Curitiba

Indicações para tatuar old school em Curitiba

O que vem de gente perguntar indicação de tatuador que faz old school de respeito em Curitiba não é brincadeira. Eu já fiz alguns posts dos meu tatuadores (que serão citados), mas resolvi fazer um “guia” de referências legais que tem na cidade. Assim facilita a vida de todo mundo. Claro que vai ser impossível citar todo mundo que manda bem, então pode fazê-lo nos comentários também e quem sabe eu faça uma parte dois.

Rafael Oliveira

Posso dizer que o Rafa é meu tatuador predileto de Curitiba. Já fiz posts sobre ele aqui e aqui. Comecei a tatuar com ele em 2013 e desde então acompanho a evolução incrível de seu trabalho. Ele foi a primeira pessoa que me presenteou com uma tattoo e fiquei tão emocionada, sabe? Imagina se cada tatuador que já arrumei cliente me desse uma tattoo? Eu estaria coberta, hahaha.  Ele fez grandes partes das minhas tatuagens junto com o Berbel (que fica em Londrina), Brisa Issa (SP) e o próximo que irei citar. Siga a fanpage dele.

Serviço
Av. Sete de Setembro, 3497. 2º andar, sala 22.
(41) 3076-5653

Henrique Véio

O Véio do Ratcliff Tatuaria também é um dos meus prediletos na cidade. É grafiteiro e tatueiro, mantendo seu espaço no coração da minha saudosa Westphalen. O estúdio do Véio e da Pri (esposa dele que cuida de todo o business) foi criado no conceito de tattoo shop, ou seja, você pode passar na rua, ver os desenhos (flashes) na vitrine, escolher e tatuar. Eu AMO isso porque deixa a tatuagem acessível, mesmo a pessoa entendendo ou não sobre linha tradicional. Pode ter certeza que tatuando com o Véio, terás um trabalho bonito no corpo. Já tenho vários flashes dele e amo. Ah, ele sempre participa de convenções e traz prêmio para Curitiba. Muito orgulho. Siga a fanpage aqui.

Serviço
Rua Desembargador Westphalen nº 295 loja 04

Bruno Silverio

Infelizmente nunca tatuei com o Bruno, mas conheço pessoas que já tatuaram e obviamente acompanho o trampo dele que é muito bom. Ele já atua há 10 anos como tatuador e é um dos nomes de respeito em tatuagem old school em Curitiba. O estúdio dele é o Caravela e lá você também encontra o Etam Paese, outro tatuador excelente de tradicional. Para seguir a fanpage dele aqui.

Serviço
Al. Augusto Stellfeld, 793 centro

Felipe Metano

O nome do Metano sempre é lembrado para quem gosta de old school e mora em Curitiba. O trampo dele é sólido com cores consistentes que adoramos.  Pelo que eu vi no Instagram do tatuador, agora ele está numa temporada na Europa. Um dia ainda vou conseguir marcar um horário com ele!

Helena Cinirla

Tenho algumas amigas que já tatuaram com a Helena e a adoram! Não só pelo trampo excelente, mas dizem que é um doce de pessoa. Eu ia fazer um cover-up com ela, mas desisti porque alguns tatuadores amigos falaram que seria difícil em cobrir. Mas ainda vou marcar algo com ela. Ela atende no Brotherhood Custom Tattoo e Instagram dela é esse aqui.

Serviço
Rua Nilo Peçanha, 27

Eva Giller Parisi

A Eva começou a tatuar mais novinha e hoje em dia conquistou seu espaço em Curitiba. Seu estilo, apesar de o tradicional, flerta com outros como geometria, natureza e outros que ficam bem encaixados no que propõe, já que ela é artista plástica também. Para segui-la no Instagram aqui.

Mario Bernardi 

O Mario Bernardi também é dessa nova leva que já manda bem e mostra ao mundo curitibano para o que veio. Ele atende no Traço Nobre e também faz flashes acessíveis para quem quer começar a fazer old school. O IG dele tá aqui.

