5 IGs de mulheres inspiradoras

Eu sigo tanta gente legal no Instagram que confesso que fazer um post com apenas cinco pessoas é até cruel. Mas respirei fundo e escolhi cinco divas que sempre aparecem na minha timeline

@ilonaroycesmithkin

Ilona Royce Smitkin é uma maravilhosa de 97 anos – recém completados – que faz parte da gang Advanced Style. Ilona não é uma idosa típica, ela é uma força da natureza. Artista, divertida, singular, colorida. Sabe viver e dá dicas para vida como ninguém. Seu IG tem vídeos, conselhos (ainda vou fazer um post traduzindo alguns), fotos se divertindo, da sua arte, enfim, mega inspirador.

@fernandayoung

Acredito que a Fernanda Young dispensa apresentações, né não? Escreve, produz, apresenta, posa pra Playboy como se fosse algo corriqueiro, tem filhos lindos, estilo e um mau humor certeiro. Como não amá-la? Eu gosto bastante.

@hrhprincessjulia

Julia Fodor (aka Princess Julia) é um desses seres multitask: DJ, modelo, escritora, correspondente de cultura para ID Magazine e editora da Man About Town magazine. Julia tem mais de 50 anos e ficou conhecida nos anos 80 por tocar em buatchys e aparecer em videoclipes de bandas new wave. Continua com um estilo incrível que inspira toda gotikinha recém-criada (ou não).

@adelemildred

Adoro seguir o IG da Adele Mildred porque além de ter um senso estético admirável, ela também desenha lindamente e mostra seu dia a dia como mãe, designer etc. Pausa para mostrar aqui o óculos que Adele criou. Obrigada.

@lindaandwinks

Não foi planejado mostrar apenas mulheres mais velhas, mas elas me inspiram muito. Muito mesmo. Adoro essa nova geração estilosa, tumblr style, só que nada supera essas maravilhosas. Fato. Linda Rodin é uma dessas. Começou sua carreira nos anos 60 como modelo e hoje em dia tem sua própria marca de beleza e óleos essenciais para o corpo e rosto, a Rodin – Olio Russo. Com mais de 60 anos, ainda modela e é uma das deusas do já citado Advanced Style. Em seu IG ela costuma postar sua casa com os melhores móveis garimpados em mercados de pulga, seus looks maravilhosos e muitas fotos do seu poodle amado, Winks.

Ps:- os prints então sem “seguir” porque dei print deslogada, haha!

Entrevista: Hellen Albuquerque do Indumentária

Hoje é dia de entrevista com a maravilhosa cacheada Hellen Albuquerque do portal de notícias independente e agência de comunicação para áreas criativas Indumentária. A conheci em uma produção de ensaio Boudoir onde ela cuidou do figurino, eu da maquiagem e a Mel Gabardo da fotografia (que era nossa ponte). Foi um dia bem divertido e mais para a frente a Hell me chamou para outra produção. Nos demos mega bem e como já conhecia o Indumentária, logo a convidei para contar mais sobre seu veículo que produz conteúdo autoral sobre moda, comportamento, design, beleza e outros assuntos que amamos. Bora conhecer mais sobre essa mulher sensacional:

1- O Indumentária nasceu para ser uma extensão da sua coluna no Jornal Bem Paraná, em 2013, certo? Você como editora, jornalista e produtora de moda de um portal independente sobre moda, design e artes em geral imaginava que sairia uma agência de comunicação por meio dele? Como foi esse processo?

O Indu começou por causa do Bem Paraná, e tenho muito a agradecer a Josianne Ritz por isso, quem me deu esse espaço. Ela conheceu meus textos pelo Fashion PUC, que era um projeto de faculdade de cobertura de eventos de moda. Achou interessante e disse pra eu fazer uma proposta de blog de moda para o Portal. Indumentária era uma palavra que sempre estava na minha cabeça, por eu estudar muito história da moda. Dei o nome, e enviei essa perspectiva cultural de moda como ideia para a linha editorial. Ela aprovou, depois de uns três meses no Portal, me cedeu também um espaço no jornal impresso, em que eu escrevi todas as sextas-feitas por dois anos. Foi incrível pra mim, com 19 anos, já ter minhas palavras impressas em um jornal de verdade! haha Tenho minha primeira coluna enquadrada até hoje. Logo no começo eu já enxergava o Indumentária como um projeto a longo prazo, e para isso, eu pensava nele como um meio de comunicação mas também como um espaço de troca, onde eu pudesse transpassar o eu estava aprendendo. A Agência foi a melhor forma para isso, pois assim consigo atender marcas de moda que acreditam no mesmo que eu, e precisam dessa expertise de comunicação, que vem da minha formação em jornalismo. Então tudo aconteceu de forma natural, depois de anos escrevendo no Indu, em 2015 comecei a formatar melhor essa ideia. Foi quando decidi que meu tempo no Bem Paraná estava no fim, e transferi para uma plataforma independente. Ali, continuam meus textos críticos de moda, a envolvendo com a cultura, como era lá no começo, mas também apresento os trabalhos que tenho feito, e ofereço esses serviços.

