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Dicas de documentário na Netflix

Continuo na minha saga em assistir documentários. Ultimamente essa categoria anda me animando mais do que longas, fato. Além disso, a Netflix é uma plataforma acessível e democrática que anda produzindo muita coisa legal também e colocando títulos interessantes. Então vou indicar alguns documentários que assisti no último mês e que recomendo mesmo:

Mala Mala

Mala Mala um documentário de 2015 muito bem produzido e dirigido que conta sobre transsexuais e drag queens de Porto Rico. Celebra a diversidade do ser humano e suas aflições em não se encaixar na sociedade, sem contar a luta por direitos básicos como emprego. Mostra a realidade crua de mulheres trans que se prostituem para sobreviver, já que não são aceitam em trabalhos comuns. Neste doc também aparece como as drag queens mais famosas do país se sustentam com suas performances e a ida da April Carrion para o reality da RuPaul. É legal prestar atenção no que a Soraya fala que é deveras esclarecedor para entender a disforia de gênero. Dirigido por Antonio Santini e Dan Sickles.

Rocco

O filme retrata o último ano de Rocco Siffredi como ator pornô e, de uma maneira bem íntima (daquele jeito, né mores), o desnuda muito além do que ele já está acostumado. É mostrado detalhes das produções, depoimento das atrizes (preste atenção na Kelly Stafford), a pornografia per se, relatos freudianos dele (um complexo de Édipo nervoso) e sua relação com a família (ele é casado e tem dois filhos adolescentes). Confesso que fiquei bastante intrigada depois de assistir este documentário sobre um dos maiores astros da indústria pornográfica e assisti outros que abordam o assunto como Hot Girls Wanted. É um mundo que oferece dinheiro fácil, mas é muito cruel e degradante para quem não tem maturidade suficiente (tanto para mulher ou homem). Direção: Thierry DemaizièreAlban Teurlai.

The Story of Diana

2017 completou 20 anos da morte da eterna Princesa Diana, a Lady Di. Este documentário produzido pelo canal ABC e pela revista People é dividido em dois episódios, e mostra a trajetória dela como uma menina nascida em uma família aristocrática que tinha como ideal ser bailarina e viver num conto de fadas. Infelizmente viveu um pesadelo com a família real, principalmente com seu marido, o príncipe Charles e sua amante (e hoje esposa) Camilla Parker-Bowles. O doc vem com depoimentos de seu irmão mais novo, seus melhores amigos e é uma linha do tempo interessante para lembrar dessa mulher que viveu perseguida pelos paparazzis londrinos e pelo protocolo real que ela conseguiu quebrar majestosamente.

Morte e Vida de Marsha P. Johnson

Quem tem interesse ou é do mundo LGBT deve conhecer sobre o atentado de Stonewall. Em 1969 aconteceu um evento cruel em Manhattan, no Stonewall Inn, em que a polícia de Nova York invadiu o bar com truculência. No dia seguinte as pessoas foram para rua em busca de seus direitos e a libertação gay no país, o que gerou do Dia do Orgulho LGBT. Uma das peças fundamentais do movimento foi a ativista trans Marsha P Johnson que era uma figura lendária da comunidade. Amiga de Andy Warhol, divertida, política, junto com sua amiga e também ativista Sylvia Rivera fundou a S.T.A.R House (Street Transvestite Action Revolutionaries – Brigada Revolucionária das Travestis de Rua) a fim de amparar jovens trans em situação de rua.

Infelizmente em julho de 1992, Marsha foi encontrada morta no Rio Hudson e até hoje nada foi solucionado. O caso foi fechado como suicídio, mas relatos indicam que ela era perseguida pela máfia e foi assassinada. O documentário produzido pela Netflix e dirigido por David France mostra a investigação de sua amiga Victoria Cruz sobre sua morte prematura e mal resolvida. Não é um filme fácil, mas extremamente importante para visualizar um movimento luta pela igualdade, justiça e respeito já faz muito tempo.