Serviço
Rua Doutor Roberto Barroso – 1090 – Bom Retiro

Quem quiser indicar um artista legal de old school em CURITIBA, deixa nos comentários com o IG. Daí faço uma parte dois citando os que gostei :D

Entrevista: Juliana Pegoraro, a Ju das Bolhas

Se você é de Curitiba, sabe muito bem que a Rua XV é um palco a céu aberto. Os artistas são essenciais nesse trecho icônico da capital paranaense, seja com música, performance, pintura etc. A artista mato-grossense Juliana Pegoraro faz parte desse circuito criativo e, com suas bolhas gigantes, deixa o calçadão curitibano ainda mais divertido. Também como conhecida como Julieta Antoniana ou Ju das Bolhas, a estudante de Educação Física faz pesquisas de movimentos físicos e possui o projeto Tô de Bolhas, além de dar palestras sobre “A interdisciplinaridade da Bolha de Sabão”. Com seu “q” de cigana e Janis Joplin (amo), Ju participou do Global Bubble Parade no final de maio que é um grande encontro feito há quatro anos para os entusiastas dessa performance linda. A convidei para falar mais sobre esse mundo que é tudo em nome da água, detergente e açúcar.

1- Ju, qual foi sua motivação em começar a fazer performance com bolhas?
De início foi descolar uma grana! Sendo bem honesta, sendo palhaça desde os 18, mas não atuando de forma direta no trabalho, sendo crítica, enfim, apenas aquela palhaça cultural, e insatisfeita. Reencontrei uma amiga que havia feito anos atrás em Itajaí, durante uma performance na rua em Curitiba com a Trupe do TAO em 2014, que durante sua estadia aqui, em paralelo com trabalhos “normais”, ia para Rua XV fazer Bolhas e vender as Varinhas Mágicas que produzia, que ela chamava de Bolhadores.

De início não dei muita bola, não sabia da profundidade do assunto “Bolhas de Sabão”, porém elas me encantavam muito.
Então Aline me ensinou a confeccionar uma Varinha Mágica, a fazer a receita da Poção Mágica. Demorou uns meses pra eu de fato usar artisticamente as Bolhas Gigantes como performance, compreendê-la. E isso se deu ao fato de estar precisando de grana, e utilizar um trocado que possuía para investir nos primeiros materiais, ir para a Rua XV e entender sobre a magia desta Bolha Gigante e sua atuação em meio ao movimentado cotidiano de quem transita aquele espaço: tumultuado, com pressa, hora marcada, e de repente, uma palhaça brincando de Bolhas de Sabão. E as estátuas vivas, e os músicos, enfim, me senti fazendo parte daquele meio, em meio a tranqüilidade de brincar com as bolhas. Foi impressionante o feedback, e cada dia é uma surpresa aventurosa. Com o tempo constante de atuação na rua, construí amizades e novos trabalhos surgiram, e o estudo cresceu, virou a palestra “A interdisciplinaridade da Bolha de Sabão”, e a performance interativa constituída e mutável: Tô de Bolhas.

2- Seu principal ponto de interação é na XV, certo? Qual a faixa etária das pessoas que te param para observar ou até perguntar como faz os movimentos?
Sim, o principal ponto de interação é a Rua XV, mas hoje próximo ao chafariz entre as ruas Muricy e Mal. Floriano Peixoto. Aos domingos, tenho feito a ação do Tô de Bolhas na Praça João Cândido, junto às iniciativas da Secretaria de esportes, lazer e juventude que leva brinquedos para as crianças e jogos, e shows produzidos pela rádio Mundo Livre, porém a ação do Tô de Bolhas não leva patrocínio ou apoio dos órgãos citados, ela se auto sustenta com a venda das Varinhas Mágicas e divulga-se pelo boca a boca, além claro pelos ventos que levam as bolhas entre as barracas.
É uma surpresa, a maioria são adultos, convidados a “Não perca a oportunidade de aprender a fazer uma Bolha Gigante!” Então as crianças de todas as idades se encantam, os cachorros, é bem divertido. Ainda que as vezes algumas pessoas aparentem algum incômodo, lhes bendigo: está abençoado em nome água, detergente e açúcar! Amém!… Elas respondem Amém! (rsrs)


3- Como foi a Global Bubble Parade? O que você sentiu em participar desse evento?
O movimento da Global tem intenções maravilhosas! Foi bolhudo no dia! O tempo ajudou, haviam muitas pessoas fazendo bolhas de sabão! Lavamos a calçada do Cavalo Babão.