2- As pautas no portal geralmente possuem grande teor social e regional, o que difere de outros canais. Como é feita a curadoria de conteúdo e a escolha das colaboradoras?

Sim! Essa sempre foi minha ideia, todo mundo se envolve com moda, porque ela está não só na nossa vestimenta, mas em nossos hábitos e costumes. Agora, pensar sobre isso… Não é tão natural, né? Minha vontade é questionar, quebrar paradigmas, preconceitos e padrões. Como uma boa aquariana! Todas as pautas seguem nossas premissas que são o empoderamento feminino, o consumo consciente e a produção autoral. Tanto que nenhum dos textos é uma reprodução, são sempre artigos únicos, vivências e opiniões. É mais denso que a maioria do conteúdo produzido no segmento, mas eu gosto disso, e acho que quem gosta de ler está ali comigo. Os colaboradores são muito fluídos também, eles vem e vão, e eu gosto da ideia do Indumentária de portas abertas. Sempre que alguém se interessar em publicar por lá, e acredite nesses pilares, terá espaço para isso!

Hellen

3- Como você costuma explicar o que é Indumentária, além do sentido literal?

Eu sempre falo que Indumentária é a moda quando ela é cultura. A palavra em si vem da história, quando pensamos em um conjunto visual representativo, como as vestimentas gregas ou do Império Bizantino. Quando identificamos uma profissão pelo jaleco ou terno. E principalmente quando escolhemos esses signos como representação da nossa personalidade – e isso acontece toda vez que abrimos o guarda roupa, por mais desinteressados no assunto que digamos ser. Essa simbiose que a moda faz ao ambiente onde está inserida, é Indumentária. Uma representação visual e estética de tudo que vivemos e acreditamos. É por isso que me sinto livre por percorrer diversos assuntos, como o próprio feminismo, pois vejo a moda descrevendo movimentos sociais, vestindo revoluções políticas – que o digam os Sans Culottes!

4- Você costuma dar vários workshops sobre moda e comportamento. Quais são os próximos projetos para 2017?

O próximo projeto que estou bem empolgada é formatar um workshop sobre moda e empoderamento, que tenha um viés acessível a todas as mulheres. Fiz esse experimento no Dia da Mulher, em um evento do Shopping Crystal. Foi uma fala bem curta sobre como nossas roupas são uma ferramenta para encontrarmos nosso poder pessoal. Quero tornar essa informação mais prática e disseminá-la o quanto der!

5- Se você pudesse escolher apenas um ícone de estilo que englobe tudo o que portal costuma tratar, quem seria e por qual razão?

Com certeza, Audrey Hepburn! haha Ela é minha musa desde muito pequena, e a admiro grandemente como figura feminina. A Audrey quebrou padrões em sua época, assumindo um corpo esguio, quando Marilyn Monroe e Brigitte Bardot exibiam curvas infindáveis. Foi chamada de esquisita e atrapalhada com seus traços finos, mas ainda assim conseguiu reconhecer a própria beleza, e hoje é considerada a mulher mais bela do séc. XX. Inspirou Humbert de Givenchy por toda uma vida, usando suas roupas nos filmes como parte da narrativa e roteiro. Expressando muito mais em um chapéu do que qualquer método de Stanislavski. Para além das lentes, ela se dedicou a causas sociais, abandonando a carreira para retribuir as pessoas, como um dia fizeram com ela durante a Segunda Guerra Mundial, se tornando então embaixatriz da UNICEF. Ela é um bom exemplo de alguém que usou sua influência em diversas áreas, como o cinema e a moda, para transformar o mundo. E sendo bem sonhadora, é isso que a gente quer, né? hahaha

Não deixe de visitar o site e fanpage para acompanhar os posts e eventos que são produzidos.

