras. Um de seus grandes trabalhos foi a capa do álbum Rio (’82) do grupo inglês Duran Duran.

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Formado como bacharel em Pintura e Design Gráfico pela Chouinard Art Institute and California State University, em 1969, o designer pegou seu diploma e tornou-se freelancer, participando de grandes peças publicitárias como Ballantine’s, IBM, MGM, Harper Magazine e Lucky Strike. Daí foi um pulo para ter seu nome conhecido. Nagel influenciou grandes artistas do meio musical e fashion e, inclusive, contribuía regularmente com a revista Playboy, o que ajudou a popularizar sua arte.

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AD Lucky Strike – Espanha

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Os anos 70 foram bem prósperos para o artista visual, mas foi no começo dos anos 80 e em Los Angeles que suas ilustrações com a pegada New Wave ganharam força. Seu trabalho foi grande inspiração para artistas como David Bowie, Robert Palmer e George Michael. Sem contar Duran Duran que teve a capa de seu álbum mais vendido ilustrado por ele – como citado acima.

Muito influenciado pelos fotógrafos Helmut Newton e Guy Bourdin, Nagel virou especialista em desenhar mulheres misteriosas que, segundo o próprio, preferia não conhecê-las muito bem e sim imaginá-las. Para ele, essas mulheres eram criaturas da noite que gostavam de beber e fumar bastante, porém sempre mantendo o controle da situação.

Infelizmente Patrick Nagel morreu em 1984 com apenas 38 anos, mas deixou muita coisa boa pra gente.

Aqui tem um tumblr bem bacana com as obras dele :)

Librianos que amo

INHAI! Andei sumida mesmo, setembro foi meio blé pra mim. Só quando entrou em LIBRA que melhorou. Juro por tudo. Amo esse signo, não só porque nasci sob a influência dele, mas parece que as coisas vão se encaixando. ENFIM, para comemorar final de setembro e metade de outubro, vou fazer uma listinha de librianos maraviosos. Os meus prediletos

Brigitte Bardot (28/09)

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Marcello Mastroianni (28/09)

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Monica Bellucci (30/09)

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Gwen Stefani (03/10)

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Kate Winslet (05/10)

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Rita Hayworth (17/10)

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Catherine Deneuve (22/10)

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E tem muita mais! Hugh Jackman, Marion Cottilard, Susan Sarandon, Ryan Reynolds, Will Smith, Clive Owen, Jeff Goldblum, Christopher Waltz, Pedro Almodóvar. Aqui tem uma lista e aqui outra.