Long Shot

Outro documentário original da Netflix que achei deveras interessante foi Long Shot. Conta o caso de Juan Catalan, um grande fã do time de beisebol Dodgers que é acusado em 2003 por matar uma menina de 16 anos. Como álibi ele tem o fato de ter ido assistir o jogo com sua filha de sete anos – o que é dificultado por não existir provas, além do ingresso. Por uma sorte do destino, a equipe do canal HBO estava no mesmo estádio a fim de gravar um episódio do seriado de Curb Your Enthuasiasm, de Larry David (!!!) e aparece uma imagem dele com a filha comendo cachorro quente. Mas não acaba por aí: o jogo terminou bem antes do horário que a vítima foi assassinada, então ele precisa de mais uma prova para se safar de algo que não cometeu e poderia pegar pena de morte. É um doc de 40 minutos, muito bem produzido e tenso. Assista!

Grace and Frankie – sensibilidade ao envelhecer

Quem acompanha o blog faz um tempo ou me conhece pessoalmente, sabe que sou totalmente a favor do envelhecimento e defendo pessoas mais velhas com unhas e dentes. Existe falta de sensibilidade e muito preconceito com pessoas que passaram dos 50 anos e isso é um fato que a sociedade tenta esconder a qualquer custo. Como se envelhecer fosse um absurdo, sabe como? Nesta categoria aqui falo bastante a respeito disso. Dada a introdução, quero falar sobre um seriado que aborda esse assunto com maestria.

Desde que a Netflix disponibilizou (2015) Grace and Frankie, acompanho e sou apaixonada por esta série. Não sei porque cargas d’água nunca escrevi sobre ela, mas assistindo à terceira temporada e me emocionando em alguns episódios resolvi fazê-lo. O que me motivou a assistir foi basicamente o retorno da Jane Fonda (Grace) às telas e a Lily Tomlin (Frankie) que é outra atriz sensacional. A trama que é estilo sitcom e criada por Marta Kauffman (Friends) e Howard J. Morris, também me chamou atenção: dois advogados e parceiros de empresa com mais de 70 anos (Martin Sheen e Sam Waterston, respectivamente) saem do armário e decidem se casar, deixando as duas esposas perdidas.

Na primeira temporada vemos o início do caô gerado pela revelação também por meio dos filhos dos casais que estão na faixa etária de 30 anos. Me identifiquei porque sou filha de uma mulher de 70 anos e tenho 31 anos, logo o entrosamento entre as mães (70+) e filhas (30+) é muito parecida, mesmo que seja um pouco fantasioso para oferecer o charme necessário ao telespectador. As duas mulheres que possuem personalidade completamente diferentes – Grace é a cocota egoísta e Frankie é a hippie neurótica – vão morar juntas na casa de praia da família e começam a se apoiar na dificuldade uma da outra, questionando o fim do casamento, a velhice e outras agruras da atual conjuntura delas.

A personalidade difícil de Grace é até compreensível, já que a mesma passou a vida com um homem de educação dura irlandesa, totalmente frustrado por ser gay que não compreendia sua própria sexualidade. Grace era CEO de uma empresa de cosméticos que agora é de sua filha Brianna (my animal spirit), então logo comandava seu próprio negócio. Já Frankie é easy-going até um determinado momento: ela é a tia maconheira legal e amável que ensina as coisas da vida, mas é que a tem mais dificuldade em aceitar o novo relacionamento do marido, já que os dois se davam muito bem. Também é compreensível a falta de compreensão (heh) de Frankie ao término do seu relacionamento: Sol parece ser claramente bissexual e a gente entende que eles eram extremamente apegados e parceiros um do outro. Deve ser muito frustrante sair da zona de conforto aos 70 anos e é isso que elas demonstram.