Visitei: Cemitério Municipal de Curitiba

Passear no cemitério pode ser um problema para uns e um tranquilizante para outros. Para mim sempre foi interessante andar na casa dos mortos porque desde criança o fazia a fim de acompanhar minha vó quando ela visitava os parentes “aqui jaz” (como contei aqui). Nesse passeio com minha Santinha, ela aproveitava para contar sobre a vida de algumas pessoas que estavam enterradas lá e me deixava deveras curiosa e um pouco assustada. Logo, pra mim, sempre foi comum passear em cemitérios. Em viagens tento dar uma passada em algum porque é muito rico na parte de arquitetura e história (como já documentei aqui).

O mais doido dessa minha curiosidade por necrópole foi o fato de morar 10 anos numa cidade e nunca ter visitado nenhum cemitério dela, tendo em vista que um deles é bem “requisitado”. Não me arrependo de ter esperado tanto tempo, pois fiz da forma mais interessante possível. Minha estreia gotikeira foi com a Clarissa Grassi, Relações Públicas que acabou sendo contratada por um cemitério em 2002 e começou um estudo intenso sobre a arte tumular. Ficou tão encantada com o tema que lançou um livro em 2006 chamado “Um olhar… A arte no silêncio” em que retrata a beleza encontrada nos cemitérios.

Desde então, ampliou mais ainda seu amor e dedicação aos mortinhos e, em 2011, em parceria com a Fundação Cultural de Curitiba,  e na mesma época da Corrente Cultural, criou as visitas guiadas ao Cemitério Municipal São Francisco de Paula – o mais antigo de Curitiba e fonte de inspiração de seus livros. As visitas costumam ter um número ‘x’ de curiosos e durante o trajeto é possível angariar informações sobre arte tumular, conceitos arquitetônicos e geológicos, além de conhecer a vida de algumas personalidades sepultadas.

EXPERIÊNCIA

Desde 2014, ano que foi lançado as visitas noturnas, tentava me inscrever e sempre acontecia um imprevisto: ou fechava o número de participantes (realmente não tem como fazer com mais de 30 pessoas), chovia ou eu esquecia em ir. Mas em 2017, no dia 18/02, finalmente deu certo e foi INCRÍVEL. Além de ser a primeira do ano, também foi a estreia da Clarissa como presidente da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais pela Fundação Cultural de Curitiba em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente. O grande trunfo que vai além do título (e burocracias) é o fato que a pesquisadora conseguirá organizar mais visitas guiadas durante o ano e fazer as temáticas com mais frequência. Vale lembrar que em 2013 foi feita uma visitação com um grupo de surdos-mudos e em 2014 aconteceu um sarau de poesias para homenagear os poetas enterrados por lá.

A visita é muito rica em informações históricas, culturais, arquitetônicas e religiosas. Clarissa conta de forma clara, didática e divertida a fim de quebrar o estigma do cemitério e deixa uma ponta de curiosidade para vasculhar mais sobre as figuras históricas que descansam por lá. Antes mesmo de começar o cortejo ao campo-santo, ela faz uma introdução sobre os primórdios de como a morte era tratada até os tempos atuais. E é realmente chocante descobrir alguns fatos simbólicos dos túmulos e conhecer o luxo de algumas quadras do cemitério com o restante. Neste mesmo dia, a comunicação da FCC enviou uma equipe para registrar a visita e me chamaram para uma entrevista (!!), o que tornou tudo mais inusitado ainda. Euzinha escolhida no meio de uma multidão pra dar uma entrevista no cemitério? GO FIGURE (leia aqui, haha).

Eu bem concentrada com um lenço na cabeça parecendo o Michael Scott. Foto: Cido Marques/FCC

Quase um mês depois, dia 11/03, teve a primeira visita temática do ano em homenagem ao Dia da Mulher. Consegui ir e ainda levei uma gang. Foram apresentadas as histórias de 17 personalidades femininas sepultadas como a milagreira Maria Bueno, a professora e poetiza Helena Kolody, a primeira engenheira negra do Brasil e primeira engenheira do Paraná, Enedina Alves Marques, entre outras maravilhosas (aqui tem a lista completa). Mais uma vez fiquei encantada com toda informação que Clarissa passou. Pretendo ir em outras temáticas, principalmente na noturna que me inscrevi (em 2014) e não consegui vaga.

Pra quem ficou interessado tem um doc muito bem feito pela cartografiafilm sobre estudos cemiteriais com depoimento da Clarissa.