4- Você tem algum movimento especial para fazer suas bolhas “de respeito”?
Sim! Eu chamo de Ginástica da Bolha: primeiro é necessário sentir a direção do vento, depois, prepare as Varinhas Mágicas, uma em cada mão, e com uma perna a frente, braços acima esticados, une-se as extremidades da Varinha Mágica, e flexiona-se o tronco até que a cordinha de barbante que há no brinquedo se afunde completamente na bacia que contém a Poção Mágica. Então, eleva-se os braços, e lentamente afaste as extremidades da Varinha lateralmente em paralelo, e ainda caminhe para trás com parcimônia, tudo isso, compassado, sentido, respirando. O vento sopra e leva as bolhas ao alto.

5- Qual seu próximo passo como “Ju das Bolhas”?
Produzir Varinhas Mágicas, fabricar poções, continuo a estruturar e melhorar o projeto Tô de Bolhas e a palestra A interdisciplinaridade da Bolha de Sabão, e compor com os bambolês a performance é uma parte dos estudos, treinos e pesquisas também.

RECEITA PARA CRIAR BOLHAS POR JU
2 copos de detergente
5 copos de água
1 copo de açúcar
+paciência e persistência
Vamos todos ficar De Bolhas!

Créditos para fotos:  Yuri Reisemberg e Guilherme Artigas

Novos cafés para visitar em Curitiba

Que saudades em escrever para a categoria Visitei! Curitiba anda com muitas novidades culturais e gastronômicas, de encher os olhos e a barriga. Fui conhecer dois cafés que abriram recentemente que, além de serem BEM centrais, possuem uma estética linda, tanto de espaço como apresentação da comida/café.

RED VELVET COFFEE SHOP

Esse é muito perto da minha casa, próximo ao Expresso Curitiba que já falei aqui. Aberto há um mês, o local é encantador, fica quase na frente da Reitoria, logo é extremamente central. A decoração é um caso de amor à parte: cheio de detalhes belíssimos que remetem aos cafés dos anos 50. Inclusive, tem uma vitrola e vários vinis de estilos bem ecléticos (Kiss, Black Sabbath, Rita Lee, Dire Straits e até Chitãozinho e Xororó) em que você pode colocar pra tocar. No dia fui para tomar o creme de ervilha, pois tinha um exame no dia seguinte e não podia jantar nada sólido. Infelizmente já tinha acabado. A chef até se ofereceu em fazer, só que achei injusto porque era fim de expediente etc. Tomei um Frappuccino de Doce de Leite muito gostoso. Minha mãe tomou uma canja de galinha e adorou (e olha que a bicha é chata). Tudo deu R$ 23,90, o que foi um preço honesto tendo em vista o tamanho do copo e do prato. A canja vem com torradinhas de ervas finas e queijo ralado. Infelizmente não tirei fotos, pois estava sem celular. Vou ilustrar com as fotos do Instagram do café. Pretendo voltar lá para experimentar os pastéis veganos e outros cappuccinos (amo!). Dá para seguir a fanpage aqui.

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Frappuccino de paçoquita, acompanhado de torta cremosa de amendoim e ganache de chocolate
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Reese’s brownie, nutella + Red Velvet cookies e m+m’s cookie
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minha glicose tenha misericórdia! Tenho obrigação moral em provar esses donuts!

Serviço

Red Velvet Coffee Shop

Rua XV de novembro, 1424 – Centro. Curitiba/PR

Aberto de seg a sexta das 9h às 20h

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HOOG DELI

Essa cafeteria foi a nova sensação da semana passada por ter saído no Bom Gourmet da Gazeta do Povo. Quando li realmente fiquei tentada em conhecer. Apesar de ter tido uma experiência bacana, já que a visitei em uma quinta-feira, às 14h, vi na fanpage alguns relatos do despreparo da equipe na hora do almoço. Isso foi prontamente explicado: eles não estavam esperando a demanda por conta da matéria do jornal e aconteceu o tal deslize com o público. Só pelo fato da cafeteria ter ser explicado, achei digno. Muitos locais ignoram a reclamação do cliente e acabam se queimando, vocês sabem. Parece que tudo foi normalizado.