Na segunda temporada as duas já estão mais entrosadas e o relacionamento de Sol e Robert não é mais preocupação entre as duas, pois os exes estão casados e tudo está mais ou menos resolvido. O grande lance da segunda temporada é sobre o envelhecimento e a falta de respeito dos jovens. Para mim, chamar alguém de velho não deveria ser xingamento, bem como chamar alguém de gordo. É um estado físico, oras. Se você não morrer aos 20, obviamente envelhecerá e qual é o problema disso? Admirar senhoras e senhores que envelheceram com dignidade é maravilhoso porque foi entre os 20 e 30 anos que eles tiveram o bom senso em se cuidar. Eu, aos 31, tenho dores nas costas, muita fadiga, esteatose hepática e pedra na vesícula, e é provável que eu não chegue nem aos 50.

E verdade seja dita, para uma mulher envelhecer pode ser pior ainda porque a cultura da velha bonita e “pegável” ainda é um mito. O homem da barba branca e rugas é um charme que só, mas a mulher é considerada um maracujá que é esquecido na gaveta. Por isso, que amo e divulgo as advanced style, a Catherine Deneuve no alto dos seus 73 anos que ainda faz filme transando, a Vanessa Redgrave aos 79 numa campanha pra Gucci, entre outras quebras de paradigmas. Veja a Jane Fonda com 79 anos, meu Brasil! Que corpão, que pele, que cabelo! Veja minha mãe com 71 anos que finalmente deixou o cabelo embranquecer, tá amando ser aposentada etc. Uma cena dessa temporada que me chamou a atenção é quando as duas vão ao supermercado pra comprar cigarros depois de um momento difícil e não são atendidas. Quando aparece uma novinha, o funcionário atende prontamente. A situação é deplorável.

Outra parte emocionante na segunda temporada é o encontro das duas com a amiga Babe (Estelle Parsons) que representa uma grande virada na série. Babe é amiga de longa data das meninas que sempre foi muito independente: não teve filhos e não casou por opção e sempre estava viajando. Ao voltar para os EUA, descobre que está muito doente e escolhe o suicídio assistido (depois de dar uma festa). Tudo é apresentado com um humor muito incrível, sem ser piegas. A amiga ainda deixa um vibrador de presente e, ao usar, Grace diz que fez mal à sua artrite. Esse será o fio condutor da terceira temporada: elas decidem criar vibradores projetados para mulheres mais velhas. Eu lembro que fiz minha mãe assistir ao season finale porque foi tão incrível e inspirador para mulher de qualquer idade!

A terceira temporada – que finalizei em apenas três dias, sempre com muito custo para não fazer binge-watching- tem momentos bem interessantes e começa com o preconceito que bancos americanos possuem em fazer empréstimo para pessoas mais velhas. Fala sobre irmandade (as filhas de Grace e os filhos de Frankie), sobre abrir negócios depois de velho e o marketing para essa classe (muito legal essa parte), sobre mulheres que contratam garotos de programa (gente, eu adoro a Brianna, sério), sobre mulheres de 30 com muitos filhos e outras que não querem, sobre realizar sonhos antigos (a exposição da Frankie), entre outros. Um assunto relacionado que me pegou de jeito foi sobre aposentadoria: Robert e Sol estão cansados do escritório de advocacia e pensam em se aposentar. O primeiro acha perfeito e uma escolha inteligente porque tá de saco cheio e quer aproveitar a vida. Já Sol ainda resiste em deixar o trabalho, mesmo tendo preparado seu filho de 32 anos, o Bud. Quando ele se dá conta que realmente tá na hora de aposentar é de partir o coração, eu até chorei:

Eu sou a Joan-Margaret

Me emocionei porque minha mãe também tinha dificuldade em se aposentar, era um misto de medo e achar que ia perder a capacidade. Um amigo deles ainda fala: “se aposentar é maravilhoso, se eu pudesse seria sempre aposentado” ou algo do gênero. Era isso que eu tentava passar para minha mãe, a pessoa trabalha anos e anos, agora tem independência financeira para curtir um pouco mais da vida, pra quê ficar se estressando à toa?