Serviço

As datas de visita são informadas pela fanpage e o passeio costuma acontecer aos sábados das 9h às 12h. O número de participantes é limitado e é preciso fazer agendamento pelo e-mail visitaguiada@smma.curitiba.pr.gov.br, informando o nome completo e R.G.  Não é permitido filmar ou fotografar os túmulos sem autorização prévia das famílias.

Instagram para inspirar

Tem tanta conta boa no Instagram para nos inspirar imageticamente ou até mesmo com boas legendas, né não? Eu tenho alguns que amo de paixão e sempre estou de olho para repostar no IG @mais20min (siga lá). Vou contar:

@michelgaubert

Sem sombra de dúvidas o meu predileto. Michel Gaubert é um DJ cotado no mundo fashion e cuida das trilhas dos desfiles mais aguardados da FW como Louis Vuitton, Chanel, Dior etc. Ele tem um humor ótimo e escolhe a dedo suas postagens. Sempre deixa umas dicas como foi “about last night” e outras sacadas divertidas do dia a dia. AMO.

@gb65

Parece um pré-requisito, mas ter um instagram inspirador é importante para quem é da moda. Imagem é tudo nesse meio. Giovanni Bianco é diretor criativo (ítalo-brasileiro) que tem o toque de Midas: é amigo pessoal da Madonna e Gisele Bundchen, transformou a imagem da cantora Anitta e Ivete Sangalo e cuida das campanhas de marcas como Miu Miu, Dsquared2, Arezzo, entre outras. Genial como sua conta no IG.

@desculpeapoeira

Gosta de um bom e velho sebo? Pois saiba que o Desculpe a Poeira é um dos mais legais que tenho visto na web. Criado pelo ex-diretor de conteúdo da Yahoo!, o jornalista Ricardo Lombardi começou com um blog – que hoje está no Estadão – onde fazia uma curadoria pessoal de livros. Depois de abrir sua loja física em SP em 2014, a grande sacada foi usar o Instagram e o Facebook como uma prateleira virtual. Ricardo costuma tirar fotos de trechos dos livros, capas e até de sua filhinha, de modo que você fique com vontade de conhecer mais. Sigo desde o início da conta, adoro e espero visitá-lo um dia!

@vintagedaily

Taí um clássico da internet para quem gosta de tudo vintage. Lembro de seguir no LiveJournal e obviamente acabou indo para outras redes sociais como Facebook, Pinterest e Instagram. Continua com uma curadoria muito bem feita por Olga Hatzopoulos.

@jeanieus

Outro instagram criativo é o da Jeanie Anna-Iewin, estilista e diretora criativa da Moodboard Magazine (também vale seguir). Pra quem ama referência 90s é um prato que transborda!

@lafemmerveilleuseinvisible

A consultora de moda que não deixa seu nome aparecer de jeito nenhum e não é francesa, apesar da arroba, mora em Los Angeles e tem um instagram incrível com vídeos musicais, filmes à la nouvelle vague, entre outros achadinhos.

 

 @mais20min

Por último e não menos importante, o meu, o nosso, o lindo, instagram do blog! Costumo fazer a curadoria com achados do próprio instagram (a maioria citado acima e quase sempre com créditos), pinterest, tumblr e facebook. O crème de la crème para quem gostar de humor, filmes e música. Eu seguiria, caso não o fizesse, hahaha.

Deixe sua dica de instagram do amor por aqui também

HONY na América Latina

Como fã do Humans of New York, fiquei bem feliz que Brandon Stanton resolveu fazer uma tour pela América Latina. Ele começou na Argentina e agora está no Brasil, mais especificamente em São Paulo e acredito que passará no Rio de Janeiro também.  Depois irá para o Chile, Peru e a Colômbia. Como sempre, Brandon capturou pessoas mais do que especiais na Argentina e começou muito bem no Brasil. E, claro, não posso deixar de postar alguns que adorei (tive de cortar a da cachorrinha cadeirante e da senhorinha namoradeira, infelizmente, pois o post ficaria gigante). Bons latinos que somos, grande parte dos relatos é sobre amor:

Eu tenho 34 [anos] e ainda não senti o que é amor de verdade. Às vezes penso: ‘Talvez seja eu. Talvez nunca chegarei a este ponto.’ Eu já estive em alguns relacionamentos. Mas uma mulher nunca me fez sentir ciumento. E nunca senti que poderia fazer de tudo por uma pessoa. Eu li sobre amor de verdade em livros, assisti filmes, mas nunca senti. Como no filme Titanic – eles tentam tanto para ficar juntos. Isso pra mim é difícil de entender. Não tenho certeza como é sentir isso. Tem um filme com a Winona Ryder em que ela está prestes a entrar num mosteiro, mas conhece um jardineiro, e ela o beija e, de repente, sente o verdadeiro amor. Eu não tenho certeza como é sentir amor. Mas eu acredito que saberei quando sentir. Como a Winona Ryder sabia.
Gente, olha que difícil. O entendo de certa forma, mas para mim sentir ciúmes de alguém é a prova cabal que o relacionamento é uma merda. Agora veja bem como livros e filmes podem confundir um ser humano, não é mesmo? E realmente, ele pode ter citado um filme uó (Titanic), mas quantas vezes a gente não ficou imaginando ter um amor cinematográfico ou literário? Bobagem ficar preso nisso, é muito irreal. Aqui tem um senhor que fala exatamente sobre isso. Acho engraçado quando me perguntam se estou apaixonada, pois não é exatamente paixão que sinto por outra pessoa. Acredito que vou logo pro amor porque tento fazer dar certo ou cuidar da pessoa. Eu me encanto porque é o princípio de tudo, só que tento ficar com os pés no chão para não sofrer tanto depois (porque né). Não adianta, o sentir é muito complexo e único. Pra variar, as pessoas arrasam no comentário, como essa aqui:

Amor verdeiro não é como nos livros ou filmes. Essas noções de amor que são vendidas para a gente são tóxicas e frequentemente abusivas. E ou mais sexuais. Amor verdadeiro nunca é ciumento, e sim construído por confiança e respeito. Amor verdadeiro não é deixar de ser quem você é, mas encontrar alguém que te ajude a fortalecer as partes mais fracas de você. Que desafie suas fraquezas, ajudando-o a ser melhor. O amor verdadeiro é absolutamente uma escolha, não hormônios que fazem você agir irracionalmente. Amor verdadeiro é ter um parceiro que te respeita, quer que seus sonhos se tornem realidade tanto quanto os dele. Amor de verdade é liberdade, não essa coisa de não conseguir comer ou dormir mal. Não é uma montanha russa. A melhor coisa do amor verdadeiro é quando os níveis hormonais da outra pessoa te escolhem dia a dia porque você é assim, e não pelas urgências físicas que você não consegue controlar.
Estamos juntos há 40 anos sem insultar um ao outro. Sempre existiu brigas, mas nunca insultos

RAPAZ! Essa me pegou de jeito e foi bem no Valentine’s day. Brigar é uma coisa, usar o calcanhar de Aquiles da pessoa que você diz que ama pra deixá-la pra baixo é cruel e egoísta. Não é amor. É maldade, frustração, falta de respeito. Não tem relacionamento que dure com insulto gratuito.

Brigar ou argumentar sem atacar outra pessoa é realmente difícil, especialmente quando alguém está direto com você todos os dias e você sabe detalhes íntimos dela. É mostrar respeito ao explicar suas diferenças sem ser cruel. Parabéns a este relacionamento forte.

Nós dois somos viúvos. Nos conhecemos ano passado em uma dança para mais velhos. Ele me trata bem melhor do que meu marido me tratava. Meu marido me tratava como um cachorro de rua. Ele costumava me bater. Ficava nervoso, gritava e quebrava coisas. Ele sempre disse que eu nunca conheceria outra pessoa. Mas este é um homem diferente. Ele sempre diz que me ama. Ele sempre quer estar comigo. Ele faz me sentir como uma princesa.

Poxa Brandon, assim você acaba comigo! Que forma linda em começar as postagens sobre os humanos do Brasil. Fiquei comovida porque passar por um relacionamento abusivo é a coisa mais triste do mundo. Essa senhora ficou até o fim com marido canalha porque não via oportunidade em separar dele por ‘n’ motivos que ela nem deve ter citado. Mas como disse em outro relato de HONY, nunca é tarde pra ser feliz no amor e ela merecia muito conhecer alguém que oferecesse algo leve e bonito.

Os mimos que este homem bom te dá, na verdade, satisfazem as indulgências dele mesmo… não tem nada [melhor] como achar uma pessoa para amar e despejar todo esse amor…. é a intoxicação do romance juvenil experimentado por toda a vida. Aceitar e devolver este amor é um presente que você dá para você mesma. Que estória maravilhosa. Aproveite seu reinado de amor, princesa
Aqui tem outros posts que já fiz sobre a fanpage.