O local é belíssimo e bem central, na Praça Osório. O projeto da arquitetura foi feito por Leandro Garcia e tem inspiração nas delicatessens de Nova York. Mesmo estando aberto desde Agosto/15 foi somente agora que o espaço ficou conhecido. Fica na galeria da Universidade Positivo e conta com um cardápio bem amplo. O conceito de cantina também é bem interessante e o preço é convidativo: tomei um café de baunilha por 7 reais e estava gostoso. Não comi nada, mas tinha opções como pão de queijo e algumas tortas. Pretendo voltar para experimentar o lanche e vi na fanpage e instagram que o local foi abençoado até pelo Ziraldo. As fotos são da cafeteria também:

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fiquei nesse cantinho

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a parte de cima
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parte superior
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torta alemã com expressinho
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o meu café veio nesse copinho maior

Serviço

Hoog Deli

Praça Osório, 125, Centro – (41) 3149-1234.

Abre de segunda a sexta, das 7h às 22h; sábado, das 8h às 16h.

O almoço é servido de segunda a sexta, das 11h30 às 15h.

ROTAROOTS – Guia Sobrevivência Carnaval

Eta que faz um tempão que não faço nada do meu querido ROTAROOTS, hein? Para tirar o atraso, vou tentar fazer alguns memes e algumas blogagens coletivas como a de hoje, que é um Guia de Sobrevivência do Carnaval, versão Curitiba.

Não sou muito fã da data e tento não ficar de mimimi porque é FERIADO e, é claro, sempre bem-vindo. Não gosta? Fica de boa aí, vá assistir filme, vá dormir, tente viajar rapidinho. SEI LÁ, te vira. Eu me viro na medida do possível. Não costumo sair de Curitiba por motivos: 1) acho que é um dinheiro que vou gastar com besteira, já que quase todas as cidades ou estão fantasmas ou cheias demais (fico na minha fantasma mesmo); 2) aqui tem Rock e Psycho Carnival.

Curitiba não gosta de Carnaval. Fato. Todo ano chove muito nesta época. Quase 7 anos morando aqui e não teve um feriado desse que fizesse um solzão e todo mundo aproveitasse horrores. O legal da cidade é que tem opções pros roqueiros como já contei aqui. Ó só:

PSYCHO CARNIVAL

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Um clássico da cidade que acontece há 15 anos e quase todo ano eu vou. Tem o evento pago (acima) e o free (Rock Carnival). Vem bandas de fora, sem contar as locais dos gêneros: psychobilly, rockabilly, surf music, garage, alternative country etc.

ROCK CARNIVAL

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Antigamente, depois da Zombie Walk, a galera corria para as ruínas. Como disse acima, o Rock Carnival – que é FREE – acontece em um lugar coberto e está em sua segunda edição na frente da Câmara Municipal (estacionamento). Fui ano passado e o espaço é bem digno, já a acústica é mediana.  Saudades ruínas <3 Aqui tem sobre este ano.

ZOMBIE WALK

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Outro clássico da cidade é a Zombie Walk que acontece em todo domingo de Carnaval. A galera leva muito a sério e se monta muito. Para quem não manja dos Paranauê walk deadiano, tem um stand de make onde é cobrado 25 reais para fazer tudo completo (base, olheira, ferida e sangue). A concentração acontece sempre na Boca Maldita/Praça Osório e termina, geralmente, no Rock Carnival. Quem ama essa caminhada dos zumbis é minha mãe, Mary O. hahaha.

TÔ COM PREGS DE SAIR DE CASA. O QUE FAÇO?