Grace and Frankie é uma série para todos, de qualquer idade, de verdade. É divertida, tem sacadas inteligentes, fala sobre sexo na terceira idade (as duas arrumam namorados ou paqueras), parceria entre mulheres de todas as idades, vícios, medos, frustrações, coragem, mãe e filha, pai e filho, mãe e filho, aceitação, negócios, homossexualidade depois dos 70 etc. Sempre de forma delicada, divertida e respeitosa. Ah, a fanpage oficial da série é maravilhosa e cheia de gifs, vale a pena seguir.

A beleza de Stranger Things

Netflix foi uma das coisas mais lindas que a modernidade nos ofereceu. As produções estão ficando mano a mano com a HBO (que pra mim sempre foi a melhor) e dia 15 de julho foi o lançamento oficial da nova websérie Stranger Things, escrita e dirigida pelos Duffer Brothers. Em termos gerais, o seriado é um ode aos anos 80. Mas não é qualquer referência e muito menos preguiçosa. É ficção científica e tem muita nerdice, músicas certas, estilo on point, dois atores que foram símbolos nessa época (Winona Ryder e Matthew Modine) y otras cosita más. Eu prometi a mim mesma que não faria binge-watching para não sentir falta depois e obviamente falhei miseravelmente. Comecei ontem (domingo, 24) às 15h e terminei às 03h, depois de parar muitas vezes a fim de segurar. Não consegui, tive de terminar porque tava muito incrível. Vou citar alguns pontos que amei e depois deixo alguns posts legais que já li a respeito para complementar.

WINONA RYDER

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#FREEWINONA Ela sempre foi uma das minhas musas de infância como contei aqui e obviamente foi um dos motivos que quis assistir a série. Winona estava num hiatus absurdo e voltou com a força toda. Excelente atriz, intensa e agora no papel de mãe. Achei incrível vê-la assim, pois todos sabemos que ela foi uma figura importante nos filmes 80s e 90s, então assisti-la nos anos 80 como MÃE é coisa de louco. O estranhamento é só inicial e bem rápido porque você vê que ela está à vontade no papel e segura bem.

ELEVEN

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A “weirdo” surge do nada e é ponto crucial depois do desaparecimento de Will (filho da Winona). Nossa Carrie infantil dá um show de interpretação corporal, já que fala muito pouco. Sem contar que mostra a interação de menina com meninos, ainda mais tratando-se dos anos 80 em que tudo é “gross”, “meninas, ew”, “Luluzinha vs Bolinha” e essas bobices de crianças. Ela é um tipo de bom selvagem, sabe como? Não? Então vá lê Rosseau que é uma boa referência pra essa série e pra Lost também. AMEI essa personagem.

DUSTIN

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Do quarteto stand by me, o meu predileto. Ele tem um jeitinho todo sem noção, mas é o mais sagaz da turma. Enquanto Mike e Lucas ficam de mimimi, ele tenta apaziguar e arrumar soluções, além de enxergar a Eleven como parte do grupo sem muitos problemas. Deve ser libriano, certeza, hahahaha. Assim como o personagem, Gaten Matarazzo tem Displasia Cleidocraniana que é uma doença genética que dificulta o crescimento dos dentes (leia aqui). Mas veja só, é o charminho do menino e ele parece lidar com o problema de maneira bem adulta, quando diz pros bullies “I told you a million times! My teeth are coming in. It’s called cleidocranial dysplasia”. <3

TRILHA SONORA

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O que dizer de uma trilha sonora somente com os hits dos anos 80? Meu coração bate forte. Uma das cenas mais bonitas é quando o Jonathan, irmão mais velho do desaparecido Will, mostra The Clash e oferece uma fita k-7 com The Smiths, Joy Division, Bowie, Television etc. Educação musical é tudo para uma criança. A lista da trilha sonora no Spotify está fazendo o maior sucesso na interweb e o link está aqui.