Suicide Bride

Simata. Brinks. Ai gente, eu tô nessa vibe de não querer sair de casa neste carná porque o tempo pede pra eu ficar no meu sofá-amante. Tá muito trevoso e friozinho gostoso e chuva fininha este ano. Nem reclamo, pois compensa o calor medonho de antes. O que podemos fazer:

  •  Treinar maquiagem, tipo essas aqui;
  •  Assistir de novo filmes toscos tipo Mr. and Mrs Smith e ficar fuxicando coisas sobre a Angelina Jolie e seu mundo bizarro;
  •  Dormir muito, muito mesmo;
  • Jogar Bubble Shooter;
  • Comer feito uma porca e depois dormir;
  • Terminar de ler livros;
  • Assistir programas idiotas do canal E!;
  • Ficar matutando porque a vida amorosa é ruim;
  • Tirar a sobrancelha;
  • Ficar zapeando até achar algo legal;
  • Procurar barzinho aberto pra ficar numa nice;
  • Dormir.

E é isso! Quem quiser passar o carnaval ano que vem por aqui, me avisa que vou junto! 

Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Para ler todas as blogagens coletivas do Rotaroots, clique aqui. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

Visitei: Frida Kahlo – Suas Fotografias

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Domingo passado (10) fui prestigiar a exposição “Frida Kahlo – Suas Fotografias” que está tendo no Museu Oscar Niemeyer (MON), aqui em Curitiba. É quase impossível uma pessoa que conhece essa artista, não ficar admirado e querer saber cada vez mais sobre sua obra e vida pessoal. Frida foi uma mulher cheia de dor, seja física ou psicológica. E sua obra era o espelho de tudo isso, é claro.

Sobre o que vi: A exposição traz 240 fotos que eram guardadas por ela. Algumas pertenceram ao seu pai que era o rei da selfie, outras foram tiradas por ela e o restante era de amigos, conhecidos, amores etc. Eu a entendo por guardar tanta foto, viu? Quando minha vó faleceu, acabei ficando com grande parte do acervo da família porque ninguém estava a fim de acumular “coisas”. Pois saibam que a fotografia é um registro quase que eterno de momentos legais (ou nem tanto). Tenho tudo separado por filhos (da vó) e pessoas que nem faço ideia de quem são. Um dia mostro por aqui, pois é interessante. Enfim, fiquei super tocada ao ver e ler os registros de Fridinha, uma pena que não podia fotografar nada. Tudo é separado por período e importância. Além dessa exposição, também vi a da Revista Cruzeiro que achei ANIMAL e vale a pena por mostrar a origem do fotojornalismo. Tem fotos belíssimas de São Paulo, Rio de Janeiro, morte do Getúlio Vargas e ainda traz edições raríssimas. Aliás, passar uma tarde no MON é bem válido.

FOTOGRAFIA

Como disse acima, não tinha como registrar nadinha, mas guardei na memória as fotos que mais me marcaram:

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minha amiga achou essa foto super sombria e realmente o é. Parece que nesta época ela estava se recuperando de uma cirurgia e tinha muita dor. O que mais me comove é que essa foto é tudo o que ela não era: estava com o cabelo solto (geralmente era trançado e adornado com flores), sem anéis ou brincos e toda de preto. Não tem nada de Frida aqui.
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Essa é a principal da exposição e minha predileta. Eu faria algo parecido, sabe? Ela com seu fiel cachorrinho e com um semblante meio cansado.
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O segundo acidente da vida dela, Diego Rivera. Tenho um certo pavor dele, só que acho “nho” a foto estar beijada. Esse amor era uma doença, mas quem nunca?
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Tudo tem jeito na vida, sabe? A bicha tava toda quebradinha, mas continuou fazendo o que mais amava. é uma questão de adaptar as coisas :)

Devo mencionar que foi um dos domingos mais prazerosos de 2014. Fico feliz em dividir minha existência com pessoas tão legais como o casal Bramare, minha mig que nos deu carona e companhia Ana Carol e todos aqueles que me acompanham nessa vida. Espero que dias como esse se repitam sempre ;)

domingo

Vale muito a pena dar uma conferida nas 240 fotos expostas. Fica até dia 02/11 no Museu Oscar Niemeyer (MON), Curitiba. Saiba mais: http://goo.gl/w5lJ30. Já a do Cruzeiro vai até 14/07.

Valor: R$6 e R$3 (meia-entrada para professores e estudantes com identificação).

Horário: terça a domingo, das 10h às 18h