REFERÊNCIAS 80s

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A grande sacada da série é ter muita referência honesta de grandes produções oitentistas. É tudo muito bem encaixado e não parece um plágio barato e sim uma grande homenagem a uma década tão divertida e criativa. Tem alguns detalhes que são bem USA como o waffle Eggos, por exemplo. A gente sabe que é algo da década, mas por lá é mais forte. Tirando alguns detalhes, o resto está em nosso alcance e percebido imediatamente: Spielberg, Stephen King, RPG, Star Wars, Del Toro, Alien, John Carpenter, He-Man, Poltergeist e tantas referências da época que são fortes na cultura pop e em nossos corações.

Tem outros detalhes dessa série que só assistindo mesmo! Este post é meu selo de amor e apego ;) AH, recomendo estes posts 1 | 2 | 3 | 4

App do dia: Upflix

O que seria da gente sem a Netflix, né? Talvez teríamos vida social mais intensa, mas acredito que ninguém está realmente interessado nisso. Binge-watching virou um modo de vida desde que este provedor global de filmes e séries de televisão via streaming entrou em nossas casas.

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Com o aumento dos cientistas políticos sem diploma no Facebook, percebi que os críticos cinematográficos estão mais sumidos no feed. Também percebi que as pessoas têm uma certa preguiça em indicar série, filme ou documentário de fácil acesso e decente. Geralmente, quem está bodiado ou cansou de procurar pelas profundezas da Netflix, faz um post pedindo indicação. Adoro quando isso acontece, fico urubuzando para ver se serve pra mim. Porém, as dicas são aquelas comuns de séries que acabaram de estrear ou de filmes mais ou menos. FAIL.

Fico bem feliz quando fazem listas como essa aqui. Não adianta, mas é preciso garimpar muito por lá. E, pra facilitar esse garimpo, tem um aplicativo chamado Upflix que informa aos usuários todas as atualizações de catálogo e notícias a respeito deste serviço de streaming. No app oficial da Netflix não mostra de maneira completa as sinopses, ficha técnica e trailers. Já no Upflix – criado pelo brasileiro Douglas Alves – isso é possível.

upflix-logo

UPFLIXX

O que o aplicativo oferece para você:

  1. facilita sua vida ao dar acesso a uma lista atualizada com regularidade que apresenta extras de cada filme ou série adicionado ao site;
  2. informa notas do imdb, rotten tomatoes etc;
  3. se o usuário estiver logado no app oficial, pode até incluir algum título na lista pessoa na conta da Netflix;
  4. tem acesso a um índice de categorias que pode ser filtrada por gênero;
  5. pode procurar por título, atores ou diretores;
  6. pode acessar um feed de notícias do que foi veiculado pela imprensa a respeito da Netflix;
  7. o usuário pode achar os trailers e vídeos postados no Youtube com facilidade (que fazem parte do catálogo);
  8. a interface é bem tranquila e parecida com a do Netflix;
  9. o Upflix está disponível nas versões Android e iOS.

O mais legal é o recurso ROULETTE: é um botão vermelho que fica estático na tela, sempre no canto inferior direito, e é possível utilizar quando você não faz a mínima ideia do que assistir. Basta você clicar na rodinha que ela vai procurar por você. Ah, você pode filtrar por gênero e nota também.

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print da TechTudo

Sem desculpas para não sair de casa ;)

Documentários sobre mulheres admiráveis

Este ano posso dizer que virei a louca do documentário. Já foram mais de 10 assistidos na Netflix e a lista só aumenta. Amo documentários, já que é possível conhecer personalidades de uma maneira mais “humana”, sem colocar num pedestal inalcançável. Gostaria de recomendar dois por aqui: da Diana Vreeland e da Bettie Page. Ah, assisti ao da Amy Winehouse e esse merece um post só pra ele. Vou falar um pouco sobre cada personalidade intercalando com minha opinião, ok?

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